terça-feira, 24 de julho de 2007

Esquizofrenia informativa de los medios opositores

En los últimos días, los medios opositores han difundido infinitas versiones sobre la causa por la cual el avión de TAM siguió de largo por la pista central de Congonhas, atravesó una avenida y se estrelló contra un depósito (...) Esa misma esquizofrenia informativa se vive con respecto a los cada vez más habituales apagones aéreos. El domingo los principales medios brasileños sostenían que los retrasos y las complicaciones que paralizaron durante horas los aeropuertos brasileños el sábado habían sido provocados por un boicot de los controladores aéreos... Leia em Página/12, diário argentino, edição de hoje, sobre a crise aérea e os meios de comunicação brasileiros.

Leia Mais:
E a imprensa arremeteu - Gilson Caroni Filho em Carta Maior: 20/07/2007
O que estava em causa na cobertura da mídia após o acidente da TAM era a construção da "crônica da tragédia anunciada". Ao incluir as vítimas fatais no seu cálculo político, mais uma vez a mídia folhetinizou um drama real, banalizando a vida.

Mídia eleva tom contra Lula. Ministro do STM sugere golpe - Marco Aurélio Weissheimer em Carta Maior: 24/07/2007
Editoriais e colunistas falam em “colapso do lulismo”, “corriola governamental” e incapacidade de governar o país. Ministro do Superior Tribunal Militar diz que “pessoas de bem vão se pronunciar como já fizeram em um passado não muito distante”.

Vôo TAM 3054 - Especial da Folha Online

Atualizando: 25.07.2007 - 10h00
Novas reflexões sobre a tragédia do Airbus - Bernardo Kucinski em Carta Maior: 24/07/2007
Confirmou-se por completo e ganhou musculatura a tese central do meu primeiro comentário, então apenas intuída, de que o desastre da TAM deu-se num contexto de maximização de lucros. A estratégia das companhias, que fez de Congonhas um centro nacional de redistribuição de passageiros (“hub”), foi explicada por Daniel Ritter no jornal Valor da sexta (20) e confirmada elo executivo da TAM José Hélcias, no Estadão desta terça (...) Ao anunciar a desativação de Congonhas como “hub”, o governo admite que, mesmo depois de instalado o caos na malha aérea, continuava aceitando criticamente o sistema deixado pelo governo anterior no qual as companhias definiam a política pública para o setor. Essa passividade estava implícita no meu primeiro comentário, mas não suficientemente enfatizada (...) Desde o primeiro momento, deu-se a exploração político-partidária da tragédia, pela mídia e pelos principais líderes tucanos, José Serra e Tasso Jereissati. Assim como desastre se dá no contexto de uma crise generalizada do tráfego aéreo, sua politização também é uma extensão natural do processo de linchamento do governo Lula que vem desde o “mensalão”. O ataque começou no momento mesmo da tragédia, quando os âncoras, sem informação suficiente para comentar as cenas espetaculares do incêndio, fixaram-se obsessivamente no problema da pista. Mesmo porque a pista foi liberada ainda sem as ranhuras previstas no projeto e o caos aéreo já durava dez meses. Mas já naquela noite, os repórteres do Estadão ficaram sabendo que o avião voava há uma semana com o reverso travado (...) Só que o Estadão preferiu desprezar esse verdadeiro furo de reportagem que poderia mudar o rumo do noticiário... Leia o texto completo.

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