As pessoas que hoje têm menos do que 40, 40 e poucos anos, talvez não tenham tido um “contato imediato de terceiro grau” com a “era espacial”. Como há o computador hoje, havia o espaço antes, e não era apenas ficção, acontecia naquele momento (...) Nasci em 58, plena era do Sputinik (...) Hoje, 20 de julho de 2009, 40 anos depois da Apolo 11, tenho a sensação de que estamos atrasados, de que nos perdemos dessa grande aventura. O Espaço seria o novo desconhecido a ser explorado, além de um planeta que foi quase todo conquistado (mais do que devia). O espírito humano precisa disso em suas buscas da existência, mas ficamos com o foguete e esquecemos o espaço, preferimos as guerras e esquecemos a aventura, preferimos a violência e deixamos de lado a autêntica ousadia. Que pena, que saudade de 20 de julho de 1969, na sala à noite com minha família, vendo Neil Armstrong descer de uma pequena escadinha, na Lua.
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