quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

O que está acontecendo no Egito hoje?

Venho colocando alguns links sobre a situação do Egito atual, em janeiro/fevereiro de 2011, nos comentários de um post de 2006, que, na verdade, trata de arqueologia, mas que foi avidamente procurado nos últimos dias...

Aqui reproduzo os links dos comentários do post O que está acontecendo no Egito? e acrescento outros.


>> Última atualização: 06/07/2013 - 10h45


:: Egito muda o rumo da "Primavera Árabe" - Lejeune Mirhan: Opera Mundi 05/07/2013
Com deposição de Mursi é que país árabe terá verdadeira chance de passar por uma revolução verdadeiramente democrática. O mundo assistiu, desde domingo, aquilo que a BBC de Londres chamou de “a maior manifestação de massas da história da humanidade ocorrida em um só dia em um país”. Pura verdade. O Egito assistiu no domingo, 30 de junho, 17 milhões de pessoas nas ruas. E nesta quarta, dia 3 de julho, foram 30 milhões. E esse que é o maior país árabe possui 82 milhões de habitantes. Grosso modo, podemos dizer que 36% de sua população saíram às ruas para pedir o fim do governo de Mohamed Mursi. Seria como imaginarmos que 72 milhões de brasileiros saíssem às ruas para protestar. Inimaginável. O que a mídia chamou de “primavera árabe”, nada teve de primavera. Os árabes mais conscientes, para refutar essa terminologia a chamam de “inverso árabe”. O que ela trouxe na essência não foram mudanças substanciais, rupturas, melhorias para o povo árabe. Trouxe o tal “gigante adormecido” de que a mídia tupiniquim tanto fala para enaltecer certos setores de uma direita reacionária, antidemocrática e despótica que não preza a democracia.

:: Militares derrubam presidente do Egito e suspendem Constituição - Agência Brasil  03/07/2013
O presidente do Egito, Mohamed Mursi, foi deposto nesta quarta-feira (03/07/2013) pelas Forças Armadas e será substituído interinamente pelo presidente do Tribunal Constitucional. A Constituição também foi suspensa, segundo anúncio pelos responsáveis militares.

:: A Primavera Árabe morreu? - Robert Fisk: La Jornada, em Carta Maior 19/06/2012
O paralelismo com a Argélia em 1991 é relevante. Uma eleição democrática vencida pelos islamistas, suspensão do segundo turno, leis de emergência que conferiram poderes especiais ao exército; tortura, detenções de legisladores eleitos, guerra de guerrilhas: com algumas variações, só as duas últimas coisas ainda não começaram no Egito. Mas a história da Argélia foi menos absurda: o poder havia realizado um golpe de Estado e todos os opositores eram “terroristas”. Este processo também começou no Cairo.

:: As revoluções árabes, um ano depois - Samir Amin: Carta Maior 12/03/2012
Quis mostrar neste texto que a despolitização tem sido fundamental para a ascensão do islamismo político. Esta despolitização não é, evidentemente, específica do Egito nasserista. Ela tem sido a prática dominante em todas as experiências nacionais populares do primeiro despertar do Sul, e até mesmo nos socialismos históricos, uma vez terminda a a primeira fase de fervor revolucionário. O denominador comum tem sido a supressão da prática democrática (que não reduzo a eleições multi-partidárias), que é o respeito pela diversidade de opiniões e propostas políticas, e sua eventual organização. A Irmandade Muçulmana implanta-se na sociedade real e coloca-a sob dependência. Mas o seu sucesso teria sido difícil, se não tivesse respondido bem aos objetivos dos governos do Golfo, Washington e Israel. Esses três aliados íntimos partilham a mesma preocupação: impedir a recuperação do Egito. Porque um Egito forte, erguido, significa o fim da hegemonia tríplice: do Golfo (submissão ao discurso de islamização da sociedade), Estados Unidos (um Egito comprador e miserável permanece sob seu domínio) e Israel (um Egito impotente deixa fazer na Palestina).

:: Primavera Árabe de 2012: mais tempestades do que flores - Mohamed Habib: Carta Maior 13/01/2012
A relação do Ocidente com o Oriente Médio é antiga e sempre teve como base os interesses da Europa e, mais recentemente, dos EUA. 2012 será de grande complexidade para a região. Salvo melhor juízo, será menos “primavera” e mais “outono”, repleto de tempestades. E serão as forças do Ocidente, principalmente os EUA, que definirão a velocidade da democratização e a reconquista da dignidade do mundo árabe. Mas, apenas se for conveniente ao seu próprio projeto.

:: A primavera que o Ocidente pediu a Deus - Brasil de Fato entrevista Pepe Escobar: 08/12/2011
A junta militar que governa interinamente o Egito confirmou a nomeação de um ex-premiê da era Hosni Mubarak (1981 – 2011) para liderar o próximo governo. Kamal Ganzouri, 78 anos, foi primeiro-ministro entre 1996 e 1999. Sua nomeação provocou uma reação negativa entre a população. Mais de 100 mil manifestantes se reuniram na praça Tahrir no centro do Cairo para realizar o maior protesto desde a nova fase das manifestações. A Primavera Árabe estaria retrocedendo? Teria ela entrado num “limbo”? Talvez. A permanência da influência das potências ocidentais, sobretudo dos Estados Unidos sobre os países árabes reforça tais indagações. A situação no Egito é apenas um exemplo. E recentemente, após o assassinato de Muamar Kadafi , na Líbia, Israel resolveu aumentar a tensão junto ao Irã. Esses são alguns dos destaques que o jornalista Pepe Escobar, especialista em Oriente Médio, do Asia Times, tentou “encadear”, numa conversa com o Brasil de Fato.

:: A nova batalha pela Líbia - Reginaldo Nasser e Marina Mattar, em Carta Maior: 05/09/2011
Já em 1998, Larry Summers, então secretário das Finanças do governo norte-americano, sinalizava a importância econômica que o processo de reconstrução dos países adquiria dentro das chamadas intervenções humanitárias. Segundo seus cálculos, a cada dólar investido na reconstrução em um país, as corporações norte-americanas ganhavam, aproximadamente, 4 dólares. Assim aquilo que aparecia, inicialmente, como um grande fracasso da Otan agora passa a ser saudado como uma “boa guerra”.

:: A Líbia, a Otan e o Grande Médio Oriente - José Luís Fiori: Carta Maior 31/08/2011
É preciso ser muito ingênuo ou mal informado para seguir pensando que a “Guerra da Líbia” foi feita em nome dos “direitos humanos” e da “democracia”. E, ainda por cima, acreditar que o governo de Muamar Kadafi foi derrotado pelos “rebeldes” que aparecem nos jornais, em poses publicitárias. Tudo isso, enquanto a aviação inglesa comanda o ataque final das forças da Otan à cidade de Sirta, depois de ter conquistado a cidade de Trípoli. Até o momento, a "primavera árabe" não produziu nenhuma mudança de regime na região, mesmo na Tunísia e no Egito, e não há nenhuma garantia de que os novos governos sejam mais democráticos, liberais ou humanitários que seus antecessores (...) Assim mesmo, o que se deve esperar que ocorra depois da guerra? Na Líbia, haverá um longo período de caos, seguido da formação de um governo de coalizão tribal, instável e autoritário, sob o patrocínio e a tutela militar da Otan. Ao mesmo tempo, estará dado um passo decisivo na construção de uma força de intervenção “ocidental”, capaz de projetar seu poder militar sobre todo o território islâmico do Grande Médio Oriente. E, de passagem, estará criado o primeiro “protetorado colonial” da Otan, na África. Triste sina da África!

:: O fracasso da OTAN na Líbia - Alexander Cockburn - Counterpunch, em Carta Maior: 18/07/2011
A coalizão da OTAN está desmanchando-se, embora não haja notícia disso na imprensa dos EUA. O ministro francês da Defesa, Gerard Longuet, em entrevista no final de semana a uma rede francesa de televisão, disse que a ação militar contra a Líbia fracassou. E que é hora de iniciarem-se negociações diplomáticas: “Agora, temos de nos sentar em torno de uma mesa, e negociar. Pararemos de bombardear a Líbia no instante em que os líbios começarem a conversar entre eles e todos os exércitos, dos dois lados, retornarem às bases”.

:: Líbia: uma guerra com nome e sobrenome - Johan Galtung - IPS, em Carta Maior: 10/04/2011
Um médico que cura só os amigos e não os inimigos é um participante na guerra ou um cúmplice. Uma organização que protege os civis só de um lado e não os do outro não é humanitária, mas sim beligerante. De modo que não há nada de histórico na Resolução 1973 do Conselho de Segurança da ONU. Histórica teria sido uma resolução para proteger os civis em todas as guerras, incluindo uma zona de exclusão aérea sobre Gaza, Bahrein, Paquistão e Afeganistão. O que está ocorrendo agora na Líbia é uma intervenção na qual se apoia uma parte contra a outra. Isso tem um só nome: guerra.

:: EUA e aliados querem legitimar doutrina da intervenção humanitária - Marco Aurélio Weissheimer: Carta Maior 28/03/2011
As razões pelas quais Estados Unidos, França e Inglaterra dediciram liderar uma ação militar na Líbia contra o regime de Muammar Kadafi ainda não estão muito claras. Os ataques realizados já ultrapassaram os limites de uma "zona de exclusão aérea", tal como previsto na resolução aprovada pela ONU. Em entrevista à Carta Maior, o historiador e cientista político Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira analisa as revoltas populares que estão acontecendo no Oriente Médio e no norte da África. Sobre o conflito líbio, ele avalia que as razões da posição de EUA, França e Inglaterra não estão muito claras e podem estar relacionadas a questões internas destes países e também à vontade de legitimar a doutrina da intervenção humanitária.

:: ''Intervenção humanitária? Desta vez é um erro'' - Roberto Festa: La Repubblica, em Carta Maior: 25/03/2011
"O ataque à Líbia é um erro, de nenhum modo justificado pelas regras da intervenção humanitária". Há anos, Michael Walzer, filósofo da política com base no Institute for Advanced Study, de Princeton, estuda os fios complexos que ligam o uso da violência, poder e moral. Em um célebre livro dos anos 70, Guerra Justa e Injusta, ele explicou por que a intervenção no Vietnã era "injusta", enquanto a Segunda Guerra Mundial era "justa". No caso dos ataques aliados na Líbia, ele acha que existem todas as razões para defini-los como "um erro, político e moral, que irá se concluir com um provável banho de sangue".

:: "Bombardeios não podem instaurar democracia na Líbia" - Eric Aeschimann: Libération, em Carta Maior: 22/03/2011
Em entrevista ao jornal francês Libération, Rony Brauman, ex-presidente da organização Médicos sem Fronteiras e professor de Estudos Políticos em Paris, critica a ação militar autorizada pela ONU na Líbia. “Não creio que os bombardeios possam instaurar uma democracia”, afirma Brauman. "Aí estão os casos da Somália, do Afeganistão, do Iraque e da Costa do Marfim para nos lembrar da cruel realidade da guerra e sua imprevisibilidade. Proteger as populações, na prática, significa desfazer-se de Kadafi e, se seguimos passo a passo essa lógica até o fim, substituí-lo por um Karzai local, ou dividir o país congelando a situação", defende.

:: Os perigos da intervenção humanitária na Líbia - Robert Fisk: La Jornada, em Carta Maior 20/03/2011
E depois da Tunísia e do Egito, tinha que ser a Líbia, não é mesmo? Os árabes da África do Norte demandam liberdade, democracia e o fim da opressão. Sim, isso é o que têm em comum. Mas outra coisa que estas nações têm em comum é que fomos nós, os ocidentais, que alimentamos suas ditaduras década após década. Os franceses se encolheram diante de Ben Ali, os estadunidenses paparicaram Mubarak e os italianos acolheram Kadafi até que nosso glorioso líder (Tony Blair) foi ressuscitá-lo entre os mortos políticos.

:: First it was Saddam. Then Gaddafi. Now there's a vacancy for the West's favourite crackpot tyrant - Robert Fisk: The Independent: 19 March 2011
So we are going to take "all necessary measures" to protect the civilians of Libya, are we? Pity we didn't think of that 42 years ago. Or 41 years ago. Or... well, you know the rest. And let's not be fooled by what the UN resolution really means. Yet again, it's going to be regime-change. And just as in Iraq – to use one of Tom Friedman's only memorable phrases of the time – when the latest dictator goes, who knows what kind of bats will come flying out of the box? And after Tunisia, after Egypt, it's got to be Libya, hasn't it? The Arabs of North Africa are demanding freedom, democracy, liberation from oppression. Yes, that's what they have in common. But what these nations also have in common is that it was us, the West, that nurtured their dictatorships decade after decade after decade. The French cuddled up to Ben Ali, the Americans stroked Mubarak, while the Italians groomed Gaddafi until our own glorious leader went to resurrect him from the political dead.

:: Brasil, Líbia e a parafernália midiota - Leonardo Severo: Blog do Miro 20/03/2011
Em visita ao Brasil, o presidente Barack Obama – o que ia enquadrar os bancos, fechar Guatánamo e retirar as tropas do Iraque e do Afeganistão – anuncia covarde e solenemente a continuidade da política de terrorismo de Estado dos EUA e manda atacar a Líbia. Claro, como se apressou a esclarecer o mentirapresentador Wiliam Waack e a Rede Globo de Televisão, tudo sem qualquer risco para os seres humanos. Para os verdadeiros, obviamente, não para aquela gente que vive no deserto cheio de petróleo. O ataque seria “higiênico”, feito por mísseis “inteligentes” e vôos não tripulados contra alvos estritamente militares, tudo bem calculado. Assim, comemoram as agências desinformativas internacionais, em meio a imagens holliwoodianas dos tomahawk – nome dado às machadinhas pelas tribos indígenas Algonquin e Iroquois que habitavam o leste da América do Norte até serem dizimadas a mando dos governos dos cowboys.

:: Kadafi voltou a ser inimigo do Ocidente - Eduardo Febbro - De Paris, para o Página/12, em Carta Maior: 18/03/2011
A história volta a se repetir com uma pontualidade sangrenta, como no Panamá, Iraque e Afeganistão: outra vez é preciso armar uma coalizão e lançar bombas para extirpar um mal que foi se arraigando com a cumplicidade e até a ajuda direta daqueles que hoje se mobilizam para derrotá-lo. Noriega foi um aliado das superpotências, do mesmo modo que Saddam Hussein no Iraque e os talibãs no Afeganistão. Tirá-los do poder custou milhares de vidas humanas inocentes. Kadafi e seus sócios tardios fizeram cair sobre o povo líbio o mesmo e repetitivo destino.

:: Una catástrofe con cuatro cabezas - Eduardo Febbro: Página/12: 17/03/2011
De las cinco revueltas serias que estallaron al sur del Mediterráneo y en los países del Golfo, una, la de Yemen, sigue en pie, otra, la de Bahrein, está siendo aplastada, las de Túnez y Egipto triunfaron y la de Libia corre hacia un desastre político y humanitario. Cualquiera sea la opción que se aplique, la guerra interna será larga y la represión, feroz. Una intervención internacional tomará tiempo y nada garantiza su legitimidad. ¿Cómo justificar la inclusión armada de quienes hace unas semanas tomaban el té en la carpa de Khadafi?

:: Revolta árabe: o colapso da velha ordem do petróleo - Michael T. Klare: Tomdispatch.com, em Carta Maior: 09/03/2011
Considere o recente aumento nos preços do petróleo apenas um tímido anúncio do petro-terremoto que está por vir. A velha ordem que sustenta o petróleo está morrendo, e com o seu fim veremos também o fim do petróleo barato e de fácil acesso – para sempre. Mesmo que a revolta não alcance a Arábia Saudita, a velha ordem do Oriente Médio não pode ser reconstruída. O resultado será um declínio de longo prazo na disponibilidade futura de petróleo para exportação. Um exemplo: três quartos dos 1,7 milhões de barris produzidos diariamente pela Líbia foram rapidamente tirados do mercado conforme a agitação tomou conta do país.

:: The Collapse of the Old Oil Order: How the Petroleum Age Will End - By Michael T. Klare: Tomdispatch.com - March 3, 2011
Whatever the outcome of the protests, uprisings, and rebellions now sweeping the Middle East, one thing is guaranteed: the world of oil will be permanently transformed. Consider everything that’s now happening as just the first tremor of an oilquake that will shake our world to its core.

:: As venenosas divisões tribais da Líbia são maiores do que Kadafi - Mustafa Fetouri: The National 02/03/2011 em Brasilianas.org: 06/03/2011
Embora a nação compartilhe de muitos dos mesmos problemas de Egito e Tunísia, a Líbia se diferencia em dois aspectos importantes: a natureza de suas instituições políticas e o seu tecido social. O cenário político da Líbia há muito tem sido o de deserto estéril. Seus tecidos social e tribal, no entanto, continuam vivos. Ao longo da liderança do Coronel Kadafi, mesmo durante o auge de sua popularidade durante suas duas primeiras décadas no poder, seus esforços eram apenas tão eficazes quanto a sua habilidade para navegar nos territórios tribais e manipular sua própria base tribal entre o afago e o porrete. A lealdade prevalecia acima de tudo, e fidelidades ainda explicam muito do que está acontecendo hoje na Líbia. A questão agora é quem ainda apoia o regime e por quê? O que isso significa para o futuro da Líbia? Os dois cenários mais viáveis para a Líbia, a longo prazo, no entanto, são o de um país propenso a uma futura divisão ou o de uma guerra tribal generalizada. Se a comunidade internacional pretende ajudar a Líbia precisa considerar a sua frágil estrutura tribal. Precisa buscar formas para mediar as divisões, em vez de recorrer a slogans sobre direitos humanos.

:: Libya's toxic tribal divisions are greater than Qaddafi - Mustafa Fetouri: The National 02/03/2011
While the nation shares many of the same problems as Egypt and Tunisia, it stands out in two important ways: the nature of its political institutions and its social fabric. Libya's political landscape has long been a barren desert. Its social and tribal fabrics, however, remain vibrant. Throughout Col Qaddafi's leadership, even during the peak of his popularity during his first two decades in power, his efforts were only as effective as his ability to navigate this tribal terrain and manipulate his own tribal base using both carrots and sticks. Loyalty prevailed above all and loyalties still explain much of what is happening in Libya today. The question now is who still supports the regime and why? What does that mean for Libya's future? The two most viable scenarios for Libya in the long-term, however, are a country vulnerable to further division or all-out tribal war. If the international community wishes to help Libya it has to consider its fragile tribal structure. It must look at ways to help mediate divisions rather than resort to slogans about human rights.

:: The status of Egyptian antiquities today - Andie: Egyptology News 04/03/2011

:: Líbia: oposição não quer intervenção externa - Esquerda.Net: Carta Maior 03/03/3011
Porta-voz do Conselho Nacional Transitório da Líbia diz em conferência de imprensa que a oposição a Kadafi não quer uma intervenção dos EUA nos assuntos internos líbios. “Somos contra qualquer intervenção estrangeira ou intervenção militar nos nossos assuntos internos”, afirmou Abdel-Hafidh Ghoga. “Esta revolução será concluída pelo nosso povo, com a libertação do resto do território líbio controlado pelas forças de Kadafi.” General Ahmed El-Gatrani, que se juntou às forças da oposição, também diz que apoio militar externo é desnecessário: “Seguimos o nosso próprio caminho, sem receber ordens de ninguém no exterior”.

:: Falcões se agitam e batem as asas - Jim Lobe, da IPS, publicado por Envolverde e reproduzido por CartaCapital em 28/02/2011
Quarenta neoconservadores dos Estados Unidos enviaram uma carta ao presidente Barack Obama pedindo que intervenha militarmente na Líbia para derrubar Muammar Gadafi e acabar com a violência. Os signatários são analistas políticos e ex-altos funcionários do governo de George W. Bush. A organização neoconservadora Foreign Policy Initiative (FPI), considerada a sucessora do Project for the New American Century (Pnac), coordenou a medida e divulgou o texto.

:: Oposição denuncia acordo de lobistas dos EUA com Kadafi - Marcus Baram: Huffington Post, em Carta Maior: 28/02/2011
Logo depois que George W. Bush suspendeu as sanções contra a Líbia em 2004, quando Kadafi anunciou que pretendia abrir mão das armas de destruição em massa e expressou seu entusiasmo em se juntar à guerra contra o terror, os produtores de petróleo dos EUA e da Grã Bretanha aproveitaram a oportunidade para se expandir no país. Empresas como BP, Exxon, Halliburton, Chevron, Conoco e Marathon Oil juntaram-se a gigantes da indústria armamentista, como Raytheon e Northrop Grumman, a multinacionais como Dow Chemical e Fluor e à poderosa firma de advocacia White & Case para formar a US-Libia Business Association, em 2005.

:: Documentando a África do Norte e o Oriente Médio 2011 - 24/02/2011
Essa coleção documenta os eventos no Norte da África e no Oriente Médio em 2011, após a revolta da Tunísia. O conteúdo inclui blogs, redes sociais e sites de notícias sobre o Egito, Iêmen, Sudão e outros países africanos. Esses sites contêm conteúdo em árabe, inglês e francês.

:: Chegou a vez do Coronel Kadafi? - Reginaldo Nasser: Carta Maior 21/02/2011
A Líbia foi reabilitada de seu status de Estado pária, em 2003, concordando em abandonar seu programa nuclear e promover a abertura aos investimentos ocidentais, principalmente para as grandes empresas petrolíferas que assinaram contratos bilionários. Em 2006, o coronel Kadafi aderiu a um programa para instaurar o livre mercado e reconheceu o papel central da iniciativa privada na Líbia, preparando o caminho para implementar as chamadas reformas econômicas sob a supervisão do FMI e do Banco Mundial.

:: These are secular popular revolts – yet everyone is blaming religion - Robert Fisk: The Independent 20/02/2011
So it's a sea-change in the Middle East's political, social, cultural world. It will create many tragedies, raise many hopes and shed far too much blood. Better perhaps to ignore all the analysts and the "think tanks" whose silly "experts" dominate the satellite channels. If Czechs could have their freedom, why not the Egyptians? If dictators can be overthrown in Europe – first the fascists, then the Communists – why not in the great Arab Muslim world? And – just for a moment – keep religion out of this.

:: As cordas que movem o conflito no Oriente Médio - Robert Fisk: Carta Maior 20/02/2011
Há uma mudança no mundo político, social e cultural do Oriente Médio. Criará muitas tragédias, levantará muitas esperanças e derramará demasiado sangue. Talvez seja melhor ignorar os analistas e seus "think tanks", cujos “especialistas” idiotas dominam os canais de televisão globais. Se os tchecos puderam ter sua liberdade, por que não os egípcios? Se os ditadores podem ser derrubados na Europa – primeiro, os fascistas, depois, os comunistas – por que não ocorreria o mesmo no grande mundo árabe muçulmano? E – só por um momento – deixem a religião fora disso.

Quem é vassalo de quem? Os EUA, arrimo de Israel no Oriente Médio - Kathleen Christison: Counterpunch, em redecastorphoto 18/02/2011
Há uma espécie de ‘ponto cego’ no panorama mental de muita gente sempre que se trata de Israel – fenômeno frequente também entre os pensadores progressistas. Ninguém fala contra Israel, porque quem fala sempre poderá ser chamado de antissemita, acusado de “selecionar” Israel como alvo preferencial de críticas. A imprensa não discute Israel nem noticia o que Israel faz no Oriente Médio, mais diretamente aos palestinos que vivem sob ocupação militar. O tema sempre dispara cartas de leitores indignados e cancelamento de assinaturas de jornais e revistas. Assim, silencia-se sobre o fato de que Israel é o fator determinante de praticamente todas as políticas e ações dos EUA no Oriente Médio.

:: Revolução no Egito é ruim para Israel - Ilan Pappe: Carta Maior 17/02/2011
Independentemente do modo como tudo isso vá acabar, a revolta na Tunísia e no Egito expõe as falácias e o simulacro de Israel como nunca antes. O que está em jogo é a falácia de que Israel é um país estável, ilha civilizada ocidental no mar agitado da barbárie e do fanatismo islâmico árabe. O "perigo" para Israel é que a cartografia seja a mesma, mas que a geografia mude. O país ainda seria uma ilha, mas de barbárie e fanatismo em um mar de Estados democráticos e igualitários recém-formados.

Who's Serving Who? The US as Israel's Enabler in the Middle East - Kathleen Christison: Counterpunch -- February 16, 2011
About ten days ago I had a particularly interesting discussion about Israel and its relationship to U.S. policy in the Middle East and to the events swirling there now, in Egypt and throughout the Arab world. My interlocutor is one of the most astute commentators, particularly on U.S. policy, in the alternative media, but he made it clear that, to his mind, Israel does not play a role of any notable relevance to what the United States is doing in the region. I would say that he has a bit of a blind spot about Israel -- a not uncommon phenomenon among progressive thinkers. But perhaps the current turmoil in the region will ultimately open his eyes and those of others who minimize Israel’s centrality to U.S. policy.

:: Egito: três questões da transição - Marwan Bishara - Al-Jazeera, em Carta Maior 14/02/2011
Enquanto os comandantes militares egípcios tentam que tudo volte à “normalidade” – à estagnação, no entender de muitos –, os egípcios estão na luta para alcançar o extraordinário. a insistência dos militares, que mantêm o governo de Ahmad Shafiq, construído por Mubarak para fazer a transição levanta várias preocupações. A suspensão da Constituição é faca de dois gumes. É preciso perguntar também por que os militares não se limitaram a cancelar as leis de exceção ou por que ainda não libertaram sequer os presos durante as últimas três semanas. O artigo é de Marwan Bishara, editor de Política da Al Jazeera.

:: A revolução egípcia abre um oceano de possibilidades no mundo árabe - Notícias: IHU On Line 14/02/2011
"A unidade dos povos árabes depende hoje necessariamente da derrubada de governos autoritários, monárquicos-autocráticos e essencialmente repressor e corrupto. Havendo a composição de novas forças – de tipo secular – que se acercariam da esquerda palestina atual (diminuta, mas com coerência interna necessária para assegurar condição de existência) estas necessariamente passariam pelo acúmulo de experiências nas vitórias e embates nas ruas de Túnis e Cairo. Isto no curto prazo não brota do concreto, pois organizar uma força política pan-árabe é desafio superior a convocar gente irada através de redes sociais da internet", escrevem Bruno Lima Rocha e Rafael Cavalcanti. Bruno Lima Rocha é cientista político, tendo feito doutorado e mestrado na UFRGS, jornalista formado na UFRJ; docente de comunicação e pesquisador 1 da Unisinos; membro do Grupo Cepos (Comunicação, Economima Política e Sociedade) e editor do portal Estratégia & Análise. Rafael Cavalcanti é graduando em Comunicação Social, habilitação Jornalismo, da Faculdade Integrada Tiradentes, atua na comunicação sindical e é membro do Grupo Cepos.

:: Revolta Árabe: Especial da Carta Maior. Vários textos sobre o que está acontecendo no Egito hoje. Acrescentado em 13/02/2011.

:: Oriente Médio: O fantasma da revolução - Reginaldo Nasser: Carta Maior 13/02/2011
No início da revolução iraniana em 1979, havia intenso apoio das potências capitalistas aos movimentos radicais islâmicos em todo o grande Oriente Médio e Ásia Central com o intuito de provocar aquilo que se convencionou chamar "arco de crise". O objetivo maior, claro, era atingir as regiões muçulmanas da União Soviética. De maneira análoga, pode-se dizer que, 32 anos depois, as revoltas populares na Tunísia, no Egito, Argélia e Iêmen podem ser os sinais iniciais de um novo “arco de crise”, mas agora de autênticas revoluções que poderão varrer o Grande Oriente Médio.

:: Mubarak se foi e todos festejaram sua derrubada - Robert Fisk - Página/12, em Carta Maior 13/02/2011
De repente todos começaram a cantar. E a rir, chorar, gritar e rezar, ajoelhando-se na rua e beijando o pavimento sujo na minha frente, dançando a agradecendo a Deus por livrá-los de Hosni Mubarak – um gesto generoso, pois foi sua coragem mais do que a intervenção divina o que livrou o Egito de seu ditador. Era como se cada homem e mulher fossem recém-casados, como se a alegria pudesse apagar todas as décadas de ditadura, dor, repressão, humilhação e sangue. Para sempre se conhecerá a Revolução Egípcia de 25 de janeiro – o dia que começou a revolta – e para sempre será a história do povo que ressuscitou.

:: Se fue Mubarak y Egipto festejó su derrocamiento - Robert Fisk: Página/12 - 12 de febrero de 2011
De pronto todos comenzaron a cantar. Y a reír y llorar y gritar y rezar, arrodillándose en la calle y besando el sucio pavimento justo en frente de mí, bailando y agradeciéndole a Dios por librarlos de Hosni Mubarak –un gesto generoso, pues fue su coraje más que la intervención divina lo que libró a Egipto de su dictador–. Era como si cada hombre y mujer se hubieran casado recién, como si la alegría pudiera borrar todas las décadas de dictadura y dolor y represión y humillación y sangre. Para siempre se conocerá como la Revolución Egipcia del 25 de enero –el día que comenzó la revuelta– y por siempre será la historia del pueblo que resucitó.

:: A hipocrisia do Ocidente - Robert Fisk: Página/12, em Carta Maior: 10/02/2011
Quando os árabes querem dignidade e respeito, quando gritam por seu próprio futuro que Obama assinalou em seu famoso – agora suponho que infame – discurso no Cairo, nos lhes faltamos com o respeito. Ao invés de dar as boas vindas às suas exigências democráticas, os tratamos como se fossem um desastre. Queremos que sejam como nós, desde que fiquem de lado. E assim, quando provam que querem ser como nós, mas não querem invadir a Europa, fazemos o que podemos para instalar outro general treinado nos EUA para que os governe.

:: Chomsky: EUA estão seguindo seu manual no Egito - Amy Goodman: Democracy Now, em Carta Maior 08/02/2011
Em entrevista a Amy Goodman, do Democracy Now, Noam Chomsky analisa o desenrolar dos protestos no Egito e o comportamento do governo dos Estados Unidos diante deles. Na sua avaliação, o governo Obama está seguindo o manual tradicional de Washington nestas situações: "Há uma rotina padrão nestes casos: seguir apoiando o tempo que for possível e se ele se tornar insustentável – especialmente se o exército mudar de lado – dar um giro de 180 graus e dizer que sempre estiveram do lado do povo, apagar o passado e depois fazer todas as manobras necessárias para restaurar o velho sistema, mas com um novo nome".

:: Washington e as revoltas árabes: sacrificar ditadores para salvar o Estado - James Petras: redecastorphoto - 08/02/2011
O ponto essencial é que Washington, após várias de décadas de profundo envolvimento nas estruturas de estado das ditaduras árabes, desde a Tunísia até o Marrocos, Egito, Iêmen, Líbano, Arábia Saudita e Autoridade Palestina, está tentando reorientar as suas políticas para incorporar e/ou enxertar políticos liberais-eleitorais nas configurações de poder existentes. Enquanto a maior parte dos comentaristas e jornalistas despejam toneladas de tinta acerca dos “dilemas” da potência estadunidense, com a novidade dos acontecimentos egípcios e dos pronunciamentos políticos diários de Washington, há amplos precedentes históricos que são essenciais para entender a direção estratégica das políticas de Obama.

:: Egito: quem vai cortar a cabeça da serpente? Who's to cut off the head of the snake? - Pepe Escobar: Asia Times Online -- Carta Maior: 02/02/2011.
O “mensageiro” de Obama na mais recente pantomima de Mubarak foi Frank Wisner, ex-diplomata e ex-executivo da AIG, íntimo da oligarquia do governo Mubarak, e cujo irmão Graham representava seus vastos interesses comerciais. Wisner tem operado ultimamente como lobbysta do regime de Mubarak nos contatos com especialistas em Oriente Médio em Washington – diferente, por exemplo, do Egypt Working Group bipartidário, liderado por Elliott Abrams, ex-membro do Conselho de Segurança Nacional, e Michele Dunne, do Carnegie Endowment.

:: A crise da hegemonia ocidental no Oriente Médio - Emir Sader: Blog do Emir, em Carta Maior: 02/02/2011
Em condições culturais renovadas, o nacionalismo árabe pode renascer, agora articulando uma nova unidade de governos progressistas, anti-EUA e pro palestinos na região – a pior das possibilidades para Washington -, mas plenamente possível, pela intervenção espetacular dos povos desses países.

:: Por que temer o espírito revolucionário árabe? - Slavoj Zizek: Carta Maior 02/02/2011
A reação ocidental aos levantes no Egito e na Tunísia frequentemente demonstra hipocrisia e cinismo. A hipocrisia dos liberais ocidentais é de tirar o fôlego: eles publicamente defendem a democracia e agora, quando o povo se rebela contra os tiranos em nome de liberdade e justiça seculares, não em nome da religião, eles estão todos profundamente preocupados. Por que aflição, por que não alegria pelo fato de que se está dando uma chance à liberdade? Hoje, mais do que nunca, o antigo lema de Mao Tsé-Tung é pertinente: "Existe um grande caos abaixo do céu - a situação é excelente".

:: Oriente Médio: uma possível explosão revolucionária sem precedentes - Antonio Luiz M. C. Costa: CartaCapital 02/02/2011
Crise econômica, revoltas populares e revelações embaraçosas ameaçam gerar uma reviravolta sem precedentes.

:: A people defies its dictator, and a nation's future is in the balance
A brutal regime is fighting, bloodily, for its life. Robert Fisk reports from the streets of Cairo - Robert Fisk: The Independent 29 January 2011.

:: Egito: a multidão contra o ditador - Robert Fisk: The Independent - Em redecastorphoto 29/01/2011
Pode ser o fim. Com certeza é o começo do fim. Em todo o Egito, dezenas de milhares de árabes enfrentaram gás lacrimogêneo, canhões de água, granadas e tiroteio para exigir o fim da ditadura de Hosni Mubarak depois de mais de 30 anos. Enquanto Cairo mergulha em nuvens de gás lacrimogêneo dos milhares de granadas lançadas contra multidões compactas, era como se a ditadura de Mubarak realmente andasse rumo ao fim...

:: A Revolução dos Jasmins contra as autocracias
A Revolução dos Jasmins iniciou na Tunísia com a imolação de um jovem e logo se alastrou para outros países. Agora, a revolta chega ao Egito e ao Iêmen. Em entrevista ao jornal Página/12, o sociólogo e filósofo Sami Naïr, professor de Ciências Políticas na Universidade Paris VIII e presidente do Instituto Magreb-Europa da mesma Universidade, analisa a originalidade e as causas destas revoltas árabes. Autor de ensaios e análises sobre política internacional, Naïr aponta como primeiro fator alimentador da revolta o fato central de que o medo mudou de campo. É o poder que enfrenta agora um povo que perdeu o medo - Eduardo Febbro - Página/12 , traduzido e publicado em Carta Maior: 28/01/2011.

:: Brasil acompanha 'com atenção' protestos no Egito, diz Itamaraty - Ópera Mundi: 28/01/2011

:: Oriente em Chamas
Colar de ditaduras e semi-ditaduras obscenas sustentadas pelos EUA e por Israel no Oriente Médio desmorona sob protestos de massa contra a opressão e o desemprego. No Egito, onde o desemprego entre os jovens chega a 20%, forças policiais já se mostram incapazes de deter as grandes manifestações. É justamente no confronto com a juventude que as forças de segurança começam a perder o controle da situação, apesar da dura repressão policial, combinada com censura à internet e bloqueio da telefonia celular. Defensores seletivos dos direitos humanos, sempre alertas contra obscurantismos no Irã, Cuba e Venezuela, tem a palavra. A ver - Carta Maior: 28/01/2011.

:: Robert Fisk: Egypt's day of reckoning - The Independent: Friday, 28 January 2011
Mubarak regime may not survive new protests as flames of anger spread through Middle East. A day of prayer or a day of rage? All Egypt was waiting for the Muslim Sabbath today – not to mention Egypt's fearful allies – as the country's ageing President clings to power after nights of violence that have shaken America's faith in the stability of the Mubarak regime

:: Robert Fisk: Egito, o dia do acerto de contas - redecastorphoto: 28/01/2011
Dia de orações ou dia de ira? Todo o Egito está à espera do sabbath muçulmano hoje – para nem falar dos assustados aliados do Egito –, enquanto o envelhecido presidente do país agarra-se ao poder depois de noites de violência que já fazem os EUA duvidar da estabilidade do regime de Mubarak.

:: Egyptology News - Excelente blog sobre o Egito antigo, de Andie Byrnes - do Reino Unido - e colaboradores. Está abordando os acontecimentos atuais, atualizando as notícias assim que chegam.
- Updates as they arrive: Saturday, January 29, 2011
- Updates as they arrive: Sunday, January 30, 2011
- Updates as they arrive: Monday, January 31, 2011
- Updates as they arrive: Tuesday, February 01, 2011
- Updates as they arrive: Wednesday, February 02, 2011
- Updates as they arrive: Thursday, February 03, 2011
- Friday updates on the Egypt situation - February 04, 2011
- Saturday updates re Egypt events - February 05, 2011
- Sunday updates about Egypt situation - February 06, 2011

:: Talking Pyramids: News and information on the Pyramids of Egypt - Vincent Brown

:: Useful books on contemporary Egypt - Andie Byrnes, do blog Egyptology News, fez uma lista comentada de uma dúzia de livros, em inglês, que me pareceram úteis para a compreensão do Egito contemporâneo. Os livros podem ser encontrados, quase todos, na livraria Cultura, para compra online. Entretanto, parece-me que, infelizmente, nenhum deles foi traduzido para o português.

:: The Eloquent Peasant: blog de Margaret Maitland sobre o antigo Egito.

:: Portable Antiquity Collecting and Heritage Issues: blog do arqueólogo britânico Paul Barford. Aborda questões como as coleções particulares e o comércio de artefatos arqueológicos.

:: News from the Valley of the Kings and the hunt for KV64. A blog by Kate Phizackerley.

:: Egyptological Looting Database 2011 - A Site by Site Database of the Damage to Antiquites in Egypt. Por Kate Phizackerley e colaboradores.

Mais notícias em meu twitter. E quem desejar ter algumas noções sobre o antigo Egito, clique aqui.

Um comentário:

Anônimo disse...

queria algo mais concreto para poder entende a questaõ politica no egito

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