terça-feira, 13 de março de 2007

Recursos online sobre o conflito Israel-Palestinos

Visitando hoje o biblioblog Crossings, de Bruce Fisk, Professor de Novo Testamento no Departamento de Estudos Religiosos do Westmont College em Santa Barbara, Califórnia, encontrei um link que me chamou a atenção.

Trata-se de uma página cheia de recursos existentes na Internet sobre o conflito Israel-Palestinos, material organizado pelas bibliotecas da Universidade Duke, Durham, Carolina do Norte:



Há links para todo tipo de recurso: diretórios de links, blogs do Líbano e de Israel, organizações internacionais que lidam com o conflito, imprensa, agências governamentais e grupos políticos de Israel e da Autoridade Palestina, agências de direitos humanos, grande variedade de mapas...

Como diz o site, os links conduzem a informações sobre os dois povos, com o objetivo de apresentar suas atividades, opiniões e perspectivas a partir de três pontos de vista: palestino, israelense e observadores do resto do mundo.

Israeli-Palestinian Conflict Internet Resources: this site provides links to information about both peoples, with the aim of presenting the range of activities, opinions, and perspectives that exist among Palestinians, Israelis as well as concerned observers worldwide.

Coloquei o endereço em minha página sobre a Crise no Oriente Médio.

Onde Encontrar: Ayrton's Biblical Page > Oriente Médio

Um comentário:

Anônimo disse...

Fato é que não há como se contrapor à realidade de que, no mínimo, os argumentos tecidos no documentário ' O SEPULCRO ESQUECIDO DE JESUS" devem ser considerados para fins de reflexão sobre o que, efetivamente, ocorreu na Palestina há aproximadamente 2.000 atrás.

Entretanto, conforme colocarei a seguir, nem no bojo do documentário ou do debate entre os especialisas que o segue, não constatei que qualquer dos envolvidos fizesse um questionamento, que, segundo meu entendimento, poderia facilmente dar fim à celeuma.


No documentário é afirmado que foram descobertos 10 ossuários os quais foram retirados e examinados pela Autoridade Israelense de Antiguidades, o IAA. Seis deles tinham inscrições. Catalogados, são transferidos para o Museu Rockefeller, em Jerusalém, trancados e ignorados pelo IAA, enquanto que os ossos neles existentes, como de costume, SÃO RETIRADOS E ENTERRADOS EM OUTRO TÚMULO.

Dito isto, se os ossos foram removidos e sepultados em uma sepultura moderna em Jerusalém, porque, simplesmente, não se realizar uma exumação e a necrópsia dos restos mortais ali depositados?

Creio que a questão religiosa seria, com certeza, um impecilho para a adoção de tal procedimento, mas, diante da importância do tema, tal óbice, com certeza, acabaria de alguma forma transposto.

A questão assim se impõem:

Feita a exumação dos restos mortais pretensamente imputados à Jesus de Nazaré, constatada a causa mortis, solucionada estaria a questão, vale dizer, morte por cruxifixão = sepulcro da família de Jesus.

Na minha humilde opinião, creio que à nova ordem mundial que se impõem, o que realmente interessa é que a semente da dúvida seja implantada nos corações dos homens, pois a incerteza, que se contrapõe à fé, gera frutos venenosos, com maior potencial de letalidade que a própria verdade estampada nos fatos.

Fica, assim, feita a sugestão, aberto o debate para novos questionamentos e propostas.

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