sábado, 21 de julho de 2018

Slides de Qumran por Philip Davies

Philip Davies’ Qumran Slide Collection (1970-71) now available

Qumran (1970-71). Fr. Roland de Vaux demonstrating how clothing was laundered at Qumran, where items were washed and patted dry on flat stone.  From the collection of Professor Philip Davies, Emeritus Professor at the University of Sheffield

DQCAAS is extremely grateful to the late Prof. Philip R. Davies for generously making available to us his slide collection of Qumran. These slides were taken in 1970-71 when he was a doctoral student in Jerusalem, working on the Dead Sea Scrolls, and Travelling Scholar at the British School of Archaeology in Jerusalem (now the Kenyon Institute). These slides include a remarkable picture of Fr. Roland de Vaux explaining how the people of Qumran washed their laundry.

Philip Davies, Emeritus Professor at Sheffield University and Chair of the Palestine Exploration Fund, was one of our key supporters.  He is a towering figure in the study of the Dead Sea Scrolls, and author of a book that engages with the archaeology of the site of Qumran and its environs: Qumran (Cities of the Biblical World; Guildford: Lutterworth Press/Grand Rapids: Eerdmans, 1982). He was co-founder and director of Sheffield Academic Press and founding editor of the Journal for the Study of the Old Testament, and Professor Emeritus of Sheffield University, were he worked since 1975.

Philip laid out the slides on the Palestine Exploration Fund lightbox on 13 September, 2017, as shown in this image taken by Sandra Jacobs, DQCAAS Network Facilitator and Researcher. Philip died peacefully at home on 31 May, 2018, as he dearly wished, after being diagnosed with cancer, which was terminal, only two weeks earlier. He had successfully fought off a previous cancer in 2016, and was at the time this photograph taken and through to May unaware of being ill and happily looking forward to retirement from the PEF, with all kinds of ideas for future projects and more time for other things. His contribution to and enthusiasm for DQCAAS as been very much appreciated, and we are really sorry he could not see it flower further.

Leia Mais:
Os essênios: a racionalização da solidariedade

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Sobre o significado dos Manuscritos do Mar Morto

Não há melhor momento para refletirmos sobre o significado dos Manuscritos do Mar Morto do que agora, logo após  a celebração do 70º aniversário de sua descoberta.

Mas quantas pessoas podem realmente explicar o que os Manuscritos do Mar Morto são e o que eles significam para nós?


A reflection on the significance of the Dead Sea Scrolls - By Lawrence H. Schiffman - The Jerusalem Report: July 23, 2018

What better time to reflect on the significance of the Dead Sea Scrolls than now, soon after celebrating their 70th anniversary? This corpus of ancient manuscripts has awakened immense interest, spawned an entire new field of scholarship, and reshaped our understanding of biblical studies, the history of Judaism and the background of Christianity. The scrolls have been at the center of their share of intrigue, legal action and even humor. Exhibits such as that taking place right now in Denver, under the auspices of the Israel Antiquities Authority (IAA), are more than ample evidence of the tremendous interest in the scrolls. But how many people can actually explain what the scrolls are and what they should mean to us?

Leia Mais:
Manuscritos do Mar Morto no Observatório Bíblico
Os essênios: a racionalização da solidariedade

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Reunião dos Biblistas Mineiros em 2018

No dia 9 deste mês de julho os Biblistas Mineiros estiveram reunidos na FAJE - Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia -, em Belo Horizonte, MG, debatendo sobre o próximo número da revista Estudos Bíblicos.

O assunto principal foi a definição da temática que estará em estudo pelo grupo nos próximos dois anos, resultando em um número da revista em 2020.

Como não pude estar presente, retomo aqui alguns pontos do relato de nosso Coordenador/Secretário Telmo José Amaral de Figueiredo.

Estavam presentes:
  • Cyril Suresh Periyasamy
  • Gilmar Ferreira da Silva
  • Jacir de Freitas Faria
  • Jaldemir Vitório
  • Johan Konings
  • José Luiz Gonzaga do Prado
  • Marcus Aurélio Mareano
  • Maria de Lourdes Augusta
  • Neuza Silveira de Souza
  • Solange Maria do Carmo
  • Telmo José Amaral de Figueiredo
  • Tereza Virgínia Ribeiro Barbosa
  • Zuleica Aparecida Silvano

Ausências justificadas:
  • Airton José da Silva
  • Cássio Murilo Dias da Silva
  • Elisabete Corazza
  • Jackson Câmara Silva
  • Luiz Felipe Xavier
  • Pascal Peuzé
  • Rocío Mariscal


Temática a ser estudada para um número de Estudos Bíblicos em 2020: Eclesiologia Bíblica

Título proposto para o próximo número da revista e de nosso estudo: Igreja: o que é?

Propostas de estudos para os Biblistas Mineiros:
  • Igreja: da elite à ralé – evolução de um conceito: José Luiz Gonzaga do Prado & Tereza Virgínia Ribeiro Barbosa
  • Discurso eclesiológico de Mateus 18: Jaldemir Vitório
  • A Igreja segundo Paulo (Rm, 1Cor): Zuleica Aparecida Silvano
  • A Igreja que Paulo não pensou – Cartas Pastorais: Neuza Silveira de Souza
  • A Igreja em Atos: Maria de Lourdes Augusta
  • Espírito Santo e Igreja: Gilmar Ferreira da Silva
  • Projetos de Comunidade no pós-exílio: Jacir de Freitas Faria
  • A Comunidade Joanina: Johan Konings
  • Igreja: Povo Sacerdotal (1Pd 2,4-10): Telmo José Amaral de Figueiredo
  • A Mulher no Segundo Testamento: Solange do Carmo
  • As Sete Igrejas do Apocalipse: Marcus Aurélio Mareano
  • A Sinagoga e a Comunidade Cristã da Casa: Airton José da Silva

Além disso foram debatidos outros assuntos:

:: Sobre o número da Estudos Bíblicos de 2018
Transformar o nosso número de Estudos Bíblicos deste ano em livro. Quem sabe torná-lo disponível em formato e-book e/ou pdf ancorado em um site de uma faculdade. Telmo ficou encarregado de fazer gestões nesse sentido junto à Paulinas Editora para uma possível publicação em 2019.


:: Notícias sobre a revista Estudos Bíblicos
Diz o editor responsável por Estudos Bíblicos, Ludovico Garmus, da Vozes:
Fiquem tranquilos quanto ao QUALIS da Revista Estudos Bíblicos. Estamos trabalhando para implantá-lo em 2019. Tenho consciência da urgência e dos anseios dos colaboradores (...) Queremos chegar ao menos ao nível B1, com qualidade. Vamos necessitar da colaboração do Conselho Editorial e dos Coordenadores dos grupos regionais que preparam os números. Em 2019 a Revista passa a ser semestral, com cerca de 250 a 300 páginas por número.

Os membros do grupo comentaram esta notícia.

A questão é se desejamos ou não que a revista Estudos Bíblicos se enquadre nos critérios da CAPES. Se isso ocorrer, o caráter de nosso grupo poderá ser alterado.

Quais são os critérios da CAPES?

As exigências da CAPES para um periódico B1 são: a) periodicidade; b) chamada aberta para artigos; c) estar em um portal on-line; d) conter, ao menos, oito artigos por número; e) ser no mínimo semestral; f) contar com o sistema de avaliação cega dos artigos submetidos para publicação e g) ter um “fator de impacto”, ou seja, ser citada.

Os pareceristas são uma das questões mais complicadas no caso de revistas classificadas pelo QUALIS, uma vez que trabalham sem remuneração e os prazos são curtos.

A revista deve ser aberta e contar com a avaliação cega. Isso significa que a revista deverá aceitar artigos de estudiosos fora dos Grupos Regionais da Estudos Bíblicos.

Por outro lado, constata-se que muitos colegas necessitam escrever artigos para revistas de nível QUALIS. Isso está pressionando a revista Estudos Bíblicos.

A revista Estudos Bíblicos tem uma forte característica ecumênica e preocupação explícita com a realidade eclesial, social e cultural em que vivemos no país e no restante da América Latina. Isso são qualidades que não podemos perder nesta publicação. Ou seja, a revista é feita para os autores ou para os leitores? Nossa preocupação é que o povo mais simples possa abordar a Bíblia de uma maneira mais séria.

O ideal seria que a revista pudesse preservar esse seu caráter, mesmo assumindo as formalidades para que atinja o nível B1 ou B2.

Enfim, o grupo dos Biblistas Mineiros opta por prosseguir com os objetivos originais de Estudos Bíblicos. Afinal ela é uma das poucas revistas que ainda mantém um diálogo com um público não especializado em Ciências Bíblicas.

Que a busca da indexação pelo QUALIS não comprometa esse escopo. Do contrário, o nosso grupo perderá sua razão de ser.


:: Associação Brasileira de Pesquisa Bíblica (ABIB) – Notícias
VIII Congresso Internacional de Pesquisa Bíblica:
. Data: 27 a 30 agosto de 2018
. Local: Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Curitiba
. Tema: Paulo: contextos e leituras


:: Seminário do PIB para professores de Bíblia em 2019
Confira aqui.


:: Congresso Internacional de Estudos Bíblicos em Buenos Aires
Em comemoração ao 80o aniversário da Revista Bíblica, os membros da Associação Bíblica Argentina e outros colegas de vários países latino-americanos estão organizando o Congresso Internacional de Estudos Bíblicos, que acontecerá nos dias 16 a 19 de julho de 2019, em Buenos Aires, Argentina. O tema geral do congresso é “A exegese na América Latina 80 anos depois”, tendo como motivação bíblica o texto de Dt 8,2: “Recorda-te de todo o caminho que o Senhor, teu Deus, te fez atravessar”.

Seus objetivos consistem em:
  • Que os biblistas latino-americanos se vinculem em uma rede
  • Que recuperem e prolonguem a tradição bíblica da América Latina na recepção criativa
  • Tornar visível esta contribuição para a Igreja e a Academia em geral
  • Que reconheçam a contribuição da Revista Bíblica e a adotem como espaço de intercâmbio científico, comunicação e trabalho comum

Programa completo no site da ABIB.


:: Publicações recentes de integrantes do grupo dos Biblistas Mineiros
  • Johan Konings; Isidoro Mazzarolo: Atos dos Apóstolos: o caminho da Palavra. São Paulo: Edições Loyola, 2017. 128 p. (Coleção: “A Bíblia Passo a Passo”)
  • José Luiz Gonzaga do Prado: Os Evangelhos Dominicais e Festivos Refletidos em Grupos. Petrópolis: Editora Vozes, 2017. 512 p.
  • Solange Maria do Carmo: Catequese em pauta. São Paulo: Paulus Editora, 2017. e-Book
  • Serviço de Animação Bíblica - SAB: Mês da Bíblia 2018: Para que n’Ele nossos povos tenham vida – Livro da Sabedoria. São Paulo: Paulinas Editora, 2018.
  • Gilvander Luís Moreira (Org.): Livro da Sabedoria: chave de ouro, encerrando a 1a Aliança. Belo Horizonte (MG): CEBI-MG, 2018.
  • Johan Konings: João. Comentário Bíblico Latino-americano. São Paulo: Fonte Editorial, 2018. 558 p. Trata-se de uma 3a edição totalmente atualizada e ampliada.


:: Outras notícias na área bíblica
  • O renomado exegeta alemão, especializado em João, o jesuíta Johannes Beutler, estará em agosto no Brasil participando do IV Simpósio Internacional do Programa de Estudos Pós-Graduados em Teologia da PUC-SP
  • Dia 17 de agosto haverá o encontro do Grupo de Reflexão Bíblico-Catequética (GREBICAT) e instituições - CNBB, que tem como tema o MÊS DA BÍBLIA DE 2019 sobre a Primeira Carta de João. Quem produzirá o subsídio oficial da CNBB para esta ocasião será o colega Claudio Vianey da UNICAP
  • Saiu pela Paulinas Editora o livro com a tese de doutorado de José Tolentino Mendonça, biblista português, que consiste em uma análise de Lc 7,36-50, contendo um apanhado geral deste evangelho. O título da obra é: A construção de Jesus: a dinâmica narrativa de Lucas.
  • Também deste autor português sairá, em breve, o livro O elogio da sede, que contém o retiro espiritual ministrado por José Tolentino ao Papa Francisco e membros da Cúria romana
  • No campo da pragmalinguística, sairá em 2019 o livro de Massimo Grilli, Maurizio Guidi e Elzbieta M. Obara, sob o título: Comunicação e pragmática na exegese bíblica. Massimo Grilli virá ao Brasil em 2019 para o lançamento desta obra
  • Saiu, também, mais um livro de Luiz Alexandre Solano Rossi, que é o organizador, pela Paulinas Editora, sob o título: O livro da Sabedoria: justiça e sabedoria como estilo de vida (Coleção: “Pão da Palavra”)
  • O Serviço de Animação Bíblica - SAB lançou o já consagrado Curso Bíblia em Comunidade - Primeiro Nível - Visão Global da Bíblia: pela internet. Apresentado em 4 disciplinas, distribuídas em 9 módulos. Disponível on-line 24hs. A duração é de 20 meses pelo sistema Ensino à Distância (EAD).
  • O novo coordenador regional da Federação Bíblica Católica - FEBIC - para América Latina e Caribe é Jesus Antonio Weisesee Hetter. E a coordenadora do Cone Sul é Wilma Mancuello González, natural do Paraguai, religiosa claretiana, doutora em exegese bíblica pelo Pontifício Instituto Bíblico de Roma (defesa em 2016, sobre Provérbios 31,1-9).  No próximo ano, a FEBIC comemora 50 anos de existência. Para celebrar essa data, haverá um congresso para os membros dessa associação entre os dias 23 a 26 de abril de 2019, em Roma. O tema central desse congresso será: Bíblia e vida: inspiração bíblica da vida pastoral e da missão da Igreja. O primeiro dia será sobre: Bíblia e Missão; o segundo sobre Bíblia e Cultura e o último Bíblia e Pastoral.

A próxima reunião anual dos Biblistas Mineiros será em 8 de julho de 2019, das 9:00 às 16:00 horas, na FAJE, em Belo Horizonte.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

PIB amplia áreas de especialização no curso de Bíblia

Vejo com otimismo a ampliação de áreas de especialização que está sendo implementada pelo Pontifício Instituto Bíblico (PIB) no Currículo de Mestrado em Bíblia a partir do ano acadêmico 2018-19.

Passei o ano de 2017 "morando" na antiga Mesopotâmia para escrever um artigo para a revista Estudos Bíblicos [veja aqui e aqui]. E pude sentir, mais uma vez, como nós, que trabalhamos com a Bíblia Hebraica, somos mal preparados em arqueologia e história do Antigo Oriente Médio.


Curriculum per la Licenza in S. Escrittura
A partire dall’anno accademico 2018-19, il curriculum per la Licenza in S. Scrittura avrà una sezione specialistica che, oltre al tradizionale indirizzo esegetico che si focalizza sul testo biblico, offre allo studente la possibilità di una specializzazione alternativa tra due altri indizzi: un percorso che si concentra sul contesto biblico ed un altro che si concentra sullo studio approfondito dell’ermeneutica e della storia delle interpretazioni. [cf. schema qui di seguito]

Curriculum for the Licentiate in S. Scripture
Beginning from the 2018-19 academic year, the curriculum for the Licentiate in S. Scripture will be comprised of not only  the traditional exegetical focus on the biblical text, but will also offer the student the possibility of an alternative emphasis: 1) either a specialization that focuses on the biblical context, or 2) another that focuses on the in-depth study of hermeneutics and the history of Bible interpretations. [cf. scheme below]


Percorso I - È quello in vigore dal 1973, che rimane il percorso principale e conserva la sua validità. Si focalizza sul testo biblico:
  • 2 corsi/seminari di esegesi AT [ECTS 10]
  • 2 corsi/seminari di esegesi NT [ECTS 10]
  • Un seminario senza elaborato scritto [ECTS 5]
  • Un seminario con elaborato scritto [ECTS 5 + 10 per elaborato scritto]
  • Tesi di Licenza [ECTS 30]


Percorso II - Si concentra sullo studio del contesto biblico, dando allo studente una conoscenza più approfondita delle lingue bibliche, dell’archeologia, della storia e delle religioni del Vicino Oriente Antico e del mondo greco-romano:
  • 4 corsi/seminari speciali nel campo delle lingue, della storia, dell’archeologia e delle religioni del VOA e del mondo greco romano [ECTS 20]
  • Un seminario senza elaborato scritto [ECTS 5]
  • Un seminario con elaborato scritto [ECTS 5 + 10 per elaborato scritto]
  • Tesi di Licenza [ECTS 30]


Percorso III - Si concentra sullo studio approfondito dell’ermeneutica e della storia delle interpretazioni della Bibbia in diversi contesti religiosi e in periodi storici e aree geografiche differenti (Wirkungsgeschichte), in modo da creare potenzialmente un ponte tra esegesi, teologia ed esperienza umana di Dio:
  • 4 corsi/seminari speciali nel campo della storia dell’esegesi, dell’ermeneutica e della teologia biblica [ECTS 20]
  • Un seminario senza elaborato scritto [ECTS 5]
  • Un seminario con elaborato scritto [ECTS 5 + 10 per elaborato scritto]
  • Tesi di Licenza [ECTS 30]

Seminário do PIB para professores de Bíblia em 2019

Sobre a iniciativa, leia aqui.

Sobre o seminário de 2019:
:: Tema: A obra lucana - Evangelho de Lucas e Atos dos Apóstolos
:: Data: 21-25 de janeiro de 2019
:: Coordenador: Professor  Dean Béchard
:: Inscrição: até 10 de outubro de 2018


No site do PIB se lê em italiano [ou English]:

Seminario 2019: dal 21 al 25 gennaio 2019 

Tema del seminario:  L’opera lucana (Vangelo di Luca e Atti degli Apostoli)

Il prossimo Seminario di aggiornamento per Docenti di Sacra Scrittura avrà luogo dal 21 al 25 gennaio 2019 e sarà diretto dal Prof. Dean Béchard.

Rispettando l'alternanza tra Antico e Nuovo Testamento, oggetto del seminario saranno i due scritti neotestamentari che compongono l’opera lucana (Vangelo di Luca e Atti degli Apostoli).

Come negli anni precedenti, il Seminario prevede delle lezioni magistrali al mattino e sedute pomeridiane di approfondimento. Queste ultime saranno o in forma seminariale o in forma di lezioni frontali.


Lezioni del mattino (programma previsto):

:. In una mattinata introduttiva, ci saranno due interventi che si focalizzeranno su aspetti metodologici:
. Approcci sincronico/co-testuali (Prof. Massimo Grilli);
. Approcci diacronico-contestuali (Prof. Santiago Guijarro Oporto).

:. Le tematiche del giorno seguente saranno di carattere più teologico:
. La Tipologia profetica nel vangelo di Luca (Prof. Jean-Noël Aletti);
. La ripresa dell’AT nel Vangelo di Luca (Prof. Matteo Crimella).

:. Mercoledì, 23 gennaio, il prof. Christopher Tuckett terrà due lezioni su: Luca e la tradizione sinottica e Luca e la fonte “Q”.

:.  Il giorno seguente, il prof. Daniel Marguerat tratterà della storiografia lucana e il prof. Anthony Giambrone dell’Ecclesiologia negli Atti.

:. Le lezioni del mattino di venerdì saranno dedicate alle figure di Pietro e Paolo:
. La figura di Pietro nell’opera lucana (prof. Antonio Landi)
. La figura di Paolo nel libro degli Atti (prof. Luke Macnamara)

:. Concluderanno il seminario (venerdì pomeriggio) due interventi dei proff. Steven Mason e Dean Béchard, che tratteranno rispettivamente:
. Luca-Atti e la storiografia contemporanea;
. Luca l'autore reale e implicito.


Sedute pomeridiane (in forma seminariale o di lezioni frontali):

:.  Alcuni fra i Docenti che hanno tenuto le lezioni al mattino presenteranno dei temi di approfondimento (Proff. Guijarro Oporto, Crimella, Landi, Mason).

:. Ad essi si aggiungeranno altri docenti che affronteranno ulteriori tematiche specifiche dell’opera lucana:
. Carlo Broccardo (L’insegnamento “poco dogmatico” di Gesù. Un esempio da Lc 15–16);
. Pedro Cabello Morales (Povertà e ricchezza in Luca-Atti);
. Matjaz Celarc (I “sommari” negli Atti);
. Andrés Garcia Serrano (Vangelo dell'infanzia: Lc 1-2);
. Alessandro Gennari (Il peirasmos in Luca);
. Michel Kamanzi (Racconto della Passione in Luca e Giovanni);
. Roland Meynet (La composizione del vangelo di Luca);
. Henry Pattarumadathil (Luca, Matteo e la fonte Q);
. Sunil Cliffard Ranjar(Discorso della pianura: Lc 6);
. Lorenzo Rossi (L’uso della synkrisis nell’opera lucana).

Il programma dettagliato della settimana, che terrà conto anche del numero degli iscritti, sarà disponibile alla fine di ottobre (dopo la chiusura delle iscrizioni).


Iscrizioni

Chi fosse interessato è pregato di dare la propria adesione entro il 10 ottobre 2018, inviando una e-mail all’indirizzo: pibsegr@biblico.it

Ai partecipanti viene chiesto un contributo di € 120.

Per gli iscritti all’associazione ex-alunni PIB il contributo sarà invece di € 100.

Tale contributo potrà essere versato all’inizio del seminario. Non è necessario inviare alcuna somma al momento dell’iscrizione; si chiede però gentilmente di inviare la propria adesione solo se realmente si prevede di partecipare, proprio perché l’organizzazione finale della settimana dipenderà anche dal numero dei partecipanti.

Per ulteriori informazioni rivolgersi a: Segretario Generale PIB (pibsegr@biblico.it)


Leia Mais:
Todos os seminários do PIB para professores de Bíblia

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Ada Yardeni (1937-2018)

In Memoriam: Ada Yardeni (1937–2018) - Biblical Archaeology Society Staff   •  07/02/2018

World-renowned epigrapher Ada Yardeni died on June 29, 2018. A member of the Faculty of Humanities at the Hebrew University of Jerusalem, Yardeni had authored numerous publications, including The Book of Hebrew Script: History, Palaeography, Script Styles, Calligraphy & Design (London: The British Library, 2002), which is recognized as the authoritative text on the subject.


Dead Sea Scrolls decoder remembered as grande dame of Semitic paleography - By Amanda Borschel-Dan: The Times of Israel - 5 July 2018

Ada Yardeni, who died this month at 81, combined practical knowledge of calligraphy with scholarly insights on the development of Hebrew to become a world-renowned forgery expert.  The woman who intimately knew the scribes of the Dead Sea Scrolls, foremost paleographer Dr. Ada Yardeni, died in Jerusalem on June 29, 2018, following a brief battle against pancreatic cancer.

YARDENI A. The Book of Hebrew Script: History, Palaeography, Script Styles, Calligraphy & Design. London: The British Library, 2002


quinta-feira, 5 de julho de 2018

Os 17 anos do Seminário Europeu sobre Metodologia Histórica

GRABBE, L. L. (ed.) Even God Cannot Change the Past: Reflections on Seventeen Years of the European Seminar in Historical Methodology. London: Bloomsbury T&T Clark, 2018, 256 p. - ISBN 9780567680563.

GRABBE, L. L. (ed.) Even God Cannot Change the Past: Reflections on Seventeen Years of the European Seminar in Historical Methodology. London: Bloomsbury T&T Clark, 2018


This volume represents the final publication of the European Seminar in Historical Methodology. The volume reflects on the ground-breaking work of this prestigious seminar in the field of biblical history. In part one, long-term members of the seminar (Bob Becking, Ehud Ben Zvi, Philip R. Davies, Ernst Axel Knauf, Niels Peter Lemche, Thomas L Thompson) provide reflections on its work. Part two presents an opportunity for readers to benefit from contributions that have remained heretofore unpublished. This includes material on the Persian period, questions of orality and writing, and contributions on the Maccabean period. Bringing these papers together in a published form provides a fitting way to round out the work of this significant endeavour in historical methodology.

Diz o título que "Nem mesmo Deus pode mudar o passado". A obra traz reflexões sobre os 17 anos do Seminário Europeu sobre Metodologia Histórica.

São três partes: na primeira, participantes do Seminário refletem sobre seu trabalho; na segunda há contribuições que não tinham sido publicadas; na terceira, uma avaliação feita por Lester L. Grabbe, coordenador do Seminário e editor das publicações.

Part I: Statements on and Evaluations of the Seminar
1. Why Start with the Text? The Fall of Samaria Revisited – Bob Becking, University of Utrecht, Netherlands
2. Clio Today and Ancient Israelite History: Some Thoughts and Observations at the Closing Session of the European Seminar for Historical Methodology – Ehud Ben Zvi, University of Alberta, Canada
3. 'Just the Facts, Ma'am!' Reflections on the ESHM – Philip R. Davies, University of Sheffield, UK
4. Vingt Ans Apres: A Personal Retrospective – Ernst Axel Knauf, University of Bern, Switzerland
5. The Future of Israel's History – Niels Peter Lemche, University of Copenhagen, Denmark
6. The Problem of Israel in the History of the South Levant – Thomas L. Thompson, University of Copenhagen, Denmark

Part II: Tidying Up . . .: Publication of Papers from Sessions Not Published
7. 1997 Session: From the Volume, Leading Captivity Captive (1998)
8. The Exilic Period as an Urgent Case for a Historical Reconstruction Without the Biblical Text – Rainer Albertz, University of Münster, Germany
9. 2008 Session in Libbon on the Oral, the Written, and Cultural Memory
10. Cultural Memory in Practice: Ezra and Nehemiah – Philip R. Davies, University of Sheffield, UK
11. The Oral, the Written, the Forgotten, the Remembered: Studies in Historiography and their Implication for Ancient Israel – Lester L. Grabbe, University of Hull, UK
12. 2011 Session on Thessaloniki on the Maccabees and Thessalonians
13. The Relation between Samaria and Jerusalem in the Early Maccabean Period Revisited: A Case Study about the Reception of Phinehas – Tobias Funke, University of Leipzig, Germany
14. From Philadelphus to Hyrcanus: A Shorter Path between the Formation and the Canonization of Biblical Historiography – Philippe Guillaume, University of Bern, Switzerland
15. Joshua Maccabaeus: Another Reading of 1 Maccabees 5 – Ernst Axel Knauf, University of Münster, Germany

Part III: Conclusion
16. Seventeen Years of the European Seminar in Historical Methodology: A Personal View of the Results – Lester L. Grabbe, University of Hull, UK

domingo, 1 de julho de 2018

Biblical Studies Carnival 148

Seleção de postagens dos biblioblogs em junho de 2018.

Biblical Studies Carnival - June 2018

Trabalho feito por Phillip J. Long em seu blog Reading Acts.

E há também:

The June Biblical Studies Carnival Of Sadness: Dedicated to the Memory of Philip R. Davies

Trabalho feito por Jim West em seu blog Zwinglius Redivivus.

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Biblioblog Top 50: Junho de 2018

The Biblioblog Top 50 for June 2018

Observatório Bíblico - Marcadores - Tags


The Biblioblog Top 50 is the official ranking of biblical studies blogging. Although posting somewhat less regularly in recent years, the Biblioblog Top 50 is pleased to celebrate its tenth anniversary this year. Yet who we really want to celebrate are the many bibliobloggers who continue to inform and entertain us – with their takes on the cutting edge of biblical studies.

Observatório Bíblico é o número 15.

E mais: Biblical Studies Carnival List.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Texto de Philip R. Davies publicado em 2016

A New ‘Biblical Archaeology’ - By Philip R Davies - The Bible and Interpretation: June 2018

Se os textos bíblicos não são apenas artefatos literários mas também históricos, eles são, em teoria, capazes de serem integrados com artefatos materiais. Considerando os perigos do fundamentalismo bíblico e atividades arqueológicas relacionadas, e o perigo emergente de um fundamentalismo arqueológico que acredita ser unicamente a arqueologia capaz de escrever uma história competente, é importante nos concentrarmos nos meios pelos quais os dados textuais e materiais deveriam ser analisados, de tal forma que uma história possa ser escrita com a contribuição de ambos.


If the biblical texts are not purely literary artefacts but also historical ones, they are in principle, or in theory, capable of being integrated with material artefacts. Given the dangers of biblical fundamentalism and its corresponding archaeological activities and the emerging danger of archaeological fundamentalism that believes only archaeology delivers history and only archaeologists can write a competent history, it is important to focus on the means by which textual and material data should be analysed in such a way that a history can be written that makes sense equally of both.


Este é o capítulo 1 de: HJELM, I. ; THOMPSON, T. L. (eds.) Biblical Interpretation Beyond Historicity: Changing Perspectives 7. Abingdon: Routledge, 2016, 208 p. – ISBN 9781138889521.

Philip R. Davies faleceu recentemente. Leia aqui e aqui.

Bíblia e arqueologia: uma introdução

RICHELLE, M. A Bíblia e a Arqueologia. São Paulo: Vida Nova, 2017, 176 p. - ISBN 9788527506892.

RICHELLE, M. A Bíblia e a Arqueologia. São Paulo: Vida Nova, 2017
 
As descobertas arqueológicas apresentadas na mídia tanto confirmam a Bíblia quanto a contradizem. O que essas descobertas significam de fato? O que essas escavações arqueológicas e as inscrições antigas nos ensinam? O que pensar das controvérsias recentes sobre a época de Davi e Salomão? O autor mostra como a arqueologia pode contribuir para uma melhor compreensão da bíblia no contexto do mundo antigo. A proposta deste livro é avaliar o tema com cuidado, mas de maneira simples e bem informada.

Dans les médias, les découvertes archéologiques sont tantôt présentées comme confirmant la Bible, tantôt comme la contredisant. Qu'en est-il exactement ? Que nous apprennent les fouilles archéologiques et les inscriptions anciennes ? Que penser des controverses récentes sur l'époque de David et Salomon ? Ce livre propose de faire le point sur le sujet, de manière simple mais informée.


O original, em francês, é de 2012. Uma avaliação da versão, expandida, em língua inglesa, de 2018, feita por Jim West, pode ser lida em The Bible & Archaeology.

Matthieu Richelle é Doutor em Ciências Históricas e Filológicas pela EPHE-Sorbonne e ex-aluno da Escola Bíblica e Arqueológica Francesa de Jerusalém. Professor de Antigo Testamento na Faculdade Livre de Teologia Evangélica de Vaux-sur-Seine, França.

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Estudos de Rainer Albertz sobre o Pentateuco

Vinte e um estudos dedicados à composição e redação do Pentateuco e do Hexateuco, escritos ao longo de dez anos por Rainer Albertz, professor de Antigo Testamento na Westfälische Wilhelms-Universität de Münster, Alemanha. Em alemão.


ALBERTZ, R. Pentateuchstudien. Tübingen: Mohr Siebeck, 2018, IX + 533 p. - ISBN 9783161537059.

ALBERTZ, R. Pentateuchstudien. Tübingen: Mohr Siebeck, 2018

Twenty-one studies dedicated to the composition and redaction of the Pentateuch and the Hexateuch, written over ten years as part of the Münster Old Testament scholar Rainer Albertz's work on his Exodus Commentary, are gathered in this volume. Five of them were previously unpublished, while a further eight were revised and translated for their first appearance in German. The problem-orientated approach taken reveals a model for the emergence of the Pentateuch that could replace the classical three-source theory. A concluding overview makes it easier to gauge the model's effectiveness by assigning the texts dealt with to the identifiable tradition- and redaction-historical development stages of the Pentateuch.

Der vorliegende Band umfasst einundzwanzig Studien zur Komposition und Redaktion des Pentateuch/Hexateuch, die der Münsteraner Alttestamentler Rainer Albertz im Umkreis seiner Arbeit am Exoduskommentar in den letzten zehn Jahren verfasst hat. Acht fremdsprachlich veröffentlichte Beiträge erscheinen hier erstmals in einer überarbeiteten deutschen Fassung; fünf weitere werden hier erstmals veröffentlicht. Aus der forschungsgeschichtlich- und problemorientierten Zusammenschau zeichnet sich ein kompositions- und redaktionsgeschichtliches Modell für die Entstehung des Pentateuch ab, das an die Stelle der klassischen Drei-Quellen-Theorie treten könnte. Am Ende wird eine Übersicht über die vorgenommenen Textzuweisungen zu den erkennbaren überlieferungsgeschichtlichen und redaktionellen Entwicklungsstufen des Pentateuch geboten, welche die Leistungsfähigkeit des vorgelegten Modells leichter abschätzbar macht.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Quem escreveu a Torá?

Who Wrote the Torah? Textual, Historical, Sociological, and Ideological Cornerstones of the Formation of the Pentateuch - By Konrad Schmid · IAS: Published 2018

Who wrote the Torah? In light of more than two hundred years of scholarship and of the ongoing disputes on that question,[1] the most precise answer to this question still is: We don’t know. The tradition claims it was Moses, but the Torah itself says otherwise. Only small portions within the Torah are traced back to him, but not nearly the whole Torah: Exodus 17:14 (Battle against Amalek); 24:4 (Covenant Code); 34:28 (Ten Commandments); Numbers 33:2 (Wandering Stations); Deuteronomy 31:9 (Deuteronomic Law); and 31:22 (Song of Moses). Despite all disagreement in current scholarship, however, the situation in Pentateuchal research is far from desperate, and there are indeed some basic statements that can be made regarding the formation of the Torah. This is what this contribution is about. It is structured in the following three parts: the textual evidence of the Pentateuch; the socio-historical conditions for the development of the Pentateuch, and “Ideologies” or “Theologies” of the Pentateuch in their historical contexts.

Konrad Schmid is Professor of the Hebrew Bible and Ancient Judaism at the University of Zurich. The literary history of the Pentateuch and the reconstruction of the redactional processes that led to its final shape constitute the main focus of his research.


Quem escreveu a Torá?

À luz de mais de duzentos anos de estudo e de debates em andamento sobre essa questão, a resposta mais precisa para essa pergunta ainda é: não sabemos.

Apesar das muitas divergências nos estudos atuais, a situação da pesquisa do Pentateuco é promissora, e há, de fato, algumas afirmações básicas que podem ser feitas a respeito da formação da Torá.

Esta contribuição é sobre isso.

Está estruturada em três partes: a evidência textual do Pentateuco; as condições sócio-históricas para o desenvolvimento do Pentateuco, e as "ideologias" ou "teologias" do Pentateuco em seus contextos históricos.

Konrad Schmid é Professor de Bíblia Hebraica e Judaísmo Antigo na Universidade de Zurique, Suíça.  A história literária do Pentateuco e a reconstrução dos processos redacionais que levaram à sua forma final constituem o foco principal de sua pesquisa.

Confira as obras de Konrad Schmid na Amazon.

Duas obras sobre o Pentateuco que contam com sua participação estão disponíveis para download gratuito no Projeto ICI da SBL. Clique aqui.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Lendo a poesia de Isaías

Uma compreensão adequada do anúncio profético de Isaías é impossível se não prestarmos atenção suficiente à sua arte linguística e às características formais e temáticas que tornam suas palavras poesia.

An adequate understanding of Isaiah’s prophetic proclamation is impossible without sufficient attention to his linguistic artistry, to the formal and thematic features that make his words poetry  (J. Blake Couey, Reading the Poetry of First Isaiah, p. 2).


Sempre afirmei isto em sala de aula.

Fui aluno de Luis Alonso Schökel e de Rémi Lack e minhas leituras na área passam por SCHÖKEL, L. A. Estudios de poética hebrea. Barcelona: Juan Flores, 1963; LACK, R. La symbolique du livre d'Isaie: Essai sur l’image littéraire comme élément de structuration. Rome: Biblical Institute Press, 1973 e SCHÖKEL, L. A. ; SICRE DIAZ, J. L. Profetas I-II. 2. ed. São Paulo: Paulus, 2002-2004.

Isto pode ser visto em meu livro A Voz Necessária: Encontro com os profetas do século VIII a.C.

Agora descobri este livro que parece interessante:

COUEY, J. B. Reading the Poetry of First Isaiah: The Most Perfect Model of the Prophetic Poetry. Oxford: Oxford University Press, 2015, XIV + 247 p. - ISBN 9780198743552.

COUEY, J. B. Reading the Poetry of First Isaiah: The Most Perfect Model of the Prophetic Poetry. Oxford: Oxford University Press, 2015


Reading the Poetry of First Isaiah provides a literary and historical study of the prophetic poetry of First Isaiah, an underappreciated but highly sophisticated collection of poems in the Hebrew Bible. Informed by recent developments in biblical studies and broader trends in the study of poetry, Dr J. Blake Couey articulates a fresh account of Biblical Hebrew poetry and argues that careful attention to poetic style is crucial for the interpretation of these texts. Discussing lineation, he explains that lines serve important rhetorical functions in First Isaiah, but the absence of lineated manuscripts from antiquity makes it necessary to defend proposed line divisions using criteria such as parallelism, rhythm, and syntax. He examines poetic structure, and highlights that parallelism and enjambment create a sense of progression between individual lines, which are tightly joined to form couplets, triplets, quatrains, and occasionally even longer groups. Later, Dr Couey treats imagery and metaphor in First Isaiah. A striking variety of images-most notably agricultural and animal imagery-appear in diverse contexts in these poems, often with rich figurative significance.

Couey's work would be particularly helpful as an introduction to Hebrew poetics, as a contribution to literary work on Isaiah, and as an addition to current debates concerning the intersection of Hebrew poetry and prophetic literature (Chelsea Lamb, Ambrose University - Journal of Hebrew Scriptures - Volume 17, 2017).

J. Blake Couey teaches in the area of Hebrew Bible in the Religion Department at Gustavus Adolphus College in Saint Peter, MN.


Li duas resenhas sobre o livro:

Chelsea Lamb, Ambrose University - Journal of Hebrew Scriptures - Volume 17 (2017)

Elizabeth Hayes, Fuller Theological Seminary, Seattle - The Journal of Theological Studies, Volume 69, Issue 1, 1 April 2018, pages 222-225.


Este outro está previsto para agosto de 2018:

COUEY, J. B. ; JAMES, E. T. (eds.) Biblical Poetry and the Art of Close Reading. Cambridge: Cambridge University Press, 2018  - ISBN 9781316659670.

This volume explores the aesthetic dimensions of biblical poetry, offering close readings of poems across the Hebrew Bible/Old Testament. Composed of essays by fifteen leading scholars of biblical poetry, it offers creative and insightful close readings of poems from across the canon of the Hebrew Bible/Old Testament (Psalms, wisdom poetry, Song of Songs, prophecy, and poetry in biblical narrative). The essays build on recent advances in our understanding of biblical poetry and engage a variety of theoretical perspectives and current trends in the study of literature. They demonstrate the rewards of careful attention to textual detail, and they provide models of the practice of close reading for students, scholars, and general readers. They also highlight the rich aesthetic value of the biblical poetic corpus and offer reflection on the nature of poetry itself as a meaningful and enduring form of art.


Table of Contents

Part I. The Psalms:
1. Words that devour: discursive praxes and structural strategies in Psalm 50 Carolyn J. Sharp
2. 'Silence is praise': art and knowledge in Psalm 65 Elaine T. James
3. The glory of creation in Psalm 104 Robert Alter

Part II. Poetry in Wisdom Literature:
4. Bildad lectures Job: a close reading of Job 8 Edward L. Greenstein
5. Poetry as pedagogy in Proverbs 5 Anne W. Stewart
6. The unity and futility of poetry in Qohelet Simeon Chavel

Part III. The Song of Songs:
7. Structure, sound, and sense: a close reading of chapter one of the Song of Songs Tod Linafelt
8. How is a love poem (Song 4:1–7) like the beloved? The importance of emotion in reading biblical poetry Sarah Zhang

Part IV. Poetry in the Prophetic Books:
9. Isaiah's love song: a reading of Isaiah 5:1–7 F. W. Dobbs-Allsopp
10. Poetry, language, and statecraft in Isaiah 18 J. Blake Couey
11. The servant in poetic juxtaposition in Isaiah 49:1–13 Katie M. Heffelfinger
12. 'It is a lamentation – it has become a lamentation!': subverting genre in Ezekiel 19 Sean Burt
13. The enduring day of wrath: Zephaniah 1, the Sibylline Oracles, and the Dies Irae Julia M. O'Brien

Part V. Poetry in Biblical Narrative:
14. YHWH's poesie: the Gnadenformel (Exodus 34:6b–7), the book of Exodus, and beyond Brent A. Strawn
15. The decipherment of sorrow: David's lament in 2 Samuel 1:17–27 Steven Weitzman.

Confira aqui.

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Estudos Bíblicos: Qumran e Manuscritos do Deserto da Judeia

Qumran e Manuscritos do Deserto da Judeia - Estudos Bíblicos 136, Out/Dez 2017


Estudos Bíblicos 136, Out/Dez 2017


Edson de Faria Francisco. Manuscritos do Deserto da Judeia: Introdução geral

Clarisse Ferreira da Silva. O tesouro oculto no deserto: uma introdução a alguns dos principais temas associados aos Manuscritos do Mar Morto

Valmor da Silva. Do Mar Morto ao Brasil: História das publicações sobre os manuscritos de Qumran, dos inícios a 2003

Fernando Mattiolli Vieira. A halakhah de Qumran: entre a tradição e a inovação

Gilvan Leite de Araujo e Leonardo Henrique da Silva. O messianismo de Qumran e o Quarto Evangelho

Leia Mais:
Os essênios: a racionalização da solidariedade
Manuscritos do Mar Morto no Observatório Bíblico

sábado, 2 de junho de 2018

Sobre Philip R. Davies

Philip R. Davies (1945-2018)


:. Alguns endereços com informações sobre Philip R. Davies, como formação, atividade acadêmica e publicações:
 
Página pessoal

Página na Universidade de Sheffield

Página na Academia.edu

Página na Wikipedia


:. Alguns posts publicados por biblistas desde a notícia de sua morte:

Biblical Studies Blog -  Ekaterini G. Tsalampouni: Philip Davies (1945- + 31.5.2018) - Σάββατο, 2 Ιουνίου 2018

H-Judaic - Shalom Berger: Obituary: Prof. Philip R. Davies - Saturday, June 2, 2018

Observatório Bíblico - Airton José da Silva: Morreu o biblista Philip R. Davies (1945-2018) - sexta-feira, 1 de junho de 2018

PaleoJudaica - Jim Davila: Philip R. Davies 1945-2018 - Saturday, June 02, 2018

Remnant of Giants - Deane Galbraith: Five Quotes from Philip Davies (1945-2018) - June 2, 2018

Society of Biblical Literature - Lester L. Grabbe: A Tribute to Philip R. Davies (1945-2018) - 2 June 2018

The Bible and Interpretation - Thomas L. Thompson: Philip Davies (1945-2018) - May 2018

Vridar - Neil Godfrey: Tribute to an Influential Scholar – Philip R. Davies - 2018-06-01

Zwinglius Redivivus - Jim West:
Very Very Sad News: My Dear Friend Philip Davies Has Died - 1 Jun 2018

Philip - 1 Jun 2018

Philip Davies’ Funeral - 1 Jun 2018

Just A Few... - 1 Jun 2018

Philip Davies’ Last Book: The Bible for the Curious A Brief Encounter - 1 Jun 2018

Philip Discussing ‘The Life of Brian’ - 1 Jun 2018

Bible and Interpretation: Remembering Philip Davies - 2 Jun 2018

Philip Davies on Dead Sea Scrolls and Historicity of Hebrew Bible - 2 Jun 2018

Remembering Philip Davies - 5 Jun 2018

A Philip R. Davies Gallery - 8 Jun 2018

The June Biblical Studies Carnival Of Sadness: Dedicated to the Memory of Philip R. Davies - 1 Jul 2018

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Morreu o biblista Philip R. Davies (1945-2018)

Importante pesquisador na área bíblica, ele foi um dos autores mais criativos e questionadores da "Escola de Copenhague".

Philip R. Davies era professor emérito de Estudos Bíblicos na Universidade de Sheffield, Inglaterra.

Philip R. Davies (1945-2018)

Li alguns de seus livros e escrevi algumas coisas sobre ele. Recomendo:

:: DAVIES, P. R. In Search of ‘Ancient Israel’. Sheffield: Sheffield Academic Press [1992], 1995, 166 p. [2. ed. 2015] - Resenha

:: Pode uma ‘História de Israel’ ser escrita? - Artigo

:: Leitura socioantropológica da Bíblia Hebraica - Artigo

:: Philip R. Davies na Ayrton's Biblical Page e no Observatório Bíblico


Leia Mais:
Very Very Sad News: My Dear Friend Philip Davies Has Died
Bibliografia de Philip R. Davies
Livros de Philip R. Davies na Amazon

BibleWorks comunica que está descontinuando o programa

BibleWorks está comunicando o encerramento de suas atividades a partir de 15 de junho de 2018. Após 26 de sua criação.

Accordingly as of June 15, 2018 BibleWorks will cease operation as a provider of Bible software tools.

BibleWorks 10

O comunicado explica que:

:. A partir de 15 de junho de 2018, o suporte por e-mail ou telefone cessará para todas as versões do BibleWorks

:. Serão providenciadas, se necessárias, correções para a versão 10, a mais recente, lançada em 20 de abril de 2015
 
:. As versões anteriores não terão suporte, embora continuem funcionando normalmente a não ser que encontrem alguma incompatibilidade com atualizações do Windows

:. BibleWorks User Forums e BibleWorks Knowledge Base continuarão ativos

:. Até 15 de junho de 2018 é possível adquirir o BibleWorks 10 por US$199

:. É o fim do BibleWorks? Algumas possibilidades estão sendo examinadas, mas, por enquanto, nada está definido



:. After June 15, 2018 program support will no longer be available via e-mail or telephone

:. We will continue to provide compatibility fixes for BibleWorks 10 well into the future. This will ensure that you can continue to use the program for the long term. Compatibility updates will be provided through the normal updater mechanism within the program

:. After June 15, versions of BibleWorks prior to version 10 will no longer be supported. Current installations for all versions will continue to function normally. However, in the unlikely event that a driver or Windows update breaks the program, there will be no updates to fix the problem

:. We will keep the BibleWorks forums active so that users can continue to interact and get help from each other. We will also keep the BibleWorks Knowledge Base active to provide answers to the most common questions about BibleWorks functionality. We will endeavor to keep these support alternatives available for as long as they are useful to users.

:. If you want to license BibleWorks 10 or any add-on modules for any version of BibleWorks, you must do so before June 15. Until June 15, BibleWorks 10 is being made available to new and upgrading customers for the unprecedented price of US$199.

:. Is this the end of BibleWorks? We continue to pray that the Lord would provide a way for the program to continue, and we are exploring some possibilities. But there are no definite plans at present for future development


O comunicado está assinado por Michael Bushell, Owner and Lead Programmer.


Leia Mais:
BibleWorks 10: resenha de David Instone-Brewer
What is BibleWorks?

Biblical Studies Carnival 147

Seleção de postagens dos biblioblogs em maio de 2018.

May 2018: Biblical Studies Carnival 147

Trabalho feito por Tim Bulkeley em seu áudio blog 5 Minute Bible.

E há também The May Biblioblog Carnival from Avignon. By Jim West.

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Fragmento de Marcos foi escrito entre 150 e 250 d.C.

Especialistas avaliam que o P137 foi escrito entre 150 e 250 d.C. O manuscrito mede apenas 4,4 x 4 cm, e contém algumas letras dos versículos 7–9 e 16–18 do capítulo 1 do evangelho de Marcos. Mesmo que não seja tão antigo quanto muitos esperavam - fora divulgado que seria do século I -, o P137 ainda é uma descoberta significativa, pois é provável que este seja o mais antigo fragmento do evangelho de Marcos até agora descoberto.


Para entender o caso, leia dois posts de fevereiro de 2012:

Descoberto fragmento de Marcos do século I?

Esclarecimentos sobre o fragmento de Marcos do século I


Depois, leia*:

Despite Disappointing Some, New Mark Manuscript Is Earliest Yet

By Elijah Hixson - Christianity Today: May 30, 2018

Bible scholars have been waiting for the Gospel fragment’s publication for years.

The Egypt Exploration Society has recently published a Greek papyrus that is likely the earliest fragment of the Gospel of Mark, dating it from between A.D. 150–250. One might expect happiness at such a publication, but this important fragment actually disappointed many observers. The reason stems from the unusual way that this manuscript became famous before it became available.

Second (or Third) Things First

In late 2011, manuscript scholar Scott Carroll—then working for what would become the Museum of the Bible in Washington D.C.—tweeted the tantalizing announcement that the earliest-known manuscript of the New Testament was no longer the second-century John Rylands papyrus (P52). In early 2012, Daniel B. Wallace, senior research professor of New Testament at Dallas Theological Seminary, seemed to confirm Carroll’s statement. In a debate with Bart D. Ehrman, Wallace reported that a fragment of Mark’s gospel, dated to the first century, had been discovered.

As unlikely as a first-century Gospel manuscript is, the fragment was allegedly dated by a world-class specialist. This preeminent authority was not an evangelical Christian, either. He had no apologetic motive for assigning the early date. The manuscript, Wallace claimed, was to be published later that year in a book from Brill, an academic publisher that has since begun publishing items in the Museum of the Bible collection. When pressed for more information, Wallace refrained from saying anything new. He later signed a non-disclosure agreement and was bound to silence until the Mark fragment was published.

As a general rule, earlier manuscripts get us closer to the original text than later manuscripts because there are assumed to be fewer copies between them and the autographs (the original copies of the NT writings, most likely lost to history). Naturally, this news of a first-century copy of Mark generated a great deal of interest.

A first-century fragment of Mark’s gospel would be significant for several reasons. First, the earliest substantial manuscripts of the New Testament come from the third century. Any Christian text written earlier than A.D. 200 is a rare and remarkable find, much less one written before the early 100s. Second, early fragments of Mark’s gospel are scarce. Not all books of the New Testament are equally well-represented in our manuscripts, especially early on. There are several early papyri of Matthew and John, but before this new fragment was published, there was only one existing copy of Mark’s gospel produced before the 300s. Finally, a first-century manuscript of Mark would be the earliest manuscript of the New Testament to survive from antiquity, written within 40 years of when the Holy Spirit inspired the original through the pen of the evangelist himself. Needless to say, a first-century fragment of Mark was a bombshell.

Out of the Garbage Dump

Six years came and went, and there was no “first-century Mark” fragment. But information kept leaking. On stage at a conference in 2015, Scott Carroll told Josh McDowell that the manuscript had been for sale at least twice, after the first attempt was unsuccessful.

It was difficult to know who had even seen the manuscript. Only Carroll would publicly state that he had seen it. Carroll claimed to have seen the fragment in person twice, both times in the possession of Dirk Obbink. Obbink is a renowned papyrologist at the University of Oxford, and he is almost certainly the non-evangelical specialist to whom Wallace attributed the first-century date. New Testament scholars Craig Evans and Gary Habermas were among others who spoke about the fragment, generating even more excitement.

The manuscript has finally been published, but some are disappointed because it is not what they were hoping for: It’s not from the first-century.

The fragment, designated P137, was not published in a Brill volume as Wallace had predicted, nor is it part of the holdings of the Museum of the Bible in Washington D.C. as many had assumed it would be. Instead, it was published in the latest installment of the Oxyrhynchus Papyri series by the Egypt Exploration Society (EES) with the identifier P.Oxy. 83.5345.

The Oxyrhynchus papyri constitute a collection of hundreds of thousands of manuscript fragments excavated from an ancient Egyptian garbage dump near Oxyrhynchus between 1896 and 1906. Since the first volume was produced in 1898, only about one percent of the collection has been published. Among the papyri are biblical texts, apocryphal texts, classical texts, tax receipts, letters, and even a contract that stipulates the pre-determined outcome of a wrestling match.

The publication of P137 was prepared by Oxford papyrologists Daniela Colomo and Dirk Obbink. Although news releases from the EES about individual papyri are highly unusual, the organization issued a statement last week reporting that P137 was excavated probably in 1903, that Obbink had previously shown the papyrus to visitors to Oxford, and that it had been preliminarily dated to the first century. Obbink and Colomo admit in the edition that the handwriting is difficult to date. Scott Carroll stated that P137 is indeed the manuscript he had spoken about as “first-century Mark,” and Dan Wallace finally broke his six-year silence on the matter.

On the basis of the handwriting, Obbink and Colomo estimate that the manuscript was written in the range of A.D. 150–250. The manuscript itself is tiny, only 4.4 x 4 cm. It contains a few letters on each side from verses 7–9 and 16–18 of Mark 1. Lines of writing preserved on each side indicate that this fragment comes from the bottom of the first written page of a codex—a book rather than a scroll. The text does not present any surprising readings for a manuscript of its age, and the codex format is also what we would expect.

Even though it is not quite so early as many hoped, P137 is still a significant find. Its date range makes it likely the earliest copy of Mark’s gospel. The fact that the text presents us with no new variants is partially a reflection of the overall stability of the New Testament text over time. Moreover, P137 is not the only new papyrus of the New Testament to be published in the latest Oxyrhynchus volume. Also published are P138, a third-century papyrus of Luke 13:13–17 and 13:25–30, and P139, a fourth-century papyrus of Philemon 6–8 and 18–20. P138 overlaps with two roughly contemporary manuscripts of Luke, which allows us better opportunity to assess the early transmission of Luke’s gospel. Additionally, early manuscripts of Philemon are rare, and P139 is among the earliest.

It should be stated, however, that we have no shortage of New Testament manuscripts. There are about 5,300 Greek manuscripts of the New Testament of various sizes and dates. Such an “embarrassment of riches,” as they have been called, allows us to reconstruct the original text of the New Testament with a high degree of confidence. As exciting as they are, textually speaking, new manuscript discoveries tend to confirm or at most fine-tune our Greek New Testament editions. As an example, our Greek New Testaments would be exactly the same with or without our current earliest New Testament manuscript, P52.

Questions Remain

One lingering question is whether or not the new Mark fragment was ever up for sale. The EES, which owns the papyrus, emphatically denies that they ever attempted to sell it. Yet, Scott Carroll and others have reported that it was indeed offered for sale. In a comment on the post that broke the news about the EES publication at the blog Evangelical Textual Criticism, someone commenting as Carroll named Dirk Obbink as the one who offered the papyrus to him. Obbink was formerly editor of the Oxyrhynchus collection, and Carroll was involved in acquisitions for the Green family at the time. Some of that collection later became part of the Museum of the Bible collection.

Many people—including Carroll himself—believed that the Greens had at some point purchased the manuscript until it appeared in an Oxyrhynchus volume. Obbink recently denied attempting to sell the manuscript to the Greens, according to Candida Moss and Joel Baden, writing for The Daily Beast. When I contacted Carroll and Obbink for statements, Carroll replied that he had nothing to add to or subtract from his story, and Obbink did not respond.

This new publication is only the first word on the manuscript. There is surely much more to come. Manuscript dates are often disputed, though I expect the question will be whether P137 could be later, not whether it could be earlier. Multi-spectral imaging and digital image processing open new doors to deciphering and understanding manuscripts, and P137 might benefit from such types of analysis.

Rather than disappointment that P137 is not quite as early as once thought, the publication of P137 is a cause to celebrate. We have another significant find, and it is the earliest manuscript of Mark 1! The excavations of Oxyrhynchus continue to yield valuable artifacts of antiquity including new biblical manuscripts after over a century of publishing. We can happily look forward to more unknown treasures yet to come.

The EES has made the publication, including images of P137, available here.

Elijah Hixson is an adjunct lecturer at Edinburgh Bible College. He has written articles for academic journals and is a regular contributor to the Evangelical Textual Criticism blog.

* Artigo reproduzido na íntegra


> Atualização: 14.06.2018 - 10h40

‘First-Century’ Mark Fragment: Second Update - On 11 June 2018 - By Daniel B. Wallace

Update on P137 (P.Oxy. 83.5345)  -  By Elijah Hixson: Evangelical Textual Criticism - June 11, 2018

“First Century” Mark and “Second Century” Romans and “Second Century” Hebrews and “Second Century” 1 Corinthians - By Brent Nongbri: Variant Readings - June 12, 2018



Leia Mais:
Center for the Study of New Testament Manuscripts
“First-Century Mark,” Published at Last? [Updated]

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Oxford Handbooks Online


Oxford Handbooks Online - Scholarly Research Reviews


Oxford Handbooks Online is an outstanding collection of the best Handbooks areas across many different subject areas. One of the most prestigious and successful strands of Oxford’s scholarly publishing, the Handbook series contains in-depth, high-level articles by scholars at the top of their field.

Oxford Handbooks Online is guided by a world-class Editorial Board that bring together the world’s leading scholars to discuss research and the latest thinking on a range of major topics. Each Handbook offers thorough introductions to topics and a critical survey of the current state of scholarship, creating an original conception of the field and setting the agenda for new research. Handbook articles review the key issues and cutting-edge debates, as well as providing arguments for how those debates might evolve.

Revolutionary changes to the publishing program ensure that all Handbooks are available online as well as in print, and monthly updates introduce articles in advance of print publication ensuring the most current, authoritative coverage.

Um vídeo, com legendas em português, explica como usar o Oxford Handbooks Online.


Leia Mais:
Oxford Bibliographies

Paulo: contextos e leituras

 Paulo: contextos e leituras - VIII Congresso da ABIB em 2018


Paulo: contextos e leituras é o tema do VIII Congresso da ABIB, que terá lugar na PUC-PR, Campus Curitiba, de 27 a 30 de agosto de 2018.

Com destaque para a participação dos professores John M. G. Barclay, da Universidade de Durham, Reino Unido, e Carlos Gil Arbiol, da Universidade de Deusto, Espanha.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

A virada profética de Francisco na IHU-Online

A virada profética de Francisco – Uma “Igreja em saída” e os desafios do mundo contemporâneo

Este é o tema de capa da Revista IHU On-Line, edição 522, 21 de maio de 2018.

Revista IHU On-Line, edição 522, 21 de maio de 2018

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Septuaginta: A Reader's Edition

LANIER, G. R. ; ROSS, W. A. (eds.) Septuaginta: A Reader's Edition.  Peabody, MA: Hendrickson Publishers, 2018, 3400 p. - ISBN 9781619708433.


LANIER, G. R. ; ROSS, W. A. (eds.) Septuaginta: A Reader's Edition.  Peabody, MA: Hendrickson Publishers, 2018


Septuaginta: A Reader’s Edition presents the complete text of the Greek Old Testament (including the apocryphal/deuterocanonical books), accompanied by bottom-of-the-page glosses for infrequent words and (where applicable) parsings as well as an appendix providing a glossary of common words.

This project was initiated in 2014 by Greg Lanier and Will Ross, who—after seeing the positive reception of the HB and GNT “Reader’s Editions,” which provide the full original text with vocabulary helps and other aids—saw the need for such an edition for the Septuagint. The goal of this project is to provide students of Koine Greek, especially those with an interest in the OT and NT, with the full text of the Greek OT (including double-texts and apocrypha) in such a form that they can read longer portions of text without constantly consulting a lexicon or parsing guide.

After years of work and a fantastic partnership with the editorial staff at Hendrickson Publishers, we are proud to be releasing (est. November 2018) this two-volume work, which includes 1,175 chapters of Greek text across over 3,300 pages, English headings to assist the reader, and over 125,000 vocabulary glosses in the running apparatus.

Why Did We Choose Rahlfs-Hanhart as the Basis for this Reader’s Edition?


Leia Mais:
Septuaginta

sábado, 12 de maio de 2018

Bíblia Hebraica, Setenta e Novo Testamento Grego para Android

 Biblia Hebraica, SBLGNT, LXX, and Apostolic Fathers for Android

Baixe aplicativos, para Android, da Bíblia Hebraica, Setenta (LXX), Novo Testamento Grego e Padres Apostólicos.

Busque na Play Store por Matt Robertson.

Clique aqui e saiba mais.


Lembro aos interessados que no site da Sociedade Bíblica Alemã (Deutsche Bibelgesellschaft = DBG) estão disponíveis online textos originais das seguintes edições da Bíblia: Biblia Hebraica Stuttgartensia - Novum Testamentum Graece (ed. Nestle-Aland), 28. Edição - Novo Testamento Grego (UBS5) - Septuaginta (ed. Rahlfs/Hanhart) - Vulgata (ed. Weber/Gryson). Clique aqui.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Textos de Manuscritos do Mar Morto lidos com infravermelho

Análises recentes com infravermelho possibilitaram a leitura de textos invisíveis em pequenos fragmentos de Manuscritos do Mar Morto que pareciam, a olho nu, estar em branco.

Leia a notícia em inglês e português.


Fragmento do Deuteronômio (11Q3), à direita, visto com infravermelho, à esquerda


Hidden Text Found on 'Blank' Dead Sea Scrolls - By Laura Geggel - Live Science: May 3, 2018

Previously hidden text on fragments of the Dead Sea Scrolls is now readable, revealing a possible undiscovered scroll and solving a debate about the sacred Temple Scroll. The discoveries came from a new infrared analysis of the artifacts, the Israel Antiquities Authority (IAA) announced yesterday (May 1). The newfound writing came from the books of Deuteronomy and Leviticus, which are in the Hebrew Bible (also known as the Old Testament of the Christian Bible), and the Book of Jubilees, a text written at the same time as the Hebrew Bible that was never incorporated into the biblical books, the archaeologists said. Researchers presented the newly revealed words at an international conference, called "The Dead Sea Scrolls at Seventy: Clear a Path in the Wilderness," in Israel.

Também aqui.

Arqueólogos encontram trechos escondidos nos Manuscritos do Mar Morto - Galileu: 04/05/2018

Texto das escrituras hebraicas foi encontrado depois de análise com infravermelho


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Os essênios: a racionalização da solidariedade
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sábado, 5 de maio de 2018

SOTER 2018: Religião, Ética e Política

A SOTER - Sociedade de Teologia e Ciências da Religião - comunica que seu 31º Congresso Anual terá como tema Religião, Ética e Política e será realizado no campus Coração Eucarístico da PUC-Minas, em Belo Horizonte, de 10 a 13 de julho de 2018.

 10-13 de julho de 2018: 31º Congresso Anual da SOTER: Religião, Ética e Política

A cada ano, o Congresso Internacional da SOTER reúne um número significativo de teólogos, cientistas da Religião, estudantes de pós-graduação e pesquisadores de áreas afins, tanto em nível nacional como internacional. Para 2018, o Congresso prossegue as discussões anteriores e mantém a preocupação de estar atento às urgências da sociedade. Por esta razão, tratará sobre “Religião, Ética e Política”. A sociedade atual apresenta desafios que tocam questões fundamentais, sobretudo na ótica do direito, da democracia, nas causas sociais, na multiculturalidade que tece o nosso contexto e em temas que exigem uma postura nova e um olhar mais profundo da realidade. O tema também se faz relevante pela situação política do país e de todo o mundo. 2018 traz ainda a comemoração dos 70 anos da Declaração dos Direitos Humanos. Dentro destas intenções, o olhar da teologia e das religiões se faz importante, e é onde se espera apresentar uma contribuição.


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Congressos e publicações da SOTER

Marx: 200 anos

No texto O discurso socioantropológico: origem e desenvolvimento, fiz uma síntese da sociologia de Marx, observando no final: este resumo dá apenas uma rápida ideia da complexidade, do alcance e das inúmeras polêmicas que o pensamento de Marx gera, necessariamente, tanto entre os estudiosos como entre os homens engajados em qualquer ação social.

Karl Marx: Trier, 5 de maio de 1818 - Londres, 14 de março de 1883

Começo assim:

Um resumo da sociologia de Marx pode ser encontrado no célebre “Prefácio” da Contribuição à Crítica da Economia Política, escrito em janeiro de 1859: “O resultado geral a que cheguei e que, uma vez obtido, serviu-me de guia para meus estudos, pode formular-se, resumidamente, assim: na produção social da própria existência, os homens entram em relações determinadas, necessárias, independentes de sua vontade; estas relações de produção correspondem a um grau determinado de desenvolvimento de suas forças produtivas materiais. A totalidade dessas relações de produção constitui a estrutura econômica da sociedade, a base real sobre a qual se eleva uma superestrutura jurídica e política e à qual correspondem formas sociais determinadas de consciência. O modo de produção da vida material condiciona o processo de vida social, política e intelectual. Não é a consciência dos homens que determina o seu ser; ao contrário, é o seu ser social que determina a sua consciência. Em certa etapa de seu desenvolvimento, as forças produtivas materiais da sociedade entram em contradição com as relações de produção existentes, ou, o que não é mais que sua expressão jurídica, com as relações de propriedade no seio das quais elas se haviam desenvolvido até então. De formas evolutivas das forças produtivas que eram, essas relações convertem-se em entraves. Abre-se, então, uma época de revolução social. A transformação que se produziu na base econômica transtorna mais ou menos lenta ou rapidamente toda a colossal superestrutura. Quando se consideram tais transformações, convém distinguir sempre a transformação material das condições econômicas de produção – que podem ser verificadas fielmente com a ajuda das ciências físicas e naturais – e as formas jurídicas, políticas, religiosas, artísticas ou filosóficas, em resumo, as formas ideológicas sob as quais os homens adquirem consciência desse conflito e o levam até ao fim. Do mesmo modo que não se julga o indivíduo pela ideia que faz de si mesmo, tampouco se pode julgar uma tal época de transformação pela consciência que ela tem de si mesma. É preciso, ao contrário, explicar esta consciência pelas contradições da vida material, pelo conflito que existe entre as forças produtivas sociais e as relações de produção. Uma sociedade jamais desaparece antes que estejam desenvolvidas todas as forças produtivas que possa conter, e as relações de produção novas e superiores não tomam jamais seu lugar antes que as condições materiais de existência dessas relações tenham sido incubadas no próprio seio da velha sociedade. Eis porque a humanidade não se propõe nunca senão os problemas que ela pode resolver, pois, aprofundando a análise, ver-se-á sempre que o próprio problema só se apresenta quando as condições materiais para resolvê-lo existem ou estão em vias de existir. Em grandes traços, podem ser designados, como outras tantas épocas progressivas da formação econômica da sociedade, os modos de produção asiático, antigo, feudal e burguês moderno. As relações de produção burguesas são a última forma antagônica do processo de produção social, antagônica não no sentido de um antagonismo individual, mas de um antagonismo que nasce das condições de existência sociais dos indivíduos; as forças produtivas que se desenvolvem no seio da sociedade burguesa criam, ao mesmo tempo, as condições materiais para resolver este antagonismo. Com esta formação social termina, pois, a pré-história da sociedade humana”.

Comentando o “Prefácio” de Marx, na Introdução da coletânea citada, diz Florestan Fernandes que “o que emerge é uma refinada teoria sociológica da revolução social, esbatida sobre o pano de fundo das correntes históricas que atravessam as estruturas da sociedade”. Este texto “exibe a consciência revolucionária da história sob a forma acabada de teoria científica, desvendando como se produz historicamente a revolução social e o quanto ela não passa de um processo natural nas sociedades de forma antagônica”.

Raymond Aron, por sua vez, diz que “encontramos nesta passagem [transcrita acima] todas as ideias essenciais da interpretação econômica da história, com a única reserva de que nem a noção de classes nem o conceito de luta de classes aparecem aí explicitamente. No entanto é fácil reintroduzi-los nessa concepção geral”. Vamos percorrer, com R. Aron, as sete “ideias essenciais” do pensamento de Marx sobre a sociedade, ideias que formam o arcabouço do chamado materialismo histórico [as notas de rodapé do texto original foram excluídas aqui].

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Bicentenário de Karl Marx tem programação especial em São Paulo
Marx no blog da Boitempo

terça-feira, 1 de maio de 2018

Biblical Studies Carnival 146

Seleção de postagens dos biblioblogs em abril de 2018.

Biblical Studies April Carnival

Trabalho feito por Ruben Rus em seu blog Ayuda Ministerial.

domingo, 29 de abril de 2018

Por que os livros de Amós e Oseias foram escritos?

Neste mês de abril de 2018 estive estudando com os alunos do Segundo Ano de Teologia do CEARP o livro de Amós. Agora estamos examinando Oseias. E uma pergunta sempre surge: em que contextos livros proféticos como Amós e Oseias foram escritos?

Wolfgang Schütte, que se dedica a pesquisar os inícios da profecia escrita nos séculos VIII e VI a.C., nos dá uma boa pista em dois artigos publicados na revista Biblica, do Pontifício Instituto Bíblico de Roma. Artigos disponíveis para leitura online. Em alemão.

El Profeta, de Pablo Gargallo - Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid (1933)


Amós

SCHÜTTE, W. Die Amosschrift als juda-exilische israelitische Komposition. Biblica, Roma,  vol. 93, p. 520-542, 2012.

The oracles of Amos written in the 8th century BCE were brought from the Kingdom of Israel to Judah after the fall of Samaria in 720 BCE. We think that the Israelites in «exile» in Judah were hoping for a restoration at that time. The Book of Amos can be interpreted in this context: it explains the feelings of Israelite refugees in Judah (Amos 1-2), the responsibility of the Israelite elite for the disaster (Amos 3-6), the reason why the people bear the consequences of the catastrophe (Amos 7), and why there is hope for the refugees in Judah, but not for the exiles in Assyria (Amos 8-9).

Os oráculos de Amós escritos no século VIII a.C. foram trazidos do reino de Israel para Judá depois da queda de Samaria em 720 a.C. Nós pensamos que os israelitas no "exílio" em Judá estavam esperando por uma restauração naquele tempo. O Livro de Amós pode ser interpretado neste contexto: explica os sentimentos dos refugiados israelitas em Judá (Amós 1-2), a responsabilidade da elite israelita pelo desastre (Amós 3-6), a razão pela qual as pessoas sofrem as consequências da catástrofe (Amós 7), e por que há esperança para os refugiados em Judá, mas não para os exilados na Assíria (Amós 8-9).


Oseias

SCHÜTTE, W. Die Entstehung der juda-exilischen Hoseaschrift. Biblica, Roma, vol. 95, p. 198-223, 2014.

The book of Hosea was composed a short time after the Assyrian conquest of Israel and by a group of Israelites that had fled to Judah. The kernel of the book comes from a series of critical statements about cultic personnel and Israel's society. The book integrated later reflections on national guilt and tried to infuse religious hope to the Israelite refugees in Judah.


O livro de Oseias é uma composição israelita no contexto dos exilados de Israel (norte) em Judá, propõe Wolfgang Schütte.

O livro de Oseias foi composto pouco depois da conquista assíria de Israel, por um grupo de israelitas que fugiram para Judá. O cerne do livro vem de uma série de posicionamentos críticos sobre o pessoal do culto e a sociedade de Israel. O livro integrou reflexões posteriores sobre a culpa nacional e tentou infundir esperança religiosa aos refugiados israelitas em Judá.

Diz o autor:
Ich unterstelle ihr, dass sie im Kern eine israelitische, im Fluchtland Juda verfasste, religiöse Literatur ist, die sich mit der Politik des Zufluchtslandes und einer  erhofften Rückkehr nach Israel selbst auseinandersetzt.

Eu proponho que o livro de Oseias deva ser lido como literatura israelita escrita na terra de refúgio de Judá, lidando com a política do país de refúgio e com a esperança de um retorno a Israel.


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Perguntas mais frequentes sobre o profeta Amós
Faça o download do livro A Voz Necessária: encontro com os profetas do século VIII a.C.