sábado, 23 de agosto de 2014

Cui prodest? Cui bono?

A queda do avião que matou Eduardo Campos ajudou a empurrar para muito mais perto do Palácio do Planalto, em Brasília, uma agente-operadora dos grupos financiados por George Soros.

O que significa o título em latim? Veja aqui.

Ou:

Mas não foi nas aulas de Direito Romano que pela primeira vez prestei atenção no cui prodest e no cui bono, perguntas de sentido idêntico, feitas quando se busca saber quem se beneficia de determinada situação — a quem aproveita, quem ganha? Foi um pouco depois, quando começamos a estudar Direito e Processo Penal e nos apresentaram casos e julgamentos de crimes misteriosos ou controvertidos. Um bom advogado ou promotor, ao ser confrontado com um desses crimes, ou mesmo qualquer crime, inclusive os aparentemente elucidados, devia deter-se algum tempo nessa indagação, que constituiria quase uma postura metodológica básica. “Cui prodest scelus, is fecit” era a frase de Sêneca que citávamos judiciosamente. Mais ou menos “aquele a quem o crime aproveita foi quem o cometeu”.Parece bastante simples e até intuitivo, condição que ninguém precisaria estudar para inferir. Mas, como sabemos, esta vida é cheia de surpresas... (João Ubaldo Ribeiro, Cui prodest? Cui bono? O Globo 28/04/2013).


A teoria conspiratória abaixo é gostosa de se ler e, se não for verdadeira, pelo menos é bem contada. Como dizem os italianos: Se non è vero, è ben trovato...

Leia: Uma boa teoria de conspiração - Miguel do Rosário: O Cafezinho 21/08/2014

Que, entre outras, diz:

Seja como for, o acidente aéreo que matou Eduardo Campos trouxe à baila novas teorias de conspiração (...) Dilma foi a principal prejudicada com a morte de Campos, porque a substituta, Marina Silva, sempre foi muito mais perigosa eleitoralmente do que o ex-governador de Pernambuco. A única teoria de conspiração que faz sentido envolve o nome de Marina Silva. Então, se algum desmiolado (ou gênio, nunca se sabe) quiser alimentar teorias de conspiração, reproduzo abaixo uma belíssima referência. É um artigo escrito por Wayne Madsen, um blogueiro e jornalista investigativo que se tornou um dos maiores especialistas em teorias de conspiração dos Estados Unidos. É respeitado por grupos de esquerda e direita. Dezenas de sites importantes publicam frequentemente seus artigos. É entrevistado constante em diversos canais de TV. Pois então, segundo Madsen, a morte de Campos e a ascensão de Marina podem envolver um plano orquestrado por bilionários americanos, com objetivo de derrotar Dilma Rousseff, cuja defesa da soberania nacional é vista como um estorvo aos interesses imperiais dos EUA e especuladores internacionais.


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