sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Leituras da Evangelii Gaudium

:: Um guia para a Evangelii Gaudium - Aldo Maria Valli: Notícias: IHU On-Line 28/11/2013
"A alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus": assim começa a Evangelii Gaudium, com a qual o Papa Francisco aborda o tema do anúncio do Evangelho no mundo de hoje. É um apelo a todos os batizados, sem distinções de papel, para que levem aos outros o amor de Jesus em um "estado permanente de missão" (25), vencendo "o grande risco do mundo atual", o de cair em "uma tristeza individualista" (2). A reportagem é de Aldo Maria Valli, publicada no site Vino Nuovo em 26/11/2013.

:: Francisco e o vento contrário da Cúria - Hans Küng: Notícias: IHU On-Line 28/11/2013
O Papa Francisco dispõe das necessárias qualidades para liderar como capitão o navio da Igreja através das tempestades destes tempos: a confiança dos fiéis lhe servirá de apoio. Ele terá contra ele o vento da Cúria e, muitas vezes, deverá avançar em ziguezague. A Evangelii Gaudium é uma etapa importante nesse sentido, mas certamente não é o ponto de chegada. A opinião é do teólogo suíço-alemão Hans Küng, em artigo publicado pelo jornal Corriere della Sera em 27/11/2013 [confira também em El País de 28/11/2013].

:: A ''encíclica transversal'' de Francisco - Massimo Faggioli: Notícias: IHU On-Line 28/11/2013
"O título representa bem as duas fontes às que se refere o programa da nova evangelização (termo, aliás, raramente usado no documento). Trata-se da constituição pastoral do Vaticano II, Gaudium et Spes (1965), e a Evangelii Nuntiandi, de Paulo VI (1975). É a reabilitação pública de um magistério conciliar e pós-conciliar particularmente negligenciado durante o pontificado de Bento XVI e na teologia que fez carreira eclesiástica nos últimos anos". A opinião é do historiador italiano Massimo Faggioli, professor de história do cristianismo da University of St. Thomas, em Saint Paul, nos EUA. O artigo foi publicado no jornal Europa em 27/11/2013.

::  O "I have a dream" do Papa Francisco - John L. Allen Jr.: Notícias: IHU On-Line 28/11/2013
Francisco aponta para uma reforma em diversas áreas, incluindo uma chamada imediata por “conversão do papado” em direção a uma “sensata descentralização”. O que inclui, ao menos, uma inversão aparentemente clara da política anterior: atribuir a autoridade para o ensino às conferências dos bispos, em contrariedade a uma decisão, de 1998, do Papa João Paulo II negando-lhes precisamente tal papel. O comentário é de John L. Allen Jr. e foi publicado pelo National Catholic Reporter em 27/11/2013.

:: A alegria do Evangelho, uma revolução no Vaticano - Matthias Drobinski: Notícias: IHU On-Line 28/11/2013
"Saiam!" é a essência da mensagem que ele envia a bispos, padres, membros da comunidade. Saiam para fora das suas cômodas estruturas eclesiais burguesas e do caloroso círculo dos convencidos – anunciem o Evangelho às periferias das cidades, aos marginalizados pela sociedade, aos pobres, aos abandonados, aos que duvidam. A reportagem é de Matthias Drobinski, publicada no jornal Süddeutsche Zeitung em 26/11/2013.

Leia Mais:
Francisco: a alegria do Evangelho

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Sobre a importância dos blogs acadêmicos

Organizem o seu blog... temos de dar este passo, e criar um ambiente rico e colaborativo no nosso mundo científico-acadêmico. Francamente, acho que faz parte da vocação do professor e do pesquisador não só ensinar e inovar, como organizar de forma moderna a comunicação das ideias que possam enriquecer a nova geração e enriquecer-nos uns aos outros.


Ciência Livre: vale a pena um professor criar o seu blog - Ladislau Dowbor: LadislauDowbor 25/11/2013

Constatei nestes anos de experiência prática do meu blog o seguinte, esperando que as informações sejam úteis:

1) A criação de um blog individual de professor representa um investimento extremamente pequeno, comparando com o benefício obtido, sobre tudo porque hoje temos estagiários blogueiros da nova geração que tiram isto de letra. Não custará muito mais do que uma bicicleta. A alimentação do blog, por sua vez, é igualmente simples, basta escrever alguns passos no papel e seguir. E se tiver filho é mais simples ainda.

2) Ter um blog não é um ônus em termos de tempo, pelo contrário. As pessoas imaginam ter de “alimentar” um blog, ou seja, comunicar o tempo todo. Um blog científico, na realidade, como o meu, é muito mais uma biblioteca de fácil acesso universal, do que uma “newsletter” que eu tenha de acompanhar e administrar. Não faz muita diferença com uma estante na minha biblioteca, com a diferença que é muito mais fácil encontrar o meu texto com uma palavra chave no computador, do que localizá-lo na estante ou nas pilhas. E quem precisa de um texto pode pegá-lo no meu blog, não precisa me pedir o livro emprestado nem perder tempo dele e meu. Pegam o que precisam, e eu não deixo de ter o que pegam.

3) A produção científica e a divulgação deixam de constituir processos separados. O artigo ou o livro que o professor escreve, ou que recebeu e quer divulgar, é colocado no blog, e está no ar. Quem se interessar pode pegar. Recebi um e-mail de Timor Leste, onde falam português, pedindo para utilizar na formação de professores o meu texto Tecnologias do Conhecimento: os desafios da educação, editado pela Vozes. Autorizei e agradeci. Não precisei ir lá oferecer, nem empacotar livros. E eles encontraram simplesmente porque colocaram palavras chave na busca por internet. Cria-se um mundo científico colaborativo. Não me pagam nada, mas é útil, e tenho meu salário na PUC. Ponto importante, o livro vai para a 6ª edição pela editora, uma coisa não atrapalha a outra, a editora encontra o seu interesse também.

4) O essencial não está na gratuidade, mas na facilidade de acesso e na pesquisa inteligente. Procurar um artigo que saiu em alguma revista, e buscá-lo numa biblioteca, nesta era em que o tempo é o recurso escasso, francamente já não funciona. Mais importante ainda é a possibilidade de folhear em pouco tempo dezenas de estudos diferentes sobre um tema, através da pesquisa temática, cruzando enfoques de diversas disciplinas, autores e visões. Conhecer o estado da arte de um problema determinado, de maneira prática, ajuda muito na construção colaborativa do saber e na inovação em geral.

5) O blog torna-se também uma biblioteca de terceiros. Coloco no blog, em Artigos Recebidos, textos que me enviam e que me parecem particularmente bons, tanto para o meu uso futuro como para repassar a outras pessoas. Por exemplo, quando me fazem uma pergunta sobre energia, recomendo que peguem no meu site o artigo de Ignacy Sachs, disponível na íntegra, sobre A Revolução Energética do Século XXI. Forma-se assim uma biblioteca personalizada que irá facilitar imensamente consultas posteriores, ou recomendações de leitura para alunos.

6) Como professor, recebo frequentemente textos excelentes dos meus alunos. Conheço suficientemente a minha área para saber que se trata de um ótimo trabalho. Normalmente, ninguém leria o trabalho, pois o aluno não é conhecido. Eu coloco no blog, e envio um mailing para colegas e colaboradores, alertando para um bom texto que surgiu. Costumo receber agradecimentos do aluno, que viu o seu estudo solicitado por várias pessoas. Enterrar um bom trabalho numa biblioteca é uma coisa triste. De certa forma, utilizo assim o meu blog para “puxar” para a luz bons trabalhos de pessoas menos conhecidas.

7) Tudo isto está baseado no marco legal chamado Creative Commons, internacionalmente reconhecido, que me assegura proteção: as pessoas podem usar e divulgar, mas não utilizar para fins comerciais. Trata-se da plataforma jurídica da ciência colaborativa, instrumento que me protege ao impedir a apropriação comercial, a deturpação do texto ou o uso sem fonte, ao mesmo tempo que permite que o texto seja imediatamente acessível para fins didático-científicos ou recreativos. O Google-Scholar me permite inclusive acompanhar as citações que fazem dos meus trabalhos.

8) Um enriquecimento muito importante do processo, é que me permite utilizar texto, imagens e sons sem nenhum constrangimento em cada produção, associando ilustrações artísticas, fragmentos de um discurso ou animação gráfica sem nenhum constrangimento, pois do lado de quem lê haverá a mesma facilidade. A experiência criativa fica particularmente valorizada, considerando as dificuldades de tentar se reproduzir determinados gráficos, que podem ser simplesmente copiados para o texto em elaboração, ao mesmo tempo que se inclui o link do texto de origem, ajudando a divulgá-lo e facilitando verificações. A multimídia bem utilizada é muito útil.

9) Trata-se de uma ferramenta em que o universo educacional, em particular, tem muito a ganhar. Em vez do professor procurar em revistas das bancas de jornais artigos para discussão com alunos, pode pesquisar os textos online, e repassar para os alunos os links. Os alunos inclusive encontrarão diversos textos online sobre o tema, desenvolverão a sua capacidade de pesquisar no imenso acervo digital, trarão para a discussão enfoques diversificados. Cabe a nós assegurar que haja um rico acervo de textos científicos disponíveis online, alimentando de certa forma o conjunto do universo educacional. O professor será aqui um pouco menos um transmissor de conhecimento, e bastante mais um organizador que ajuda a entender o que é relevante e ensina a trabalhar com conhecimento organizado.

10) O processo não conflita com o sistema atual de avaliação de professores. Para quem não é da área acadêmica, informo que o fato de milhares de pessoas lerem os meus textos online não me dá créditos acadêmicos. A minha solução, é que publico sim em periódicos formalmente avaliados como “acadêmicos”, para ter os créditos que a CAPES me pede. Mas para ser lido, publico online. Uma coisa não impede a outra. Aliás, um artigo meu publicado pela universidade da Califórnia, por exemplo, e que não me pagaram, só pode ser acessado mediante pagamento de 25 dólares a cada 24 horas. Chamam isto de direitos autorais. Esperar ser lido nestas condições, francamente não é muito realista. A Elsevier cobra entre 35 e 50 dólares por artigo e por acesso. Já são mais de 15 mil cientistas americanos que boicotam as revistas ditas “indexadas”, e publicam em sites abertos, inclusive com open peer-review. Mas enquanto a CAPES não atualizar os seus critérios, precisamos utilizar o papel e o digital, um para pontos, outro para leitores.

11) Com pequenos conselhos de alunos e colegas, fui acrescentando ao blog os instrumentos mais evidentes de comunicação. No blog abri a possibilidade de qualquer pessoa se inscrever para receber meus e-mails sobre materiais científicos que me parecem relevantes. Tenho atualmente mais de três mil “colegas virtuais”, a quem envio de forma não invasiva uma notinha sobre novos textos que surgem e que estão disponíveis no meu site. Uma aluna me colocou no twitter, são cerca de 3,5 mil seguidores que recebem os textos meus ou os que recomendo. O Facebook é outro instrumento, permite fazer circular o material. Por tanto, a minha biblioteca virtual não só organiza os textos que utilizo, como se comunica facilmente com todos os interessados, mesmo que não me conheçam.

12) Uma virtude básica do processo que precisa ser entendida, é que os textos circulam não só porque alguém os coloca online, mas porque são interessantes. Não porque os donos da mídia os divulgam e recomendam, mas porque os usuários os acham bons. Quando me chega um bom texto, a primeira coisa que faço é repassar com comentários. Ou seja, o que passa a circular, é o que é realmente bom, o que corresponde ao que as pessoas necessitam como informação científica organizada. Ao olhar as estatísticas de acesso aos meus trabalhos, posso identificar o que realmente está sendo lido, e pelos comentários posso avaliar insuficiências ou correções necessárias. O texto passa a constituir um processo interativo de construção científica.

13) Finalmente, eu acho que da mesma forma que temos pela frente a democratização da mídia – e surgiram excelentes alternativas de informação inteligente como Carta Maior, Envolverde, Mercado Ético, IHU, Outras Palavras, Monde Diplomatique e tantos outros – precisamos também criar um movimento do tipo “ciência livre”, que tire os nossos textos do esquecimento das bibliotecas. O Instituto Paulo Freire, por exemplo, ao constatar que com a lei atual de Copyright só teremos acesso aberto aos textos do pedagogo a partir de 2050, colocou grande parte dos seus escritos online, com exceção de alguns trancados por contratos de direitos muito restritivos. É uma imensa contribuição. Mas acho que temos de fazer isto com todos os nossos grandes gurus, com os transformadores atuais da ciência, e com textos da nova geração que estão inovando. É incrível sermos inundados por bobagens nos meios de comunicação sem que o peçamos, e que dificultemos o acesso aos trabalhos científicos essenciais para o progresso educacional do país. Enterrar dissertações de mestrado e teses de doutorado em bibliotecas, elas que custaram anos de trabalho do professor e do pesquisador, é absurdo.

Leia o texto completo. Também publicado em Outras Palavras, Envolverde e Mercado Ético.


Quem é Ladislau Dowbor?

Resenhas na RBL - 19.11.2013

As seguintes resenhas foram recentemente publicadas pela Review of Biblical Literature:

Georg Fischer
Theologien des Alten Testaments
Reviewed by Martin Leuenberger

Mercedes L. García Bachmann
Women at Work in the Deuteronomistic History
Reviewed by Susanne Scholz

Yung Suk Kim, ed.
1 and 2 Corinthians: Texts @ Contexts
Reviewed by Matthew R. Malcolm

Yulin Liu
Temple Purity in 1–2 Corinthians
Reviewed by S. Aaron Son

Jodi Magness, Seth Schwartz, Zeev Weiss, and Oded Irshai, eds.
“Follow the Wise”: Studies in Jewish History and Culture in Honor of Lee I. Levine
Reviewed by Rami Arav

Susan E. Myers, ed.
Portraits of Jesus: Studies in Christology
Reviewed by Francis J. Moloney

Daniel C. Olson
A New Reading of the Animal Apocalypse of 1 Enoch: “All Nations Shall be Blessed”
Reviewed by David R. Jackson

Colleen Shantz and Rodney A. Werline, eds.
Experientia, Volume 2: Linking Text and Experience
Reviewed by Scott D. Mackie

Eric A. Seibert
The Violence of Scripture: Overcoming the Old Testament’s Troubling Legacy
Reviewed by Ralph K. Hawkins

Martin Williams
The Doctrine of Salvation in the First Letter of Peter
Reviewed by Jennifer G. Bird

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Francisco: a alegria do Evangelho

Quero, com esta Exortação, dirigir-me aos fiéis cristãos a fim de os convidar para uma nova etapa evangelizadora marcada por esta alegria e indicar caminhos para o percurso da Igreja nos próximos anos.

Evangelii Gaudium: Exortação Apostólica sobre o anúncio do Evangelho no mundo atual (24 de novembro de 2013)

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Dez empresas controlam a indústria de alimentos

O que existe, de fato, por trás das marcas da indústria de alimentos?

Embora as gôndolas dos supermercados deem ao consumidor a ideia de que ele tem muitas opções na compra de alimentos, na verdade, todas essas marcas são produzidas por poucas empresas.

Apenas 10 grandes empresas controlam a indústria de alimentos no mundo: Associated British Foods (ABF), Coca-Cola, Danone, General Mills, Kellogg's, Mars, Mondelez International (Kraft Foods), Nestlé, PepsiCo e Unilever.

Veja o quadro em Convergence Alimentaire e clique aqui para ampliar.

Leia o informativo Por Trás das Marcas - Behind the Brands - da Oxfam (= Oxford Committee for Famine Relief), que estimula o debate sobre justiça alimentar em todo o mundo.

Confira quadros mais detalhados aqui, clicando sobre eles para ampliar.

sábado, 23 de novembro de 2013

Batalha pelo controle do pensamento de Francisco

A batalha pelo controle do pensamento de Francisco continua.

"O coletor mais refinado e sofisticado dessas nostalgias ratzingerianas e sentimentos anti-bergoglianos de matriz teológica é o vaticanista do L'Espresso, Sandro Magister, com o seu blog plurilíngue Settimo Cielo..." [e também Chiesa.it] (As oposições ao Papa Francisco. Artigo de Massimo Faggioli - Notícias: IHU On-Line 11/10/2013).


Leia:

:: Quando Bergoglio derrotou os teólogos da libertação - Sandro Magister: Chiesa.it, 01/10/2013, em Notícias: IHU On-Line 05/10/2013 [original italiano aqui]

:: A mudança de Francisco - Sandro Magister: Chiesa.it, 03/10/2013, em Notícias: IHU On-Line 07/10/2013 [original italiano aqui]

:: Também o Papa faz autocrítica. E corrige três erros, segundo vaticanista - Sandro Magister: Chiesa.it, 22/11/2013, em Notícias: IHU On-Line 23/11/2013 [original italiano aqui]

:: A Secretaria de Estado ordena a retirada do sítio do Vaticano da entrevista entre o Papa e Scalfari - Jesús Bastante: Religión Digital 15/11/2013, em Notícias: IHU On-Line 18/11/2013 [original espanhol aqui]

:: “Francisco me deu duas vezes um “ok” para a publicação da entrevista”, afirma Scalfari  - Redacción: Religión Digital 22/11/2013, em Notícias: IHU On-Line 23/11/2013 [original espanhol aqui]


Para as duas entrevistas, confira:

:: Entrevista de Francisco a Spadaro

:: Entrevista de Francisco a Scalfari

Leia Mais:
Francisco

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Resenhas na RBL - 04.11.2013

As seguintes resenhas foram recentemente publicadas pela Review of Biblical Literature:

Emily Arndt
Demanding Our Attention: The Hebrew Bible as a Source for Christian Ethics
Reviewed by Thomas Krüger

Pieter J. J. Botha
Orality and Literacy in Early Christianity
Reviewed by Stephen Reed

Marc Zvi Brettler, Peter Enns, and Daniel J. Harrington
The Bible and the Believer: How to Read the Bible Critically and Religiously
Reviewed by Greg Carey

Warren Carter
Seven Events That Shaped the New Testament World
Reviewed by Don Garlington

David G. Firth and Philip S. Johnston, eds.
Interpreting Deuteronomy: Issues and Approaches
Reviewed by Nathan MacDonald

Naomi Grunhaus
The Challenge of Received Tradition: Dilemmas of Interpretation in Radak’s Biblical Commentaries
Reviewed by David H. Aaron

Lori Hope Lefkovitz
In Scripture: The First Stories of Jewish Sexual Identities
Reviewed by Deborah Rooke

Ildefonso Lozano Lozano
Romanos 5: La vida de los justificados por la fe y su fundamento, la reconciliación por nuestro señor Jesucristo
Reviewed by David E. C. Ford

I. Howard Marshall, Volker Rabens, and Cornelis Bennema, eds.
The Spirit and Christ in the New Testament and Christian Theology: Essays in Honor of Max Turner
Reviewed by James P. Sweeney

Jacob Milgrom and Daniel I. Block
Ezekiel’s Hope: A Commentary on Ezekiel 38-–48
Reviewed by Steven S. Tuell

vanThanh Nguyen
Peter and Cornelius: A Story of Conversion and Mission
Reviewed by Sean A. Adams

Reinoud Oosting
The Role of Zion/Jerusalem in Isaiah 40–-55: A Corpus-Linguistic Approach
Reviewed by Marvin A. Sweeney

Yvonne Sherwood
Biblical Blaspheming: Trials of the Sacred for a Secular Age
Reviewed by Francis Landy

Mike van Treek Nilsson
Expresión literaria del placer en la Biblia hebrea
Reviewed by César Melgar

Thomas Willi
Israel und die Völker: Studien zur Literatur und Geschichte Israels in der Perserzeit
Reviewed by Michael Moore


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Alerta vermelho: CryptoLocker

Novo malware, CryptoLocker sequestra seu computador e pede resgate por ele - Redação: Canaltech 15/11/2013
O alerta vermelho foi ligado pela US-Computer Emergency Readiness Team (US-CERT), uma equipe de segurança norte-americana que lida com emergências quando o assunto é segurança virtual. O motivo: o CryptoLocker, um novo malware que "sequestra" e pede resgate pelo computador do usuário (...) Uma vez instalado no computador do usuário, o CryptoLocker é capaz de identificar e criptografar pastas e arquivos importantes do usuário no PC, em discos rígidos externos, pen drives e em serviços na nuvem. Depois disso, geralmente o papel de parede da área de trabalho é alterado para um que contém uma mensagem avisando da infecção e informando o usuário que ele terá que pagar para reaver seus arquivos...

Sistemas que podem ser infectados: Windows XP, Vista, 7 e 8.

Leia o texto completo.


CryptoLocker: Beware This Major Threat To Your PC - Rob.Schifreen: Gizmo's Freeware - 18. November 2013
CryptoLocker is a new breed of malware, which is being distributed across the world by spammers sending out email messages.  If you inadvertently click on the link within the email, and download the malware, it encrypts all of the files on your PC.  The only place where the decryption key is stored is on the spammers' own servers, and it's only held there for 72 hours.  To get it, you need to send a few hundred dollars.  If you don't do so within the time limit, your files are gone forever (...) And what's so worrying about this malware is that, as well as encrypting the files on your own PC, it also tries to attack files on other connected drives too, such as the computers on your network.  And, most importantly, your backups that might be held on cloud-based services such as Dropbox. To help protect yourself from malware of this kind, there are 3 things you should do...

Systems affected: Microsoft Windows systems running Windows 8, Windows 7, Vista, and XP operating systems.

Leia o texto completo.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Obras de Guimarães Rosa para Kindle

Obras de Guimarães Rosa para Kindle estão à venda na Amazon.com.br

Grande Sertão: Veredas, Tutameia, Estas estórias...

Confira.

Leia Mais:
Grande Sertão: Veredas - Sequências Narrativas

Ciberteologia começa a ser estudada na Gregoriana

A ciberteologia começa a ser estudada na Universidade Gregoriana, em Roma, neste ano acadêmico de 2013-2014. E o professor é Antonio Spadaro.

Descrição do curso no site da Gregoriana:
La Rete e la cultura del cyberspazio pongono nuove sfide alla nostra capacità di formulare e ascoltare un linguaggio simbolico che parli della possibilità e dei segni della trascendenza nella nostra vita. Forse è giunto il momento di considerare la possibilità anche di una cyberteologia intesa come l’intelligenza della fede al tempo della Rete. Essa sarebbe il frutto della fede che sprigiona da se stessa un impulso conoscitivo in un tempo in cui la logica della Rete segna il modo di pensare, conoscere, comunicare, vivere. 

Sobre isso li hoje:

"A ciberteologia virou matéria na Universidade Gregoriana... Este ano eu fui convidado para lecionar essa matéria. Vou tentar, dentro dos limites de tempo e de disponibilidade que eu tenho. Fiquei impressionado com o interesse que ela tem despertado, não só na Itália, mas em várias partes do mundo. A inclusão dessa matéria no currículo teológico me confirma que chegou a hora de processar melhor esta reflexão", disse Antonio Spadaro a Zenit em 9 de outubro de 2013.

“É chegado o momento de considerar o que chamo de ciberteologia, entendida como a inteligência da fé no tempo da rede, isto é, a reflexão sobre a conceptibilidade da fé à luz da lógica da rede”. A reflexão é de Antonio Spadaro, padre jesuíta, em entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line. Segundo ele, a ciberteologia “não é reflexão sociológica sobre a religiosidade na internet, mas é fruto da fé que emite de si própria um impulso cognitivo em um momento em que a lógica da rede marca a maneira de pensar, conhecer, comunicar, viver”. E complementa: “As redes sociais não dão expressão a um conjunto de indivíduos, mas a um conjunto de relações entre indivíduos. O conceito-chave não é mais a ‘presença’ na internet, mas a ‘conexão’. A sociedade digital não é mais concebível e compreensível somente por intermédio dos conteúdos. Não há, em princípio, as coisas, mas as ‘pessoas’. Há acima de tudo as relações: a troca dos conteúdos que ocorre nos relacionamentos entre as pessoas. A base relacional do conhecimento na internet é radical. Dela derivam desafios e perspectivas interessantes para a Igreja” (IHU On-Line 403, 24.09.2012)


Antonio Spadaro é autor do livro Cyberteologia: Pensare il cristianesimo al tempo della rete. Milano: Vita e Pensiero, 2012, 150 p. - ISBN 9788834321447.

Já traduzido em várias línguas. Em português é Ciberteologia: Pensar o Cristianismo nos tempos da rede. São Paulo: Paulinas, 2013, 184 p. - ISBN 9788535633252.

Diz a editora sobre o livro:
Programas de busca, smartphone, aplicativos, rede social: as recentes tecnologias digitais penetraram com impacto nossa vida diária. Entretanto, não como apenas instrumentos externos a serem usados para simplificar a comunicação e a relação com o mundo: elas, na verdade, desenharam um espaço antropológico novo que está mudando o nosso modo de pensar, de conhecer a realidade e de manter relações humanas. A revolução digital influencia de alguma forma nossa fé? Será que não se deveria começar a refletir sobre como o Cristianismo deva ser pensado e falado neste novo cenário humano? Talvez seja hora de se considerar a possibilidade de uma "ciberteologia" entendida como uma inteligência da fé (intellectus fidei) nos tempo da rede. Não se trata, porém, de simplesmente procurar na rede novos instrumentos para a evangelização ou fazer uma reflexão sociológica a respeito da religiosidade na internet. Ao contrário - e aqui está a novidade pioneira deste livro -, trata-se de encontrar os pontos de contato e de interação produtiva entre a rede e o pensamento cristão. A lógica da rede, com suas poderosas metáforas, proporciona ocasiões inéditas para nossa capacidade de falar de comunhão, dom, transcendência. E, por sua vez, o pensamento teológico pode ajudar o homem na rede a encontrar novos caminhos em sua trajetória para Deus. É um território ainda inexplorado que o autor aborda com um indiscutível background teológico e grande competência técnica, principalmente com o espírito de confiança na capacidade do Cristianismo e da Igreja de estarem presentes onde o homem desenvolve sua capacidade de conhecimento e relacionamento. A rede é um contexto em que a fé é chamada a se exprimir não por causa de uma mera "vontade de presença", mas uma conaturalidade do Cristianismo com a vida do ser humano. O desafio, portanto, não está em como "usar" bem a rede, mas como "viver" bem nos tempos da rede.

Visite o site e o blog de Antonio Spadaro, onde se fala mais do livro.

domingo, 10 de novembro de 2013

Ayrton's Biblical Page comemora hoje 14 anos

A página foi criada em 10 de novembro de 1999 e, hoje, 10 de novembro de 2013, completa 14 anos de existência!

Ayrton's Biblical Page celebrates 14 years online!


Happy Birthday


Parabéns, Congratulations, Felicitaciones, Congratulazioni, Glückwünsche, Félicitations, Gefeliciteerd, Tillykke, Συγχαρητήρια, מזל טוב

sábado, 9 de novembro de 2013

Resenhas na RBL - 31.10.2013

As seguintes resenhas foram recentemente publicadas pela Review of Biblical Literature:

Beth A. Berkowitz
Defining Jewish Difference: From Antiquity to the Present
Reviewed by Joshua Schwartz

Stéphanie E. Binder
Tertullian, On Idolatry and Mishnah Avodah Zarah: Questioning the Parting of the Ways between Christians and Jews
Reviewed by Michael Rosenberg

Markus Bockmuehl
Simon Peter in Scripture and Memory: The New Testament Apostle in the Early Church
Reviewed by Jean-François Racine

James L. Crenshaw
Reading Job: A Literary and Theological Commentary
Reviewed by Richard G. Smith

Detlef Dieckmann
«Worte von Weisen sind wie Stacheln» (Koh 12,11): Eine rezeptionsorientierte Studie zu Koh 1–2 und zum Lexem dabar im Buch Kohelet
Reviewed by Stefan Fischer

Laura Feldt
The Fantastic in Religious Narrative from Exodus to Elisha
Reviewed by Michael Hundley

Norman Habel
The Birth, the Curse and the Greening of Earth: An Ecological Reading of Genesis 1–-11
Reviewed by Terence E. Fretheim

Steven A. Hunt, ed.
Perspectives on Our Father Abraham: Essays in Honor of Marvin R. Wilson
Reviewed by David M. Maas

Luke Timothy Johnson
Prophetic Jesus, Prophetic Church: The Challenge of Luke-Acts to Contemporary Christians
Reviewed by Richard Pervo

Johannes Unsok Ro, ed.
From Judah to Judea: Socio-economic Structures and Processes in the Persian Period
Reviewed by Jason M. Silverman

Ishay Rosen-Zvi
The Mishnaic Sotah Ritual: Temple, Gender, and Midrash
Reviewed by Aaron Koller

Jacques T. A. G. M. van Ruiten
Abraham in the Book of Jubilees: The Rewriting of Genesis 11:26-–25:10 in the Book of Jubilees 11:14-23:8
Reviewed by John C. Endres, S.J.

Jason M. Silverman
Persepolis and Jerusalem: Iranian Influence on the Apocalyptic Hermeneutic
Reviewed by Bob Becking


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Três problemas teológicos nos sites católicos

A análise do desempenho de alguns sites católicos nos permite identificar pelo menos três problemas teológicos sérios: visão deturpada do Deus de Jesus, ausência do senso eclesial e fuga do compromisso com os outros. Não se trata aqui de “demonizar” a internet e a mídia, como, infelizmente, fazem alguns. Hoje o recurso midiático deve ser necessariamente usado na catequese, na evangelização, na informação e na formação da consciência crítica dos cristãos e das cristãs. O que se questiona é a forma como se está utilizando este recurso; forma essa que termina por alimentar uma religiosidade melosa, mágica, egoísta, falsa e não-cristã.


Não devemos esquecer que a mídia, em si, não é totalmente neutra. Ela, com seu poder, termina moldando a nossa natureza. Ela nos plasma, a tal ponto que, em vários lugares do mundo, já começam a surgir muitos casos de viciados em internet, precisando de tratamento psicológico e até psiquiátrico. Na Igreja Católica já temos alguns casos de psicopatia eclesiástica: pessoas que chegam ao delírio de pensar que Jesus, o Verbo do Pai, é uma simples mercadoria, um software, a ser comercializado nas feiras católicas nacionais e internacionais. Recentemente ouvi da boca de um desses organizadores da Expocatólica algo parecido: Jesus é um “produto” a ser oferecido através de um bom marketing.


Igreja e Mídia - José Lisboa Moreira de Oliveira: O Chamado 07/11/2013

Em 2011 o jornalista e pesquisador Moisés Sbardelotto publicava o resultado de uma pesquisa por ele realizada sobre a midiatização do sistema religioso católico. O objetivo da pesquisa era analisar alguns serviços religiosos disponíveis em sites católicos. O resultado foi inicialmente publicado no número 35 da revista eletrônica do Instituto Humanitas da Unisinos, conhecida como Cadernos IHU, com o título: “E o Verbo se fez bit”. Uma análise da experiência religiosa na internet. Posteriormente o autor transformou sua pesquisa em livro, lançado em 2012 pela Editora Santuário de Aparecida (SP) com o título: E o Verbo se fez bit. A comunicação e a experiência religiosas na internet.

Mais do que fazer uma análise crítica dos conteúdos dos sites católicos, o autor pretendeu, com sua pesquisa, apenas registrar o fato de que, no contexto atual, as mídias são o ambiente onde tudo se move. Dentro dessa lógica, “o religioso já não pode ser explicado nem entendido sem se levar em conta o papel das mídias” (IHU, p. 5). Sbardelotto conclui, a partir de sua pesquisa, que os sites católicos analisados oferecem, além de informações gerais sobre religião, meios para um vínculo do fiel com Deus e elementos em ambiente online para a prática da fé. Deixa bem claro que os sites analisados não possibilitam um conhecimento racional da fé, mas, muito mais, estratégias para a experiência religiosa e uma modalidade de percepção da presença do sagrado, por parte das pessoas que acessam esses sites.

Nesse sentido, não era intenção do autor da pesquisa fazer uma análise teológica dos conteúdos. Somente na parte final do seu trabalho ele chama rapidamente a atenção do leitor para possíveis “escapes doutrinários”, ou seja, para elementos de crença que se distanciam do universo católico. Acredita que tais “escapes” se dão, antes de tudo, pela inferência dos fiéis que postam suas mensagens e suas preces nos referidos sites. O autor, salvo engano da minha parte, não faz nenhuma análise daquilo que é colocado nos sites pelos “sacerdotes da virtualidade” (Galimberti) e que, de certa forma, a meu ver, induz os fiéis aos deslizes doutrinários.

Seria arrogância da minha parte, pretender, num brevíssimo artigo como esse, fazer uma análise teológica do que aparece nos sites católicos. Porém, com a ajuda dos dados da pesquisa de Sbardelotto, e a partir de minhas próprias pesquisas, ouso fazer algumas considerações que poderão servir de pontapé inicial para uma reflexão maior. Quero aqui avaliar três aspectos que, a meu ver, aparecem nesses sites: a imagem de Deus, o modelo de Igreja apresentado e a compreensão do ser humano na perspectiva cristã, especialmente no que se refere ao compromisso cristão no mundo. Nessa análise sirvo-me de uma excelente reflexão que encontrei sobre o uso da internet e “mística virtual” no livro Rastros do Sagrado de Umberto Galimberti (Paulus, 2003, pp. 280-287). Uma análise bem anterior às pesquisas de Sbardelotto, mas nem por isso menos atual.


Leia o texto completo. Que pode ser acessado também aqui, com vários links para outras leituras sobre o mesmo tema.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Abin e NSA não se comparam

>> Última atualização: 06.11.2013 - 10h13

Não mesmo.

:: Espionagem da Abin não se compara aos casos revelados por Snowden, diz embaixador - João Novaes: Opera Mundi  - 04/11/2013
A revelação sobre ações de espionagem da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) contra diplomatas estrangeiros não pode ser comparada, tanto em escala, quanto em natureza, ao esquema global de vigilância organizado pela NSA (Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos), recentemente revelada pelo ex-agente da CIA Edward Snowden. A opinião é do embaixador brasileiro Rubens Barbosa, que também acredita que o caso não deverá causar nenhum incômodo diplomático ao Itamaraty. “O procedimento da Abin é normal e todo mundo faz. O problema é quando ele é revelado [publicamente]. Todos os países fazem e sabem que isso acontece com os outros”, afirmou o diplomata em entrevista a Opera Mundi. Barbosa foi representante do Brasil em Londres (1994-1999) e Washington (1999-2004). Para ele, o episódio se justifica como um caso de segurança nacional, versão defendida oficialmente pelo governo brasileiro. Os procedimentos realizados pela agência também foram normais, já que, em alguns casos, investigavam a possibilidade de espionagem em território nacional.

Leia a notícia completa.


:: Mídia americana minimiza "espionagem" brasileira - Brasil 24/7 - 05/11/2013
Sim, deu no New York Times. A notícia da Folha sobre ações conduzidas pela Agência de Inteligência Brasileira (Abin) relacionadas a supostos alvos diplomáticos repercutiu no maior jornal americano. E colocou o Brasil, segundo a publicação, numa "posição desconfortável", por estar liderando as críticas à bisilhotagem em larga escala conduzida pela Agência Nacional de Segurança (NSA) dos Estados Unidos. No entanto, o próprio New York Times fez questão de enfatizar que a ação da Abin nem de longe pode ser comparada ao que foi feito pelo governo americano nos seguintes termos: By almost any measure, such modest operations stand in sharp contrast to the sweeping international eavesdropping operations carried out by the National Security Agency. Brazil’s president, Dilma Rousseff, recently postponed a state visit to Washington after revelations that the N.S.A. had spied on her and the Brazilian oil giant, Petrobras. Da mesma forma, a denúncia da Folha repercutiu em publicações como o The Wall Street Journal, Huffington Post e o USA Today. Neles, a ação da Abin foi classificada como usual e de pequeno alcance. Ou seja: nada comparável à ação da NSA, que monitorou ligações telefônicas de milhões de indivíduos e grampeou ligações de ministros e chefes de Estado [links para as publicações norte-americanas: aqui, aqui, aqui e aqui]

Leia a notícia completa.

Leia Mais:
Full Spectrum Dominance
A vassalagem da Folha de São Paulo

Morimoto, o Guia do Hardware e o Kurumin

Vá direto para os comentários...

Através do Kurumin Linux, de seus livros e de suas publicações no Guia do Hardware, Carlos E. Morimoto incentivou e foi suporte para diversos profissionais de TI usarem Linux, pesquisarem por informática, aprenderem mais sobre Hardware... Li, no mesmo site que visito diariamente desde 2005, o Hardware - antigo Guia do Hardware - que Morimoto abandonou a área de TI para se dedicar à sua religião [Hare Krishna]. A notícia me dói, porque a TI brasileira perde um de seus maiores nomes em toda a história (Thiago Aderaldo, em 25/10/2013)

Infelizmente, a impressão que dá é que a informática nos últimos anos simplificou, e diminuiu, a necessidade da grande maioria das pessoas de buscar por soluções. Os poucos que sobraram preferem buscar em inglês mesmo... Quantas vezes não li nos comentários reclamações pelo tamanho do conteúdo, ou perguntando coisas que está escrito ali na cara. Muita gente esqueceu o que é parar e realmente ler algo...  Para quem não me conhece, fui sócio com o Carlos Morimoto desde os primeiros anos do Guia do Hardware. Nossa parceria foi sempre bem simples, eu cuidava da parte técnica e bastidores, e ele do conteúdo. E isto funcionou bem e tranquilo por vários anos... Hoje basicamente "herdei" o site (Adriano A. Meirelles, em 22/10/2013).

Leia Mais:
Uma entrevista com Carlos Morimoto
Sobre o Kurumin
Posts sobre TI

sábado, 2 de novembro de 2013

Morreu o biblista François Bovon (1938-2013)

Quando estudava em Roma, li alguns textos deste interessante exegeta suíço. Morreu ontem, 1 de novembro de 2013.

Visite a sua página na Harvard University. Veja suas publicações na Amazon e no WorldCat.

The Rylands Genizah Collection

Parte dos escritos judaicos encontrados na guenizá da sinagoga Ben Ezra do Cairo e que estão na Biblioteca John Rylands, da Universidade de Manchester, Reino Unido.

Visite o site.

The John Rylands University Library, The University of Manchester holds a collection of nearly 15,000 fragments, mostly written in Hebrew and Judeo-Arabic, from the Genizah of the Ben Ezra Synagogue in Old Cairo, purchased from the estate of Dr Moses Gaster in 1954. About 90% of the items are on paper, the remainder on parchment. The vast majority are very small fragments. They date from the 10th to the 19th century AD and include religious and literary texts, documentary sources, letters, and material relating to grammar, philosophy, medicine, astrology and astronomy. Rylands Genizah currently contains high resolution images of the great majority of these fragments.


Leia Mais:
O Papiro Nash está online
The Cairo Genizah Collection

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Textos religiosos de Ugarit: download gratuito

Acabei de ver no blog de Jim West, a quem agradeço.

Está disponível para download gratuito, em formato pdf, na Academia.edu, a íntegra do livro de Nicolas Wyatt: Textos religiosos de Ugarit.

WYATT, N. Religious Texts from Ugarit2. revised ed. London: Continuum, 2002 [Reprinted 2006], 504 p. - ISBN 9780826460486.


Outro livro interessante com os textos de Ugarit, e que costumo usar, é:

DEL OLMO LETE, G. Mitos y Leyendas de Canaan según la Tradición de Ugarit. Madrid: Institución San Jerónimo & Ediciones Cristiandad, 1981, 699 p. - ISBN 9788470572975.

Biblical Studies Carnival 92

Seleção de postagens dos biblioblogs em outubro de 2013.

Biblioblog Carnival—October 2013

Trabalho feito por Brian W. Davidson, do biblioblog LXXI.

E há também The October Carnival: The Minimalist Edition. De Jim West.