terça-feira, 19 de março de 2019

Considerar humanos e não humanos como sujeitos de direitos

Em linhas gerais, o veganismo consiste num projeto epistemológico, político e individual que tem como objetivo principal a reivindicação de que a vida de humanos e animais seja igualmente protegida e considerada como inviolável. Ou seja, reivindica-se que assim como os humanos os animais também sejam sujeitos de direitos (Ana Paula Perrota).


Veganismo. Por uma outra relação com a vida no e do planeta - Revista IHU On-Line 532 - 18 Março 2019

Veganismo. Por uma outra relação com a vida no e do planeta - Revista IHU On-Line 532 - 18 Março 2019

O ex-Beatle Paul McCartney cunhou uma frase que se tornou célebre ao afirmar que, se os matadouros tivessem vidros em vez de paredes, as pessoas não comeriam carne. Muitos adeptos do veganismo acolhem essa como uma afirmação para indicar a violência que envolve os abates. Entretanto, ser vegano é mais do que não comer carne em razão da forma como os animais são mortos, é uma recusa a todo o sofrimento a que os animais são sujeitados não somente para a produção de comida, mas para qualquer bem de consumo. É também não humanizar os bichos, respeitando-os como parte de um projeto comum.

A revista IHU On-Line debate o tema nesta edição com especialistas de diversas áreas do conhecimento.

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Cada dia mais pessoas acreditam que os animais importam tanto como seres humanos

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