segunda-feira, 13 de julho de 2009

A desinformação da mídia sobre o Codex Sinaiticus

Motivado por um comentário feito a uma antiga postagem minha a respeito do Center for the Study of New Testament Manuscripts [22 de março de 2006] voltei, ontem à noite, ao Codex Sinaiticus.

Uma boa leitura, vejo agora, é a de uma postagem do blog de teologia Parchment and Pen, publicada ontem, 12 de julho de 2009, por Dan Wallace.

Leia: Codex Sinaiticus Completely On-Line Now

Daniel B. Wallace cita algumas das mais recorrentes desinformações da mídia sobre o caso e as corrige, como:

The manuscript has been in the news of late because of going on-line. Unfortunately, the media tend to get a lot of facts mixed up. A perusal of a few newspapers, magazines, and on-line sites revealed the following incorrect statements about the manuscript (with corrections following):

. “The world’s oldest Bible” - a mais antiga Bíblia do mundo? Não, não é, segundo muitos especialistas, pelo menos.
. “The earliest surviving copy of the Gospels” - a mais antiga cópia existente dos Evangelhos? Não, não é.
. “In earlier centuries there were all manner of documents in scroll form of gospels, epistles and other Christian writings..." - Em forma de rolos? Não, não era.
. “It includes two works which have since been dropped from both Catholic and Protestant Bibles” - Essa afirmação contém um pressuposto não provado, that these books [Shepherd of Hermas and the Epistle of Barnabas] were considered canonical in the fourth century.
. “The first part of what is now considered the Bible — from Genesis to 1 Chronicles — is missing” - Não após 1975.

E continua...

Sobre isso escreveu, também ontem, Michael F. Bird: Dan Wallace on the Media and Codex Sinaiticus [mas veja os comentários de Ulrich Schmid]; Steve Runge: Incorrect claims about Codex Sinaiticus e Manuel Rojas: El códice Sinaítico disponible en internet.

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