Blog sobre estudos acadêmicos da Bíblia. Blog about academic studies of the Bible. Online desde 07.12.2005. Associado à Ayrton's Biblical Page.
quinta-feira, 31 de agosto de 2006
BBC Brasil nos oferece novo canal de informação: o Blog da Eleição
Excelente iniciativa da BBC Brasil! Quem sabe teremos agora um blog político mais imparcial do que Josias ou Noblat, totalmente contaminados pela "bird flu"... Leia: Novo blog, novo espaço
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O estudo do livro do Eclesiastes é o desafio para o Mês da Bíblia de 2006
Há muitos recursos para o estudo do livro do Eclesiastes ou Coélet. Na página da CNBB, por exemplo, a Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Biblico-Catequética propõe o Livro Mês da Bíblia (formato pdf).
Na Apresentação do Livro, diz a Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética:
Na mesma página podem ser acessados também:
Subsídios populares:
Carlos MESTERS e Francisco OROFINO, O Varal da Vida: chave de leitura para o livro do Eclesiastes, São Leopoldo: CEBI, 2006, 52 p.
CENTRO BÍBLICO VERBO, Come teu pão com alegria! Entendendo o livro de Eclesiastes. São Paulo: Paulus, 2006, 163 p.
Darci Luiz MARIN (Redator), Eclesiastes: viver bem o presente. Vida Pastoral, São Paulo: Paulus, ano 47, n. 250, setembro-outubro de 2006.
Gilvander MOREIRA, Western CLAY, Rogério DE ALMEIDA, Jacir DE FREITAS e Adilson SCHULTZ, O povo sabe das coisas: Eclesiastes ilumina o trabalho, a vida e a religião do povo. São Leopoldo: CEBI/Contexto Editora, 2006, 126 p.
Ivo STORNIOLO e Euclides M. BALANCIN, Como ler o livro do Eclesiastes: trabalho e felicidade. 4. ed. São Paulo: Paulus, 1997, 48 p.
SAB, Come teu pão com alegria: Eclesiastes. São Paulo: Paulinas, 2006.
Subsídios acadêmicos:
Haroldo DE CAMPOS, com uma colaboração especial de J. Guinsburg, Qohélet / O-Que-Sabe. Eclesiastes: poema sapiencial. 2. ed. Transcriado por Haroldo de Campos. São Paulo: Perspectiva, 2004, 248 p.
Ivo STORNIOLO, Trabalho e felicidade: o livro de Eclesiastes. São Paulo: Paulus, 2002, 152 p.
José VÍLCHEZ LÍNDEZ, Eclesiastes ou Qohélet. São Paulo: Paulus, 1999, 512 p.
Lilia LADEIRA VERAS, Um primeiro contato com o livro do Eclesiastes ou o livro Coélet. RIBLA 52, 2005/3, Petrópolis: Vozes, p. 119-139 (com três páginas de bibliografia no final).
Robert MICHAUD, Qohélet et l'hellénisme. Paris: Du Cerf, 1987, 224 p.
Para conhecer a época em que foi escrito o Eclesiastes, recomendo o meu texto de História de Israel no item 7. Os Ptolomeus Governam a Palestina. No final deste item abordo a questão da administração ptolomaica da Palestina.
Por outro lado, já andei escrevendo algumas linhas sobre o Eclesiastes. Foi em meu artigo Judaísmo e Helenismo: encontro e conflito. Estudos Bíblicos, Petrópolis: Vozes, n. 48, 1996, p. 9-18.
Este número da revista trata da Sabedoria e, além de meu artigo, podem ser lidos os artigos de Walmor Oliveira de Azevedo, Emanuel Messias de Oliveira, Wolfgang Gruen, Romi Auth, Western Clay Peixoto, Rosana Pulga, Rodrigo P. Silva e Benjamim Carreira de Oliveira. Todos fazem parte do grupo dos "Biblistas Mineiros".
Na Apresentação do Livro, diz a Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética:
Com alegria colocamos em suas mãos uma sugestão para a Celebração do Dia da Bíblia (...) O Projeto Nacional de Evangelização propõe para este ano, no mês de setembro (...) o Livro de Eclesiastes (...) O mês de setembro, reconhecido nacionalmente como o mês da Bíblia, é para nós uma grande riqueza. Ele possibilita preparar, vivenciar e testemunhar com entusiasmo e empenho as Celebrações em nossas comunidades, bem como fortalecer os Círculos Bíblicos e Grupos de Reflexão que buscam na Bíblia a força na missão de evangelizar e ser evangelizado.
Na mesma página podem ser acessados também:
- Mês da Bíblia (formato word)
- Capa Mês da Bíblia (formato pdf)
- Brochura Mês da Bíblia (formato pdf)
- Celebração para o encerramento do Mês da Bíblia (formato word)
Subsídios populares:
Carlos MESTERS e Francisco OROFINO, O Varal da Vida: chave de leitura para o livro do Eclesiastes, São Leopoldo: CEBI, 2006, 52 p.
CENTRO BÍBLICO VERBO, Come teu pão com alegria! Entendendo o livro de Eclesiastes. São Paulo: Paulus, 2006, 163 p.
Darci Luiz MARIN (Redator), Eclesiastes: viver bem o presente. Vida Pastoral, São Paulo: Paulus, ano 47, n. 250, setembro-outubro de 2006.
Gilvander MOREIRA, Western CLAY, Rogério DE ALMEIDA, Jacir DE FREITAS e Adilson SCHULTZ, O povo sabe das coisas: Eclesiastes ilumina o trabalho, a vida e a religião do povo. São Leopoldo: CEBI/Contexto Editora, 2006, 126 p.
Ivo STORNIOLO e Euclides M. BALANCIN, Como ler o livro do Eclesiastes: trabalho e felicidade. 4. ed. São Paulo: Paulus, 1997, 48 p.
SAB, Come teu pão com alegria: Eclesiastes. São Paulo: Paulinas, 2006.
Subsídios acadêmicos:
Haroldo DE CAMPOS, com uma colaboração especial de J. Guinsburg, Qohélet / O-Que-Sabe. Eclesiastes: poema sapiencial. 2. ed. Transcriado por Haroldo de Campos. São Paulo: Perspectiva, 2004, 248 p.
Ivo STORNIOLO, Trabalho e felicidade: o livro de Eclesiastes. São Paulo: Paulus, 2002, 152 p.
José VÍLCHEZ LÍNDEZ, Eclesiastes ou Qohélet. São Paulo: Paulus, 1999, 512 p.
Lilia LADEIRA VERAS, Um primeiro contato com o livro do Eclesiastes ou o livro Coélet. RIBLA 52, 2005/3, Petrópolis: Vozes, p. 119-139 (com três páginas de bibliografia no final).
Robert MICHAUD, Qohélet et l'hellénisme. Paris: Du Cerf, 1987, 224 p.
Para conhecer a época em que foi escrito o Eclesiastes, recomendo o meu texto de História de Israel no item 7. Os Ptolomeus Governam a Palestina. No final deste item abordo a questão da administração ptolomaica da Palestina.
Por outro lado, já andei escrevendo algumas linhas sobre o Eclesiastes. Foi em meu artigo Judaísmo e Helenismo: encontro e conflito. Estudos Bíblicos, Petrópolis: Vozes, n. 48, 1996, p. 9-18.
Este número da revista trata da Sabedoria e, além de meu artigo, podem ser lidos os artigos de Walmor Oliveira de Azevedo, Emanuel Messias de Oliveira, Wolfgang Gruen, Romi Auth, Western Clay Peixoto, Rosana Pulga, Rodrigo P. Silva e Benjamim Carreira de Oliveira. Todos fazem parte do grupo dos "Biblistas Mineiros".
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quarta-feira, 30 de agosto de 2006
Christian Zionism - Sionismo cristao
Jim West vem nos mantendo atualizados sobre o sionismo cristão, que parece estar agindo com renovada vitalidade, alimentado pelo sangrento conflito em que está mergulhado o Oriente Médio. Informe-se sobre o assunto.
Leia o meu post do começo deste mês, em plena invasão do Líbano, com o título de Sionistas cristaos anseiam pelo armagedon.
Leia o meu post do começo deste mês, em plena invasão do Líbano, com o título de Sionistas cristaos anseiam pelo armagedon.
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Loyola publica tese de doutorado de Cássio Murilo Dias da Silva
Cássio Murilo Dias da Silva está nos convidando para o lançamento de seu livro Aquele que manda a chuva sobre a face da terra. O livro é resultado de sua tese de Doutorado em Ciências Bíblicas, elaborada no Pontifício Instituto Bíblico de Roma sob orientação do Professor Horacio Simian-Yofre e defendida no dia 27 de maio de 2005. Cássio fez um estudo filológico e exegético da imagem de Yahweh como controlador da chuva em determinados textos bíblicos.
O livro do Cássio será lançado pela Loyola no dia 23 de setembro próximo, durante a 4ª Expocatólica, no Pavilhão Amarelo, Auditório 1 do EXPO CENTER NORTE, em São Paulo. Na ocasião, a partir das 13 horas, o autor fará palestra sobre A Bíblia como obra literária.
Cássio Murilo é professor de Metodologia Bíblica no Curso de Pós-Graduação em Estudos Bíblicos da Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, São Paulo, desde 1993, e autor do livro Metodologia de Exegese Bíblica, 3. ed. São Paulo: Paulinas, 2009.
Foi meu aluno e colega na Faculdade de Teologia da PUC-Campinas. Participa do grupo dos "Biblistas Mineiros".
O livro do Cássio será lançado pela Loyola no dia 23 de setembro próximo, durante a 4ª Expocatólica, no Pavilhão Amarelo, Auditório 1 do EXPO CENTER NORTE, em São Paulo. Na ocasião, a partir das 13 horas, o autor fará palestra sobre A Bíblia como obra literária.
Cássio Murilo é professor de Metodologia Bíblica no Curso de Pós-Graduação em Estudos Bíblicos da Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, São Paulo, desde 1993, e autor do livro Metodologia de Exegese Bíblica, 3. ed. São Paulo: Paulinas, 2009.
Foi meu aluno e colega na Faculdade de Teologia da PUC-Campinas. Participa do grupo dos "Biblistas Mineiros".
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Um guerreiro sai de cena, mas deixa sua semente marcante e exemplar para os novos guerreiros: homenagens a Dom Luciano Mendes de Almeida
Como foi amplamente noticiado, faleceu, neste 27 de agosto de 2006, domingo, Dom Luciano Mendes de Almeida, arcebispo de Mariana, MG. Dom Luciano foi Secretário-Geral da CNBB por dois mandatos consecutivos, de 1979 a 1986, e Presidente da mesma entidade, também por dois mandatos consecutivos, de 1987 a 1994. Seu enterrro acontece hoje, dia 30, em Mariana.
Veja algumas das muitas homenagens prestadas a este grande homem nos links abaixo.
Da Folha Online:
Morre dom Luciano Mendes de Almeida, arcebispo de Mariana
CNBB lamenta morte de Dom Luciano
Corpo de dom Luciano Mendes de Almeida é velado em SP
Após velório em SP, corpo de dom Luciano Mendes segue para Minas
Lula, Alckmin e Aécio lamentam morte do arcebispo de Mariana
Corpo de dom Luciano Mendes deve chegar em Mariana no final da tarde
Lula vai ao velório de dom Luciano Mendes em Minas
Corpo de dom Luciano deixa BH e é levado para homenagem em Ouro Preto
Dom Luciano será enterrado amanhã em Mariana
Em velório, Lula ressalta grandeza de "companheiro" dom Luciano
Da CNBB:
Faleceu hoje Dom Luciano Mendes de Almeida
No Dia-a-Dia, na página da CNBB, há dezenas de manifestações, notas, artigos e homenagens a Dom Luciano de todas as partes do país. Leia a partir da nota de falecimento, no dia 27, no link acima.
Veja algumas das muitas homenagens prestadas a este grande homem nos links abaixo.
Da Folha Online:
Morre dom Luciano Mendes de Almeida, arcebispo de Mariana
CNBB lamenta morte de Dom Luciano
Corpo de dom Luciano Mendes de Almeida é velado em SP
Após velório em SP, corpo de dom Luciano Mendes segue para Minas
Lula, Alckmin e Aécio lamentam morte do arcebispo de Mariana
Corpo de dom Luciano Mendes deve chegar em Mariana no final da tarde
Lula vai ao velório de dom Luciano Mendes em Minas
Corpo de dom Luciano deixa BH e é levado para homenagem em Ouro Preto
Dom Luciano será enterrado amanhã em Mariana
Em velório, Lula ressalta grandeza de "companheiro" dom Luciano
Da CNBB:
Faleceu hoje Dom Luciano Mendes de Almeida
No Dia-a-Dia, na página da CNBB, há dezenas de manifestações, notas, artigos e homenagens a Dom Luciano de todas as partes do país. Leia a partir da nota de falecimento, no dia 27, no link acima.
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domingo, 27 de agosto de 2006
Blogs de Teologia
Já está na casa dos 60 o número de Blogs de Teologia no blogroll do Theology Blogs que apresentei aqui [obs.: blog desativado - 25/04/2011] em julho passado.
Se você se interessa por Teologia, vale a sua visita.
Atualização em 25/04/2011
O Theology Blogs foi desativado. Procure por blogs de Teologia, em inglês, no blogroll de Faith and Theology, de Benjamin Myers, por exemplo.
Em português, espanhol, italiano e outras línguas, Teologia, Religião, Igrejas e sua relação com o mundo atual são temas debatidos por alguns destes sites que agrupei aqui. E veja meu índice de posts de Teologia e Religião.
Leonardo Boff tem um site, amigos do Libânio publicam outro, tem Frei Betto... no twitter sigo Juan Masiá Clavel, Leonardo Boff, Frei Betto...
Se você se interessa por Teologia, vale a sua visita.
Atualização em 25/04/2011
O Theology Blogs foi desativado. Procure por blogs de Teologia, em inglês, no blogroll de Faith and Theology, de Benjamin Myers, por exemplo.
Em português, espanhol, italiano e outras línguas, Teologia, Religião, Igrejas e sua relação com o mundo atual são temas debatidos por alguns destes sites que agrupei aqui. E veja meu índice de posts de Teologia e Religião.
Leonardo Boff tem um site, amigos do Libânio publicam outro, tem Frei Betto... no twitter sigo Juan Masiá Clavel, Leonardo Boff, Frei Betto...
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sábado, 26 de agosto de 2006
Pressionado pelo MP, Orkut publica novos termos de serviço
Leading Iraq archaeologist flees
Leading Iraq archaeologist flees
Iraq's most prominent archaeologist has fled the country and is reported to have said poor security and political pressures forced him out.
Iraq's most prominent archaeologist has fled the country and is reported to have said poor security and political pressures forced him out.
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We are in the midst of a remarkable period of archaeological discovery
O número 5 do volume 59, de setembro/outubro de 2006 da revista Archaeology, do AIA - Archaeological Institute of America - traz como matéria de capa o seguinte: The Next 50 Years: Will it be the Golden Age of Archaeology? (Os próximos 50 anos constituirão a Idade de Ouro da Arqueologia?)
E cita várias descobertas importantes feitas nos últimos anos, se perguntando: "This torrent of new discoveries raises a fascinating question. What major archaeological discoveries can we expect during the next half-century or so? Where will the truly sensational finds be made? What kinds of discoveries will radically transform our knowledge of the past? I believe we can make some intelligent forecasts".
Veja o abstract deste e de outros ensaios e textos completos de notícias, resenhas e artigos selecionados clicando no link da revista. Agradeço a Jim Davila pela dica, postada em seu blog PaleoJudaica.com aqui.
E cita várias descobertas importantes feitas nos últimos anos, se perguntando: "This torrent of new discoveries raises a fascinating question. What major archaeological discoveries can we expect during the next half-century or so? Where will the truly sensational finds be made? What kinds of discoveries will radically transform our knowledge of the past? I believe we can make some intelligent forecasts".
Veja o abstract deste e de outros ensaios e textos completos de notícias, resenhas e artigos selecionados clicando no link da revista. Agradeço a Jim Davila pela dica, postada em seu blog PaleoJudaica.com aqui.
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Dez erros que devem ser evitados no seu blog - Top 10 Mistakes to Avoid
Esta lista está em The RSS Blog, no post Top 10 Mistakes Made by My Blogging Friends. Preste atenção nela, porque serve inclusive para biblioblogs. Vou apenas enumerar os dez erros que, segundo Randy Morin, são os mais freqüentes e perigosos. No blog você lê as explicações dos erros e o modo de evitá-los.
Você pode ler também o comentário do Bloggers Blog em Blogging Mistakes to Avoid.
Você pode ler também o comentário do Bloggers Blog em Blogging Mistakes to Avoid.
- Forfeiting Google Juice
- Forfeiting Your RSS Feed
- Invalid RSS Feeds
- Making it Difficult to Subscribe
- Blocking Your Readers
- Sucking Up to A-listers
- Not Reading Your Readers
- Accepting Trolls
- Putting Yourself on a Pedestal
- Partial Feeds
Lei obriga leitura da Bíblia nas escolas e gera polêmica em município gaúcho
Folha Online: 25/08/2006 - 22h17
Município do RS obriga leitura da Bíblia nas escolas
Léo Gerchmann - da Agência Folha, em Porto Alegre
Município do RS obriga leitura da Bíblia nas escolas
Léo Gerchmann - da Agência Folha, em Porto Alegre
Os pouco mais de 9.000 habitantes do município gaúcho de Entre-Ijuís, na região das Missões (437 km de Porto Alegre), vivem uma polêmica religiosa em razão de lei aprovada recentemente obrigando a leitura da Bíblia nas escolas municipais. Habitada na sua maioria por católicos e luteranos, a cidade, de forte colonização alemã, dividiu-se sobre o assunto, a ponto de o prefeito, Paulo Airton da Silva (PFL), mesmo depois de ter sancionado a lei, estar disposto a se reunir com os vereadores, pois teme não conseguir fiscalizar sua aplicação. Entre-Ijuís tem 868 alunos em oito escolas municipais (sete de ensino fundamental e uma infantil). Há, também, três escolas estaduais (uma delas dedicada ao ensino médio). O autor do projeto, vereador Vilmar Rotilli (PDT) lamenta (...) Constitucionalistas ouvidos pela Folha consideram a medida inconstitucional. "É inconstitucional. Primeiro, porque as escolas públicas são laicas. Segundo, porque é livre a manifestação religiosa no país. Isso fere os direitos dos ateus e de pessoas que professam outros credos", disse o professor de direito constitucional Jaime Léo Carangaci. O próprio bispo diocesano de Santo Ângelo (também nas Missões) considera a lei inconstitucional. ''Acho que essa lei é inconstitucional. O ensino religioso não tem confissão religiosa. A Bíblia é patrimônio de algumas religiões. De outras, não." (cont.)
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sexta-feira, 25 de agosto de 2006
Biblioteca digital da UE pretende chegar a 6 milhões de obras até 2010
Folha Online: 25/08/2006 - 15h51
UE pede que países digitalizem patrimônio cultural
da Ansa, em Bruxelas
UE pede que países digitalizem patrimônio cultural
da Ansa, em Bruxelas
A Comissão Européia recomendou nesta sexta-feira a todos os Estados membros da UE (União Européia) que procurem disponibilizar com rapidez seu patrimônio cultural de forma digitalizada, para respeitar o objetivo de criar até 2010 uma biblioteca digital que conte com um arcevo de pelo menos 6 milhões de obras (...) Dessa forma, praticamente todos os arquivos, museus e bibliotecas européias, que sozinhas reunem cerca de 138 milhões de obras registradas, poderão coligar seu conteúdo digital à biblioteca digital européia, que disponibilizará o material a todos os cidadãos do mundo (cont.)
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Dom Helder, homem do povo e para o povo, em documentário
Folha Online: 25/08/2006 - 09h12
Filme registra dom Helder como líder progressista da Igreja
Christian Petermann - do Guia da Folha
Filme registra dom Helder como líder progressista da Igreja
Christian Petermann - do Guia da Folha
Há documentários que se sustentam por seu objeto de estudo, já que não propõem discussões estéticas. É o caso de "Dom Helder Câmara - O Santo Rebelde", projeto acalentado há muito pela cineasta Érika Bauer. Ela partiu da biografia escrita por padre Reginaldo, também um dos entrevistados, que atiçou sua curiosidade a respeito desta figura vital tanto na ala progressista da Igreja Católica quanto como resistência à ditadura militar. Fruto de uma pesquisa rigorosa e exaustiva, Bauer dispôs de imagens raras de arquivos nacionais e internacionais, que recuperam para espectadores mais jovens os eloqüentes discursos de dom Helder, morto em 1999. Homem do povo e para o povo, ele sempre foi muito lúcido em sua campanha contra qualquer injustiça. Forte ponto de apoio no elogio à sua figura pública, por exemplo, são os depoimentos de Leonardo Boff (cont.)
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Descoberto em Israel sofisticado sistema de abastecimento de água dos tempos bíblicos
Sobre a estrutura descoberta pelos arqueólogos em Israel, na localidade de Ramat Rahel, leia Ancient Biblical Waterworks Found in Israel, no biblioblog do Dr. Claude Mariottini.
Leia também Arqueólogos descobrem sistema de águas de 2.700 anos em Israel.
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Recursos para o estudo do hebraico bíblico
Se você precisa saber o que existe de recursos para o estudo do Hebraico Bíblico, especialmente em inglês, vale a pena consultar Biblical Hebrew Resources da página Codex de Tyler F. Williams.
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A viagem de um peso pesado, o faraó Ramsés II
Multidão segue transferência de estátua de Ramsés 2º no Egito
da Efe, no Cairo - Folha Online: 25/08/2006 - 11h55
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Colosso de Ramsés 2º será retirado de praça do Cairo
Falemos do Egito
Google Earth tracks journey of Ramses
Ramesses II - on the move at last
da Efe, no Cairo - Folha Online: 25/08/2006 - 11h55
A gigantesca estátua de Ramsés 2º, um dos mais prestigiosos faraós do antigo Egito, foi transportada nesta sexta-feira com sucesso da praça mais movimentada do Cairo para um local próximo às famosas pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos, nos arredores da capital. A estátua, de 83 toneladas, foi retirada da praça que leva seu nome - em frente a uma estação ferroviária, onde permaneceu por mais de 50 anos - à 1h desta sexta-feira (19h de quinta-feira, em Brasília) e chegou a seu destino às 11h10 locais (5h10 desta sexta, em Brasília), uma área desértica, próxima à estrada que une Cairo e Alexandria. O monumento, transportado em meio a uma grande ovação em duas plataformas móveis de 128 rodas, rebocadas por um caminhão, ficará em um armazém especial até ser colocado no novo Museu Egípcio, nessa mesma região. "Este é o lugar onde esta importante estátua merece estar: no maior museu do mundo", disse o ministro da Cultura, Farouk Hosni. "Só falta vê-la na entrada do museu", cuja construção terminará em 2010, acrescentou. A razão para a mudança é a deterioração que a estátua sofreu devido à poluição sonora e do meio-ambiente causadas pelos milhares de carros que passavam diariamente em frente ao monumento e os tremores causados pelo metrô (cont.)
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Ministério Público rebate argumentos do Google (Info Online: 19h34)
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Ministério Público rebate argumentos do Google (Info Online: 19h34)
quinta-feira, 24 de agosto de 2006
O que aconteceu com o Javista na atual pesquisa do Pentateuco? Van Seters responde a Rolf Rendtorff
Se você leu o meu post O que aconteceu com o Javista na atual pesquisa do Pentateuco? Ele desapareceu e levou consigo a Hipótese Documentária, explica Rolf Rendtorff, agora leia as observações de Van Seters sobre o texto de Rendtorff. Estas observações foram feitas através de carta ao Forum da SBL. Cito algums trechos de Some remarks of the paper by Rolf Rendtorff, "What happened to the 'Yahwist'?", escrito por Van Seters, Professor Emérito da Universidade da Carolina da Norte em Chapel Hill, USA.
Sobre Von Rad:
Sobre Van Seters:
Sobre o livro Abschied vom Jahwisten:
Van Seters faz ainda, na mesma carta, algumas observações sobre a resposta de David Clines a Rendtorff. Leia sobre Van Seters aqui, onde anuncio o seu mais recente livro The Edited Bible. Na página da editora, que você alcança através do link anterior, pode ser lida uma apresentação do livro e algumas resenhas.
Sobre Von Rad:
I strongly protested against what I regard as Rendtorff's misrepresentation of von Rad's position by his dismissal of the Yahwist as an author and historian. Anyone reading through von Rad's corpus cannot be in doubt about how strongly he felt about the Yahwist as author and historian. His study, "Das formgeschichtliche Problem des Hexateuch," was primarily to dispute Gunkel's treatment of the Yahwist as merely a random and accidental collection of old traditions and to argue that the work is that of an historian. He says very little about the Yahwist as theologian. It was Noth, in his study of the Pentateuch, who preferred to follow Gunkel and who also spoke of the process of tradition accumulation as theological, and Rendtorff has followed this line, not that of von Rad.
Sobre Van Seters:
When comes to characterize my own work on the Yahwist, he tries to represent me as creating "a new kind of Yahwist ... an individual personality; he is not a theologian like von Rad's Yahwist, but a historian." As suggested above, this misrepresents both von Rad and me. I have simply followed von Rad's suggestion that J is a historian, but I do not deny that within J's history there is a theology and I have written on the subject. That is a completely false choice. What is even more puzzling is Rendtorff's assertion that for me there is only one source or author in the Pentateuch and that my views represent a "reduced documentary hypothesis, namely a one-document hypothesis." That bears no resemblance to my views at all. I have rejected the "traditional" E source, but there were a number of scholars before me who did that so there is nothing new there. I retain Deuteronomy and P as separate sources in the largely "traditional sense" so that there remain for me three major sources. Where I part from the Documentary Hypothesis is in the rejection of the role of redactor or editor (see my book noted above) as the one who combined these sources. Instead, I advocate the theory of a successive supplementation of one source or author by another. I have even characterized my work as the "New Supplementary Hypothesis" but Rendtorff has ignored all of this.
Sobre o livro Abschied vom Jahwisten:
A number of those scholars who have followed Rendtorff's lead in getting rid of the Yahwist as author are reflected in the book Abschied vom Jahwisten, which is reviewed by Rendtorff in this paper. I heard that such a book was in the works but I was not asked to contribute or respond to it. However, in a second volume on this same theme "Farewell to the Yahwist," I have contributed a paper, "The Report of the Yahwist's Demise has been Greatly Exaggerated!," in which I seek to respond to this movement to get rid of the Yahwist (...) I will not comment here on any of these scholars cited by Rendtorff in his support, except to say that they have largely replaced the Yahwist by a series of redactors. They retained the source P, for some strange reason, although large chunks of it have also become the work of the ubiquitous redactor. It was the Documentary Hypothesis that created the redactor as a literary devise, a dues ex machina, to make the whole theory work. That is the only really distinctive feature of the Documentary Hypothesis and it is this part of the theory that Rendtorff and others have retained. Now we supposedly have editors without any authors, which is absurd, and the whole literary process has become known as "redaction criticism." It is high time that the "redactor" takes his leave and the author is restored to his rightful place in literary criticism.
Van Seters faz ainda, na mesma carta, algumas observações sobre a resposta de David Clines a Rendtorff. Leia sobre Van Seters aqui, onde anuncio o seu mais recente livro The Edited Bible. Na página da editora, que você alcança através do link anterior, pode ser lida uma apresentação do livro e algumas resenhas.
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Israel admite que perdeu a guerra
Folha Online: 24/08/2006 - 15h06
Comando militar de Israel admite falhas no Líbano
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"EUA cometeram no Líbano mesmo erro que no Iraque", diz filósofo
ONU diz que ofensiva de Israel matou 1.183 e feriu 4.055 no Líbano
Comando militar de Israel admite falhas no Líbano
Pela primeira vez desde o início dos mais recentes conflitos no Oriente Médio, o comando militar israelense admitiu nesta quinta-feira ter cometido falhas na condução de sua ofensiva no Líbano. Há dez dias em cessar-fogo, Israel e o grupo terrorista Hizbollah travaram uma batalha que durou 34 dias e deixou 1.183 mortos no Líbano e cerca de 160 em Israel, segundo relatório da ONU (Organização das Nações Unidas). A declaração foi feita por meio de uma carta, na qual o chefe do Estado-Maior de Israel, Dan Halutz, afirma aos soldados que os conflitos revelaram falhas na logística, nas operações e no comando militar. "Serão respondidas perguntas de forma profissional, todo mundo será investigado -- a partir de mim para baixo, até o último soldado", diz o texto liberado pelo Exército israelense nesta quinta-feira (...) Ataques aéreos israelenses deixaram cidades inteiras no Líbano sob escombros e forçaram quase 1 milhão a pessoas sair de suas casas. O Hizbollah, em ação sem precedente, também lançou cerca de 4.000 foguetes contra a região norte de Israel, fazendo com que aproximadamente 300 mil pessoas se deslocassem para abrigos antiaéros ou outras cidades. Enquanto Halutz admitia as falhas militares israelenses levadas a cabo no Líbano, o líder do Shin Bet (serviço de inteligência israelense), Yuval Diskin, chamou a ofensiva de "fiasco", em sua primeira declaração pública desde o início dos combates. "O norte [de Israel] foi abandonado e o sistema de governo desmoronou", disse. "Houve muitos fracassos, e a população vê e entende isso. Não é hora de calar, a verdade deve ser contada. Alguém tem de dar explicações e assumir a responsabilidade", acrescentou Diskin (cont.)
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quarta-feira, 23 de agosto de 2006
Tyler Williams mostra como funciona a crítica textual com dois exemplos
Tyler F. Williams, dando prosseguimento à série de posts sobre a crítica textual da Bíblia Hebraica/Antigo Testamento, chega ao post n. 9 que trata da Crítica Textual na Prática, onde diz:
Neste post demonstrarei a prática da crítica textual com dois exemplos, Js 1,1 e Sl 73,7, que iluminam a prática da crítica textual externa e interna, respectivamente.
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Estamos a caminho de uma severa catástrofe climática
A situação é tão severa que, ao ser constatado um nível de umidade relativa do ar de 4,8% em Ribeirão Preto, SP, às 16h00 de segunda-feira passada, dia 21, muitos metereologistas custaram a acreditar, pois não há registro de uma situação tão grave no país. Pode ser que tenha havido algum erro de medição como sugerem alguns, mas parece que a situação caminha para algo muito grave. E isto em termos globais. Veja a reportagem abaixo, de hoje.
Greenpeace prevê crise ambiental no Brasil no próximo século
da BBC Brasil: 23/08/2006 - 13h52
Greenpeace prevê crise ambiental no Brasil no próximo século
da BBC Brasil: 23/08/2006 - 13h52
Litoral com ciclones tropicais e avanço do nível do mar, floresta amazônica e nordeste com paisagens de deserto e uma reorganização da produção agrícola brasileira.Esses são alguns cenários que a organização não-governamental Greenpeace prevê para o Brasil no próximo século, devido ao aquecimento global. A previsão está no documento "Mudanças do Clima, Mudanças de Vida. Como o aquecimento global já afeta o Brasil" apresentado pela ONG nesta quarta-feira, em São Paulo. O levantamento, que inclui pesquisas de universidades e órgãos ambientais nacionais e internacionais, mostra como o efeito estufa está afetando cada uma das regiões brasileiras e como seria o futuro do Brasil com o aumento global das temperaturas (cont.)
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terça-feira, 22 de agosto de 2006
Pedofilia, racismo e homofobia de comunidades brasileiras no Orkut e o enfrentamento entre MP e Google
Ministério Público vai entrar com ação contra o Google (Folha Online: 18/08/2006 - 19h39)
Justiça Federal manda cancelar quatro comunidades do Orkut (Folha Online: 18/08/2006 - 19h40)
Google Brasil entra na Justiça e nega possuir dados do Orkut (Folha Online: 22/08/2006 - 13h54)
Maioria das denúncias feitas à Safernet estão relacionadas ao Orkut (Folha Online: 22/08/2006 - 20h32)
Ministério Público de SP quer indenização de R$ 130 mi do Google (Folha Online: 22/08/2006 - 20h36)
A Procuradoria da República em São Paulo vai entrar com ação civil pública contra a Google Brasil, na próxima segunda-feira. O objetivo é conseguir que a quebra de sigilo do Orkut, para impedir atividades criminosas na internet (...) O Ministério Público diz que a companhia descumpre as determinações judiciais de fornecer dados como o endereço eletrônico de internautas envolvidos em crimes de pedofilia, homofobia e racismo, o que prejudica investigações da Polícia Federal (cont.)
Justiça Federal manda cancelar quatro comunidades do Orkut (Folha Online: 18/08/2006 - 19h40)
A Justiça Federal em Belo Horizonte determinou que o Google cancele quatro comunidades que comercializam ou instigam o consumo de lança-perfume no Orkut (cont.)
Google Brasil entra na Justiça e nega possuir dados do Orkut (Folha Online: 22/08/2006 - 13h54)
O Google Brasil entrou nesta segunda-feira com uma ação na Justiça brasileira pedindo que seja indicado um especialista com o objetivo de confirmar, "de maneira independente", que a empresa não possui informações de usuários do Orkut.com (cont.)
Maioria das denúncias feitas à Safernet estão relacionadas ao Orkut (Folha Online: 22/08/2006 - 20h32)
A Safernet informou nesta terça-feira que 90% das denúncias que a ONG brasileira já recebeu estão relacionadas a perfis e comunidades no Orkut. Dentre elas a maioria está ligada à pedofilia. A ONG fez um relatório de 150 páginas sobre pornografia infantil e pedofilia no Orkut que será enviado à Comissão de Direitos Humanos da Câmara e ao Ministério Público Federal de São Paulo. O documento é fruto de uma investigação sobre funcionamento da pornografia infantil no site de relacionamentos (cont.)
Ministério Público de SP quer indenização de R$ 130 mi do Google (Folha Online: 22/08/2006 - 20h36)
A Procuradoria da República no Estado de São Paulo entrou nesta terça-feira com uma ação contra o Google para obrigar a empresa a cumprir 52 pedidos de quebra de sigilo feitos pela Justiça do site de relacionamentos Orkut. O objetivo é ter mais informações para investigar perfis e comunidades de pedófilos e de pessoas que praticam crimes de ódio, como racismo e homofobia (cont.)
domingo, 20 de agosto de 2006
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quinta-feira, 17 de agosto de 2006
Conflito provocou danos ambientais na antiga cidade de Biblos com derramamento de petróleo
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quarta-feira, 16 de agosto de 2006
O que fez Israel no Líbano? Pode ter chegado a hora da verdade
BBC Brasil: 16/08/2006 - 17h28
Trégua põe uso da força em questão em Israel
Guila Flint
da BBC Brasil, em Tel Aviv
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Cessar-fogo marca início de nova guerra no Líbano, diz jornal
Filho do escritor David Grossman é enterrado em Israel
Hizbollah não foi derrotado, dizem analistas americanos
Israel aponta comissão para investigar ação no Líbano
Trégua põe uso da força em questão em Israel
Guila Flint
da BBC Brasil, em Tel Aviv
Dois dias depois do início do cessar-fogo no conflito contra o grupo libanês Hezbollah, Israel começa a debater sobre o saldo da guerra. Segundo pesquisas de opinião, a maioria dos israelenses acha que Israel não alcançou os objetivos estabelecidos pelo governo, quando decidiu iniciar uma ampla ofensiva no Libano após a captura de dois soldados israelenses pelo Hezbollah. Analistas locais descrevem a guerra em termos como "derrota", "fiasco", ou no mínimo "uma série insuportável de falhas"(...) O sentimento de "fracasso" decorre principalmente do fato de que, apesar de toda a força que Israel aplicou contra o Hezbollah, o grupo ter mantido sua capacidade militar. Até o último dia da guerra, a militância xiita continuou lançando foguetes e mísseis contra o norte do país. As promessas da liderança israelense de "desarmar o Hezbollah" e "eliminar a capacidade do grupo de ameaçar Israel" não se concretizaram (...) Para vários analistas, os resultados desta guerra vão levar os israelenses a se confrontar com os limites da força e questionar o unilateralismo adotado por Ariel Sharon e seguido por seu sucessor, Ehud Olmert. "Tento pensar quando foi a última vez que vi líderes israelenses conversando com líderes árabes sobre paz e tenho dificuldades de lembrar", escreve o jornalista Daniel Ben Simon, em artigo no jornal Haaretz. "Será que esta guerra desgraçada no Líbano e a matança sem fim em Gaza são conseqüência da falta de disposição para falar com nossos vizinhos? Quando foi a última vez que tentamos falar com os palestinos sobre seu futuro e o nosso? Quando tentamos averiguar com os libaneses a possibilidade de um acordo de paz assinado? Quando tentamos retomar as negociações interrompidas com a Síria?", pergunta Ben Simon. De acordo com Gideon Levy, também no jornal Haaretz, "o fracasso pode ter resultados positivos". "Se entendermos que aquilo que não funciona com força também não vai funcionar com mais força, esta guerra poderá nos levar à mesa de negociações." "Talvez mais israelenses se perguntem para que matamos e morremos e talvez entendam que tudo isso, novamente, foi em vão." (...) A frustração com o fracasso militar, porém, juntamente com uma insatisfação crescente de caráter social, também podem resultar no fortalecimento da direita e da concepção do uso de "mais força". Líderes de partidos de direita e pensadores conservadores afirmam que Israel não deveria ter concordado com o cessar-fogo antes de "uma vitória esmagadora". Em um artigo no jornal Maariv, o historiador Alexandre Blei, diretor do departamento de história de Israel da Universidade Judéia e Samaria, no assentamento de Ariel (Cisjordânia), pediu a renúncia do governo (cont.)
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O debate sobre Qumran volta, mais uma vez, a desafiar a hipótese essênia
Motivada por um artigo que saiu no The New York Times de ontem, uma boa discussão sobre o que se fazia na localidade de Qumran e quem lá morava está em andamento na lista de discussão ANE-2.
Dois arqueólogos israelenses defendem que o estabelecimento de Qumran era uma fábrica de cerâmica e que nenhum essênio jamais morou lá... E que, portanto, os Manuscritos do Mar Morto nada têm a ver com quem lá morava!
Leia, no The New York Times: Archaeologists Challenge Link Between Dead Sea Scrolls and Ancient Sect. Depois, leia na lista ANE-2 a discussão sobre Qumran a partir de 15 de agosto, ontem. Por fim, dê uma passada pelos biblioblogs (veja a lista de links na coluna da direita deste blog), pois alguns também estão discutindo o assunto.
Dois arqueólogos israelenses defendem que o estabelecimento de Qumran era uma fábrica de cerâmica e que nenhum essênio jamais morou lá... E que, portanto, os Manuscritos do Mar Morto nada têm a ver com quem lá morava!
Leia, no The New York Times: Archaeologists Challenge Link Between Dead Sea Scrolls and Ancient Sect. Depois, leia na lista ANE-2 a discussão sobre Qumran a partir de 15 de agosto, ontem. Por fim, dê uma passada pelos biblioblogs (veja a lista de links na coluna da direita deste blog), pois alguns também estão discutindo o assunto.
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O que foi debatido no Seminário Europeu sobre Metodologia Histórica em 2006?
Kevin A. Wilson participou do encontro anual da EABS - European Association of Biblical Studies - que aconteceu neste ano de 2006 em Budapeste, na Hungria, entre os dias 6 e 9 de agosto. Em seu biblioblog Blue Cord ele relata alguns pontos do Encontro, entre eles as discussões do grupo que forma o European Seminar on Historical Methodology. O Seminário vem acontecendo, de uns anos para cá dentro dos encontros da EABS, como relato no item 2 de um artigo sobre o tema, que pode ser visto aqui.
Ele relata:
Algumas indicações presentes em seu relato:
Ele relata:
The seminar was started by Phillip Davies, and it includes Rainer Albertz, Thomas Thompson, and Niels Peter Lemche (although the latter two were not able to attend this year). It is somewhat unfair to refer to this as a minimalist-only camp, however, as it also includes Marc Zvi Brettler and Joseph Blenkinsopp. Papers for the seminar were circulated in advance, so most of the time was spent in discussion.
Algumas indicações presentes em seu relato:
The first paper was by Blenkinsopp. It was on the Midianite hypothesis for the origins of Yahwism. The difference with his paper, however, was that he proposed that Yahwism came in through Judah, whereas most see it as coming in through Israel(...) The second paper was by Brettler, who argues that the stories of David not killing Saul when he had the chance have little historical basis (...) The third paper was by Davies, who argued that even if the Tel Dan inscription does refer to the house of David, it doesn’t tell us anything of importance (...) The final paper was given by Lester Grabbe on historical information about David and Solomon (...) Since my book [The Campaign of Pharaoh Shoshenq I into Palestine. Tübingen: Mohr Siebeck, 2005] is the latest work on Shoshenq, they wanted me to talk for a few minutes about my research.
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Danos ambientais e arqueológicos provocados pelo confronto Israel-Hezbollah
No PaleoJudaica.com, Jim Davila reporta que há um interessante artigo, publicado ontem no Bloomberg.com, sintetizando os danos arqueológicos e ambientais provocados pelo confronto entre Israel e o Hezbollah tanto no Líbano quanto em Israel.
Baalbek, Beirute, Sidon, Arqa, Tel Dan, Meguido, por exemplo, são sítios atingidos ou ameaçados. Derramamento de milhares de toneladas de óleo no Mediterrâneo, florestas em chamas...
Vale a pena dar uma olhada em Israel-Hezbollah War Endangers Archaeological Sites, Ecosystems. Lendo o artigo, creio que o levantamento nem seja completo, pois o desastre parece ter sido pior, especialmente do lado libanês. Mas serve para dar uma idéia de como o Patrimônio Cultural da Humanidade acaba sendo, invariavelmente, ao lado do patrimônio humano, mais uma fatal vítima das guerras do Oriente Médio. A gente até (quase) se acostuma. Veja o caso do Iraque. Quem ainda está denunciando o que se faz por lá?
Baalbek, Beirute, Sidon, Arqa, Tel Dan, Meguido, por exemplo, são sítios atingidos ou ameaçados. Derramamento de milhares de toneladas de óleo no Mediterrâneo, florestas em chamas...
Vale a pena dar uma olhada em Israel-Hezbollah War Endangers Archaeological Sites, Ecosystems. Lendo o artigo, creio que o levantamento nem seja completo, pois o desastre parece ter sido pior, especialmente do lado libanês. Mas serve para dar uma idéia de como o Patrimônio Cultural da Humanidade acaba sendo, invariavelmente, ao lado do patrimônio humano, mais uma fatal vítima das guerras do Oriente Médio. A gente até (quase) se acostuma. Veja o caso do Iraque. Quem ainda está denunciando o que se faz por lá?
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O Blogger vai ficar melhor com as novidades do Blogger Beta
Atualização: 14.06.2010 - Cuidado, leitor: isto era em 2006, não serve para os modelos atuais. Hoje já estamos bem além disso, com muito mais recursos...
No Bloggers Blog e no Blogger Buzz, assim como na Info Online e outros sites, leio sobre as novidades que o Google está implementando no Blogger com o novo Blogger Beta. Veja os posts Google Upgrades Blogger e Blogger in beta (aqui há links para sites em português).
A mudança será gradativa. Quem já está inscrito no Blogger precisa esperar aparecer uma indicação em seu painel convidando-o a mudar. É preciso ter uma conta no Google ou será preciso criá-la. Quem já a tem vai aparecer a alternativa junto do atual "Sign in" do Blogger, mas há restrições quanto à transição.
As páginas serão dinâmicas e não estáticas, por isso será possível usar categorias para catalogar os posts por assunto, o editor será mais sofisticado (ufa!), haverá mais segurança, integração com outros serviços do Google... e muito mais. Será possível controlar o acesso ao blog, tornando-o privativo? Dizem que sim, mas leia Private Blogger Blogs Not So Secret...
Mas, e se meu blog não está hospedado no servidor do BlogSpot, mas é criado no Blogger e carregado via FTP para o meu servidor? Então, por enquanto não é possível mudar... e se é um blog coletivo, também não... e se o blog estiver associado a algum "mobile device", também não... dizem que no futuro resolverão isso.
Bom, vamos aguardar. Por enquanto leia na Ajuda do Blogger a parte que fala do Blogger in Beta e fique por dentro das possibilidades. A novidade é quentinha. Boas perguntas e respostas sobre isso? Aqui.
No Bloggers Blog e no Blogger Buzz, assim como na Info Online e outros sites, leio sobre as novidades que o Google está implementando no Blogger com o novo Blogger Beta. Veja os posts Google Upgrades Blogger e Blogger in beta (aqui há links para sites em português).
A mudança será gradativa. Quem já está inscrito no Blogger precisa esperar aparecer uma indicação em seu painel convidando-o a mudar. É preciso ter uma conta no Google ou será preciso criá-la. Quem já a tem vai aparecer a alternativa junto do atual "Sign in" do Blogger, mas há restrições quanto à transição.
As páginas serão dinâmicas e não estáticas, por isso será possível usar categorias para catalogar os posts por assunto, o editor será mais sofisticado (ufa!), haverá mais segurança, integração com outros serviços do Google... e muito mais. Será possível controlar o acesso ao blog, tornando-o privativo? Dizem que sim, mas leia Private Blogger Blogs Not So Secret...
Mas, e se meu blog não está hospedado no servidor do BlogSpot, mas é criado no Blogger e carregado via FTP para o meu servidor? Então, por enquanto não é possível mudar... e se é um blog coletivo, também não... e se o blog estiver associado a algum "mobile device", também não... dizem que no futuro resolverão isso.
Bom, vamos aguardar. Por enquanto leia na Ajuda do Blogger a parte que fala do Blogger in Beta e fique por dentro das possibilidades. A novidade é quentinha. Boas perguntas e respostas sobre isso? Aqui.
Veja a lista dos 50 sites mais interessantes de 2006. Mas, interessantes para quem?
BBC Brasil: 15/08/2006 - 16h31
Revista "Time" lista os 50 sites mais interessantes
A lista da Time:
50 Coolest Websites
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A lista da Time:
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domingo, 13 de agosto de 2006
George Mendenhall completa 90 anos e publica livro
Para quem ainda não teve a oportunidade de conhecer George Mendenhall e sua importância para os estudos bíblicos, vá até meu texto sobre História de Israel e leia sobre A teoria da revolta, onde passo algumas informações sobre sua contribuição para a questão das origens de Israel.
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sábado, 12 de agosto de 2006
Apoio dos libaneses ao Hezbollah passou de 29% em fevereiro para 87% hoje
CartaCapital: 16 de agosto de 2006 - ano XII - número 406
O Hezbollah Cresce
Em fevereiro passado, 29% dos libaneses o apoiavam. Hoje são 87%, explica Riad Younes, que acaba de fugir da guerra.
Por Mino Carta
Ouça trechos da entrevista de Riad Younes.
O Hezbollah Cresce
Em fevereiro passado, 29% dos libaneses o apoiavam. Hoje são 87%, explica Riad Younes, que acaba de fugir da guerra.
Por Mino Carta
Nascido no Líbano, no Brasil há 30 anos, desde os 15 anos de idade, Riad Younes não pode ser apresentado apenas como médico. Doutor, professor universitário, cientista. Editor de nove livros médicos e um para leigos (O Câncer). Autor de 91 trabalhos publicados em revistas nacionais e estrangeiras, já recebeu oito prêmios de excelência científica. Criador de procedimento em caso de acidente, aplicado em todo mundo. Com a família, visitava o Líbano em julho passado, quando foi surpreendido pelo ataque israelense. CartaCapital publicou o candente depoimento de sua fuga para a Jordânia na edição 403.
Ouça trechos da entrevista de Riad Younes.
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Embora mumificados, antigos governantes egípcios ficaram mais jovens
Museu egípcio expõe múmias "rejuvenescidas"
Quatro múmias de faraós e sete de grandes sacerdotes e suas mulheres foram restauradas e "rejuvenescidas" para serem expostas pela primeira vez no centenário Museu Egípcio (...) Quatro das múmias são dos faraós Ramsés 3º, Ramsés 4º, Ramsés 5º e Ramsés 9º, todos pertencentes à 20ª dinastia (1183-1070 a.C.). "Ramsés 3º foi o faraó que conseguiu expulsar as hordas de invasores que chegavam ao Egito do sul da Europa pelo mar Mediterrâneo. Morreu provavelmente envenenado por sua mulher, como parte de uma conspiração", contou [Wafa al-Sediq, diretora do museu]. As outras sete múmias pertencem a dois grandes sacerdotes, duas mulheres de um deles, duas sacerdotisas e a mulher de outro clérigo, todos da 21ª dinastia (1064-935 a.C.), informou a egiptóloga Omaima al-Hasanein, uma das responsáveis pela conservação de peças do museu. Os dois grandes sacerdotes são Pinudjem 2º e Djedptahiufankh, que governaram como faraós em Tebas, a antiga capital do Egito, localizada onde hoje fica a cidade de Luxor, cerca de 700 quilômetros ao sul do Cairo. As múmias femininas são de Isetemkheb e Nesikhonsu, mulheres de Pinudjem 2º; Henettawy, casada com o sacerdote Penudjem 1º; e as sacerdotisas Nodjmet e Maatkare (da Folha Online: 11/08/2006 - 12h15).
Leia mais sobre o Egito faraônico clicando aqui.
Quatro múmias de faraós e sete de grandes sacerdotes e suas mulheres foram restauradas e "rejuvenescidas" para serem expostas pela primeira vez no centenário Museu Egípcio (...) Quatro das múmias são dos faraós Ramsés 3º, Ramsés 4º, Ramsés 5º e Ramsés 9º, todos pertencentes à 20ª dinastia (1183-1070 a.C.). "Ramsés 3º foi o faraó que conseguiu expulsar as hordas de invasores que chegavam ao Egito do sul da Europa pelo mar Mediterrâneo. Morreu provavelmente envenenado por sua mulher, como parte de uma conspiração", contou [Wafa al-Sediq, diretora do museu]. As outras sete múmias pertencem a dois grandes sacerdotes, duas mulheres de um deles, duas sacerdotisas e a mulher de outro clérigo, todos da 21ª dinastia (1064-935 a.C.), informou a egiptóloga Omaima al-Hasanein, uma das responsáveis pela conservação de peças do museu. Os dois grandes sacerdotes são Pinudjem 2º e Djedptahiufankh, que governaram como faraós em Tebas, a antiga capital do Egito, localizada onde hoje fica a cidade de Luxor, cerca de 700 quilômetros ao sul do Cairo. As múmias femininas são de Isetemkheb e Nesikhonsu, mulheres de Pinudjem 2º; Henettawy, casada com o sacerdote Penudjem 1º; e as sacerdotisas Nodjmet e Maatkare (da Folha Online: 11/08/2006 - 12h15).
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sexta-feira, 11 de agosto de 2006
ONU consegue aprovar o pedido de cessar-fogo porque Israel duvida da vitória militar
BBC Brasil: 11 de agosto, 2006 - 20h23
Militares de Israel agem sob a sombra do Iraque
Leia Mais:
ONU aprova resolução pedindo fim dos combates no Líbano
Veja os principais pontos da resolução sobre o Oriente Médio
Atualizando: 12.08.2006 - 10h19
Apesar da aprovação da resolução, os combates continuam. Israel leva a cabo uma ampliação de sua ofensiva no sul do Líbano - segundo o chefe do Estado-maior israelense, general Dan Halutz, Israel triplicou o número de seus militares em ação... Leia mais.
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Atualizando: 12.08.2006 - 10h19
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Se voce precisa de um texto grego clássico...
Michael Hanel do blog BibleWorks indica no post Where to find the Classics (Greek) seis endereços para textos gregos clássicos, com os prós e os contras existentes em cada um.
Precisa, por exemplo, de Flávio Josefo em grego? Pois dê uma olhada...
Precisa, por exemplo, de Flávio Josefo em grego? Pois dê uma olhada...
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Google Earth mostra localidades mencionadas na Bíblia
Em dezembro passado anotei que o blog da English Standard Version (ESV) tem feito e estimulado algumas experiências interessantes com o Google Maps e com o Google Earth, produzindo mapas bíblicos interativos.
Agora uma comunidade Google Earth desenvolveu um arquivo para o Google Earth (e Google Maps) que mostra cerca de 200 localidades mencionadas na Bíblia. Veja a lista das localidades e faça o download do arquivo .kmz, se você tem o Google Earth instalado em seu computador. Segundo o blog da ESV, a Bíblia tem em torno de 1181 nomes de localidades. O trabalho está em andamento.
More Bible Places in Google Maps
Agora uma comunidade Google Earth desenvolveu um arquivo para o Google Earth (e Google Maps) que mostra cerca de 200 localidades mencionadas na Bíblia. Veja a lista das localidades e faça o download do arquivo .kmz, se você tem o Google Earth instalado em seu computador. Segundo o blog da ESV, a Bíblia tem em torno de 1181 nomes de localidades. O trabalho está em andamento.
More Bible Places in Google Maps
A Google Earth community has developed a file for Google Earth (and Google Maps) that shows the locations of about 200 places mentioned in the Bible. The community is going for accuracy: they try to pinpoint the locations of the ruins of ancient cities instead of using the locations of modern cities with ancient names. We want to assist these efforts where we can. To that end, here is a comprehensive list of place names in the ESV aligned (mostly) to the names the community is using. This file also lists verse references for every ccurrence of the place in the ESV text. This file is licensed under a Creative Commons-Attribution-ShareAlike license. The Bible contains 1181 place names (though some places have more than one name and some names refer to more than one place); the Google Earth community has already identified about 200 of them. They’re well on their way. Head over there if you’d like to help them out, or just download the .kmz file if you have Google Earth on your computer.
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quinta-feira, 10 de agosto de 2006
Escritores israelenses pedem a seu governo um cessar-fogo no Líbano, antes que a situação termine num abismo
Folha Online: 10/08/2006 - 21h57
da Ansa, em Tel-Aviv
Escritores israelenses pedem cessar-fogo no Líbano
da Ansa, em Tel-Aviv
Escritores israelenses pedem cessar-fogo no Líbano
Três escritores israelenses fizeram um pedido ao governo do país para um cessar-fogo no Líbano antes que a situação "termine num abismo". Os escritores israelenses Amos Oz, Avraham B. Yehoshua e David Grossman pediram ao governo israelense para responder de maneira positiva às propostas do primeiro-ministro libanês, Fouad Siniora, para um cessar-fogo. "É um chamado extremo, antes que a situação termine num abismo", disse David Grossman (cont.)
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Livros da Universidade da California no Google Book Search
Folha Online: 10/08/2006 - 19h04
Google fecha acordo para colocar livros da Universidade da Califórnia na Internet
O Google tem também um blog sobre o Book Search.
Google fecha acordo para colocar livros da Universidade da Califórnia na Internet
O Google anunciou um acordo para que os livros da Universidade da Califórnia possam ser acessados pela internet. O acordo, fechado na quarta-feira, reforçou o projeto Google Book Search (...) O sistema estatal universitário tem mais de 100 livrarias em seus 10 campi e qualifica sua coleção de biblioteca acadêmica e de pesquisa como a maior do mundo (...) Outras instituições que assinaram o projeto do Google incluem as universidades de Harvard e Stanford e a biblioteca do Congresso americano (cont.)
O Google tem também um blog sobre o Book Search.
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Devemos evitar a familiaridade com a Bíblia para melhor compreendê-la?
Quando fiz a resenha do livro de Philip R. Davies, In Search of ‘Ancient Israel’, Sheffield, Sheffield Academic Press, [1992] 1995, encontrei, no capítulo que trata da definição do Israel bíblico, este provocador convite: precisamos desafiar nossa formação teológica e desfamiliarizarmo-nos com a Bíblia!
Philip R. Davies argumenta que para quem se empenha numa pesquisa histórica, o Israel bíblico é um problema e não um dado. O termo ‘Israel’ é utilizado em pelo menos 10 sentidos diferentes na literatura bíblica, segundo especialistas na área, e de um modo bastante flexível. Nós precisamos perguntar que tipo de termo é este. Mas, “muitos biblistas têm uma longa convivência com a Bíblia, e sua noção de Israel já está internalizada, a tal ponto que eles tomam seus vários usos como sendo homogêneos, sua complexidade como simples e suas contradições como invisíveis (...) O ‘Israel’ da literatura bíblica é automaticamente adotado como um termo apropriado para o uso erudito, incluindo toda a sua variedade e contradição” (p. 49). Deste modo, ‘Israel’ é um povo, tem uma religião, tem seu próprio deus; ‘Israel’ é uma terra, é um reino unido sob Davi e Salomão, é dividido em dois reinos... Por isso, nós devemos tomar uma atitude que desafia nossa formação teológica: desfamiliarizarmo-nos com a Bíblia!
Agora, lendo Tyler F. Williams no biblioblog Codex, encontro o mesmo argumento no post The Strange New World of the Bible. Ele argumenta que freqüentemente temos uma falsa percepção de familiaridade com a Bíblia que é um tropeço para a sua compreensão. Precisamos manter a consciência da distância histórica entre o mundo bíblico e o nosso, se quisermos evitar a sobreposição de nossos pressupostos à realidade da época em que a Bíblia foi escrita. Ele estava lendo o livro de Bruce J. Malina e Richard L. Rohrbaugh, Social-Science Commentary on the Synoptic Gospels, Minneapolis, Fortress Press, [1992], 2a. edição, 2003. E, deste livro, ele cita vários exemplos de como o mundo mediterrâneo no qual o Novo Testamento foi gestado tem muito menos em comum com o Ocidente moderno do que imaginamos.
Também tratei disso ao escrever o artigo Leitura Sócio-Antropológica do Novo Testamento, no primeiro item do texto. Aí uso a introdução feita por Rohrbaugh ao livro por ele organizado com o título The Social Sciences and New Testament Interpretation [As Ciências Sociais e a Interpretação do Novo Testamento], publicado em Peabody, Massachusetts, Hendrickson, em 1996. Gostaria que o leitor pudesse fazer uma visita a esse artigo e considerasse alguns dados interessantes.
Como a proposta de leitura do Pai Nosso feita por Douglas E. Oakman. Bem, se alguém ficar chocado e quiser ver com mais detalhes e fundamentação o que ele está dizendo, consulte o meu texto Leitura sócio-antropológica no livro do Cássio Murilo Dias da Silva, Metodologia de Exegese Bíblica, São Paulo, Paulinas, 2000 [2a. edição: 2003], capítulo 11, especialmente as páginas 358-361. Sem se esquecer da detalhada nota 10 na p. 360, que trabalha o significado do texto do Pai Nosso utilizando o texto de Mt em grego.
Por outro lado, deixo uma provocação para a reflexão do leitor: um dos pontos fundamentais de nossa leitura popular da Bíblia é exatamente a familiaridade com a qual conseguimos tratar o texto bíblico. Qual seria a hermenêutica mais correta? Ou não estaria uma em oposição à outra?
Philip R. Davies argumenta que para quem se empenha numa pesquisa histórica, o Israel bíblico é um problema e não um dado. O termo ‘Israel’ é utilizado em pelo menos 10 sentidos diferentes na literatura bíblica, segundo especialistas na área, e de um modo bastante flexível. Nós precisamos perguntar que tipo de termo é este. Mas, “muitos biblistas têm uma longa convivência com a Bíblia, e sua noção de Israel já está internalizada, a tal ponto que eles tomam seus vários usos como sendo homogêneos, sua complexidade como simples e suas contradições como invisíveis (...) O ‘Israel’ da literatura bíblica é automaticamente adotado como um termo apropriado para o uso erudito, incluindo toda a sua variedade e contradição” (p. 49). Deste modo, ‘Israel’ é um povo, tem uma religião, tem seu próprio deus; ‘Israel’ é uma terra, é um reino unido sob Davi e Salomão, é dividido em dois reinos... Por isso, nós devemos tomar uma atitude que desafia nossa formação teológica: desfamiliarizarmo-nos com a Bíblia!
Agora, lendo Tyler F. Williams no biblioblog Codex, encontro o mesmo argumento no post The Strange New World of the Bible. Ele argumenta que freqüentemente temos uma falsa percepção de familiaridade com a Bíblia que é um tropeço para a sua compreensão. Precisamos manter a consciência da distância histórica entre o mundo bíblico e o nosso, se quisermos evitar a sobreposição de nossos pressupostos à realidade da época em que a Bíblia foi escrita. Ele estava lendo o livro de Bruce J. Malina e Richard L. Rohrbaugh, Social-Science Commentary on the Synoptic Gospels, Minneapolis, Fortress Press, [1992], 2a. edição, 2003. E, deste livro, ele cita vários exemplos de como o mundo mediterrâneo no qual o Novo Testamento foi gestado tem muito menos em comum com o Ocidente moderno do que imaginamos.
Também tratei disso ao escrever o artigo Leitura Sócio-Antropológica do Novo Testamento, no primeiro item do texto. Aí uso a introdução feita por Rohrbaugh ao livro por ele organizado com o título The Social Sciences and New Testament Interpretation [As Ciências Sociais e a Interpretação do Novo Testamento], publicado em Peabody, Massachusetts, Hendrickson, em 1996. Gostaria que o leitor pudesse fazer uma visita a esse artigo e considerasse alguns dados interessantes.
Como a proposta de leitura do Pai Nosso feita por Douglas E. Oakman. Bem, se alguém ficar chocado e quiser ver com mais detalhes e fundamentação o que ele está dizendo, consulte o meu texto Leitura sócio-antropológica no livro do Cássio Murilo Dias da Silva, Metodologia de Exegese Bíblica, São Paulo, Paulinas, 2000 [2a. edição: 2003], capítulo 11, especialmente as páginas 358-361. Sem se esquecer da detalhada nota 10 na p. 360, que trabalha o significado do texto do Pai Nosso utilizando o texto de Mt em grego.
Por outro lado, deixo uma provocação para a reflexão do leitor: um dos pontos fundamentais de nossa leitura popular da Bíblia é exatamente a familiaridade com a qual conseguimos tratar o texto bíblico. Qual seria a hermenêutica mais correta? Ou não estaria uma em oposição à outra?
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O mundo precisa abrir os olhos para o drama de milhões de pessoas vítimas das guerras
Dom Luciano Mendes de Almeida, arcebispo de Mariana, MG, está desde o dia 17 de julho internado no Hospital das Clínicas de São Paulo lutando contra um tumor no fígado. No dia 8 de agosto de 2006, terça-feira passada, a página da CNBB publicou seu artigo Quero agradecer, no qual apela, de maneira comovente, em favor das vítimas da guerra no Líbano e dos que sofrem na África. Transcrevo pequeno trecho:
Estou nas mãos de Deus. Deus nos criou por amor e Ele sabe o que é melhor para nós. Coloco minha vida nas suas mãos. Estou sendo muito bem tratado (...) Mas não penso só em mim; lembro-me também das muitas vítimas de Beirute, que, infelizmente, vêm aumentando dia a dia, por falta de uma solução que possa dar fim a essa situação. São tantos os sofredores que precisam de cuidados médicos e outros muitos que morreram em conseqüência dos ataques em Israel. Lembro-me ainda dos milhares que sofrem na África. Temos que fazer algo por eles. Uno-me ao Santo Padre pedindo paz. O mundo requer paz. A violência deve cessar. Será que o mundo não pode abrir os olhos para o drama de milhões de pessoas? Temos que mudar de mentalidade. Somos irmãos e irmãs, feitos por Deus para a felicidade; que o sofrimento de tantas pessoas contribua para o cessar-fogo e a descoberta de um relacionamento humano verdadeiramente amigo (cont.)
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quarta-feira, 9 de agosto de 2006
WorldCat: busca de livros, artigos, documentos... em bibliotecas
WorldCat é um grande banco de dados de livros, artigos, documentos, CDs de música, vídeos etc que podem ser encontrados em bibliotecas da maior parte do mundo. Você procura por autor, título ou assunto e as informações sobre onde encontrar o material são rapidamente disponibilizadas. O resultado das buscas pode ser visto em inglês, francês, neerlandês, alemão ou espanhol.
Tente buscar por Johan Konings, Carlos Mesters, Cássio Murilo Dias da Silva, Israel Finkelstein, Mario Liverani, Niels Peter Lemche ou outro autor de sua preferência... Dos brasileiros não tem muito, muitos textos importantes não estão indexados, mas alguma coisa será encontrada... Por exemplo: de Carlos Mesters encontrei 204 ocorrências em 6 línguas, mas Mesters está muito acima da média em termos de publicações bíblicas. Procure por Airton José da Silva...
WorldCat: a database of information about the things libraries own that is constantly updated by information professionals: books, documents and photos of local or historic significance, abstracts and full-text articles, music CDs, videos, downloadable audiobooks... The resources are available in many languages.
Onde Encontrar: Ayrton's Biblical Page > Buscas Especiais
Tente buscar por Johan Konings, Carlos Mesters, Cássio Murilo Dias da Silva, Israel Finkelstein, Mario Liverani, Niels Peter Lemche ou outro autor de sua preferência... Dos brasileiros não tem muito, muitos textos importantes não estão indexados, mas alguma coisa será encontrada... Por exemplo: de Carlos Mesters encontrei 204 ocorrências em 6 línguas, mas Mesters está muito acima da média em termos de publicações bíblicas. Procure por Airton José da Silva...
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Israel ataca o maior campo de refugiados palestinos no Líbano
Folha Online: 09/08/2006 - 08h36
Israel ataca campo de refugiados; Hizbollah lança cem foguetes
Israel ataca campo de refugiados; Hizbollah lança cem foguetes
Aviões de Israel bombardearam na madrugada desta quarta-feira a região de Sidon, onde fica Ein Helue, o maior campo de refugiados palestinos localizado no Líbano. Uma pessoa morreu e ao menos oito ficaram feridas. Nesta quarta-feira, o grupo terrorista Hizbollah lançou cerca de cem foguetes contra o norte de Israel, sem deixar vítimas. Esta é a primeira vez que Israel ataca um campo de refugiados controlado pela ONU (Organização das Nações Unidas) em território libanês, desde o início do conflito, há quase um mês. Cerca de 350 mil palestinos vivem em campos de refugiados em todo o Líbano (cont.)
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terça-feira, 8 de agosto de 2006
O que pensam os norte-americanos sobre a ofensiva israelense no Líbano
Folha Online: 08/08/2006 - 16h52
Pesquisa mostra EUA divididos sobre conflito no Oriente Médio
da France Presse, em Washington
Leia Mais:
Guerra deixa israelenses pobres desamparados
Litoral do Líbano pode levar 10 anos para se recuperar
Para ONU, condições em Gaza são miseráveis
Pesquisa mostra EUA divididos sobre conflito no Oriente Médio
da France Presse, em Washington
O público americano, tradicionalmente pró-Israel, está dividido em relação ao conflito do Estado israelense com o grupo terrorista libanês Hizbollah, informou uma pesquisa realizada por uma emissora de TV e um jornal. Cerca de 46% dos entrevistados culparam igualmente Israel e o Hizbollah pelo conflito, enquanto que 39% culpam apenas o movimento xiita, revelou a pesquisa, publicada nesta segunda-feira, pela rede ABC e pelo "Washington Post" (...) A pesquisa também revelou que a opinião americana está dividida quase em partes iguais sobre se é justificada ou não a ofensiva israelense contra objetivos libaneses. Cerca de 47% disseram que o bombardeio israelense é justificado, enquanto que 48% pensam o contrário. Sobre o cessar-fogo imediato, cerca de 55% dos entrevistados disseram que Israel deveria parar seus ataques apenas se o Hizbollah depuser as armas primeiro, enquanto que 35% opinaram que Israel deveria aceitar um cessar-fogo imediato e incondicional. A respeito da estratégia militar israelense, que foi muito criticada por causa do alto número de civis entre as vítimas, 35% dos entrevistados afirmaram que Israel está usando a força necessária, 32% asseguraram que está usando muita força e 22% opinaram que não emprega força suficiente no conflito. Apesar disso, 54% dos entrevistados disseram que Israel deveria se esforçar mais para evitar vítimas civis em seus ataques (cont.)
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sábado, 5 de agosto de 2006
Finkelstein e Silberman perturbam, com seu livro, certas crenças
Ainda sobre Davi e Salomão de Finkelstein e Silberman.
Graças a Jim Davila, no PaleoJudaica.com, leio:
Old Testament dispute continues: Was King David Judaism's King Arthur? [link desaparecido!]
Graças a Jim Davila, no PaleoJudaica.com, leio:
Old Testament dispute continues: Was King David Judaism's King Arthur? [link desaparecido!]
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Sinagoga de Campinas foi atacada com bombas e pedras
Folha Online: 05/08/2006 - 15h50
Criminosos atiram pedras e bombas em sinagoga de Campinas
Atualizando: Cosmo Online: Campinas - 05/08/2006 - 19h32
Sociedade Israelita sofre atentado
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Atualizando: Cosmo Online: Campinas - 05/08/2006 - 19h32
Sociedade Israelita sofre atentado
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O que aconteceu com o Javista na atual pesquisa do Pentateuco? Ele desapareceu e levou consigo a Hipótese Documentária, explica Rolf Rendtorff
No Congresso Internacional da Society of Biblical Literature (SBL), que aconteceu em Edimburgo, Escócia, entre os dias 2 e 6 de julho de 2006, o professor Rolf Rendtorff, da Universidade de Heidelberg, Alemanha, apresentou a palestra What Happened to the "Yahwist"?: Reflections after Thirty Years [O que aconteceu com o "Javista"? Retomando o tema trinta anos depois], que agora sai publicada no Forum de agosto da SBL.
Os trinta anos do título têm a ver com o fato de Rolf Rendtorff ter apresentado, exatamente em Edimburgo, em 1974, uma exposição sobre o Javista, com o título "Der Jahwist als Theologe? Zum Dilemma der Pentateuchkritik" [O 'Javista' como teólogo? O dilema da crítica do Pentateuco].
No atual artigo, Rendtorff lembra as pesquisas feitas deste então, assunto que trato em um texto sobre a situação atual da pesquisa da História de Israel (e do Pentateuco) , e que convido o leitor a verificar (só o item 2: Van Seters reinventa o Javista) antes de prosseguir esta leitura. Ele diz que desde 1974 defendia o abandono da hipótese documentária do Pentateuco, mas foram refinamentos da hipótese e não o seu abandono o que veio acontecendo nos anos seguintes, de modo especial um intenso debate acerca do pilar de sustentação da hipótese, que é exatamente o Javista (But what happened instead in the following years was a discussion not about an alternative to this hypothesis but about its refinement. In particular, there began a widespread discussion about the central pillar of the hypothesis, the so-called Yahwist).
Após citar Von Rad e sua posição sobre o Javista - visto por ele como autor e teólogo - Rendtorff diz que vai apenas chamar a atenção para algumas características da pesquisa acadêmica mais recente - e não fazer um levantamento completo do que ocorreu nos últimos trinta anos (It is not my intention to unfold the whole history of research in the last thirty years. But I want to mark some characteristic positions that show the great diversity in the present scholarly debate).
Em primeiro lugar, há aqueles que ainda defendem a tradicional hipótese das fontes do Pentateuco, como Richard Elliott Friedman, em estudo publicado em 2005. Mas o que fazer com o texto após despedaçá-lo em J, E, P, D etc. E o texto em seu conjunto, como fica, pergunta R. Rendtorff?
Há também um grupo que sustenta uma 'hipótese documentária reduzida', eliminando o Eloísta (E) e concentrando a pesquisa no Javista (J), além de deslocá-lo para a época mais recente do Deuteronomista, a época do exílio babilônico, como John Van Seters e Hans Heinrich Schmid o fazem em suas clássicas obras da década de 70. Na mesma direção vai Christoph Levin em uma obra de 1993.
Mas há também um grupo que mais recentemente tem encontrado dificuldade em identificar o Javista. Enquanto o Sacerdotal (P) e a teologia Deuteronomista são claramente identificáveis no Pentateuco, quase tudo sobre o Javista começa a ser questionado: sua época e dimensão, sua coerência interna, características teológicas, enfim, sua existência como tal.
Por isso, em 1999, Christoph Levin convidou, em Munique, um grupo de pesquisadores para uma discussão sobre "O Javista e seus críticos", da qual resultou o livro publicado em 2002 com o título de Abschied vom Jahwisten. Die Komposition des Hexateuch in der jüngsten Diskussion [Um adeus para o Javista. A composição do Hexateuco na discussão recente]. Sobre este livro leia o quadro E a Crise do Pentateuco Continua, em meu artigo já citado. É, como digo ali, "adeus" Javista (Jean Louis Ska expresses this by the title of his introductory essay: "The Yahwist, a Hero with a Thousand Faces." Indeed, this collection of essays shows many different faces of "J." And for many of the authors, the Yahwist has no face at all because he does not exist any longer).
Neste ponto de seu artigo, Rolf Rendtorff, após expor a posição de vários dos autores desta obra que descarta o Javista, chega à conclusão de que o fim do Javista significa também o fim da Hipótese Documentária. Em suas palavras:
"In my view, this book shows very clearly that the end of the Yahwist means at the same time the end of the Documentary Hypothesis. A documentary hypothesis with just one single document cannot work like an hypothesis that was originally established and developed with four or at least three documents or sources, whose interrelations are a basic element of the method of working in the framework of this theory. As I mentioned before, only a few of the essays in this volume deal with this question, and they touch it just briefly and rather hesitantly. Instead, the question is raised of the interrelations between certain blocks, such as patriarchal stories and Exodus traditions or Genesis and the following books. These are questions beyond the Documentary Hypothesis".
E termina seu artigo com a pergunta: "Novamente: O que aconteceu com o Javista? A resposta: desapareceu e levou com ele o edifício no qual ele habitava, porque não há ali outros moradores" (Again: What happened to the Yahwist? The answer: He faded away, and he took with him the building he had lived in because there are no inhabitants any longer).
No mesmo Forum da SBL há outro artigo: de David J. A. Clines, da Universidade de Sheffield, Reino Unido. É uma resposta ao texto de R. Rendtorff , com o título de Response to Rolf Rendtorff's "What Happened to the Yahwist? Reflections after Thirty Years".
Um dia qualquer talvez eu o comente.
Os trinta anos do título têm a ver com o fato de Rolf Rendtorff ter apresentado, exatamente em Edimburgo, em 1974, uma exposição sobre o Javista, com o título "Der Jahwist als Theologe? Zum Dilemma der Pentateuchkritik" [O 'Javista' como teólogo? O dilema da crítica do Pentateuco].
No atual artigo, Rendtorff lembra as pesquisas feitas deste então, assunto que trato em um texto sobre a situação atual da pesquisa da História de Israel (e do Pentateuco) , e que convido o leitor a verificar (só o item 2: Van Seters reinventa o Javista) antes de prosseguir esta leitura. Ele diz que desde 1974 defendia o abandono da hipótese documentária do Pentateuco, mas foram refinamentos da hipótese e não o seu abandono o que veio acontecendo nos anos seguintes, de modo especial um intenso debate acerca do pilar de sustentação da hipótese, que é exatamente o Javista (But what happened instead in the following years was a discussion not about an alternative to this hypothesis but about its refinement. In particular, there began a widespread discussion about the central pillar of the hypothesis, the so-called Yahwist).
Após citar Von Rad e sua posição sobre o Javista - visto por ele como autor e teólogo - Rendtorff diz que vai apenas chamar a atenção para algumas características da pesquisa acadêmica mais recente - e não fazer um levantamento completo do que ocorreu nos últimos trinta anos (It is not my intention to unfold the whole history of research in the last thirty years. But I want to mark some characteristic positions that show the great diversity in the present scholarly debate).
Em primeiro lugar, há aqueles que ainda defendem a tradicional hipótese das fontes do Pentateuco, como Richard Elliott Friedman, em estudo publicado em 2005. Mas o que fazer com o texto após despedaçá-lo em J, E, P, D etc. E o texto em seu conjunto, como fica, pergunta R. Rendtorff?
Há também um grupo que sustenta uma 'hipótese documentária reduzida', eliminando o Eloísta (E) e concentrando a pesquisa no Javista (J), além de deslocá-lo para a época mais recente do Deuteronomista, a época do exílio babilônico, como John Van Seters e Hans Heinrich Schmid o fazem em suas clássicas obras da década de 70. Na mesma direção vai Christoph Levin em uma obra de 1993.
Mas há também um grupo que mais recentemente tem encontrado dificuldade em identificar o Javista. Enquanto o Sacerdotal (P) e a teologia Deuteronomista são claramente identificáveis no Pentateuco, quase tudo sobre o Javista começa a ser questionado: sua época e dimensão, sua coerência interna, características teológicas, enfim, sua existência como tal.
Por isso, em 1999, Christoph Levin convidou, em Munique, um grupo de pesquisadores para uma discussão sobre "O Javista e seus críticos", da qual resultou o livro publicado em 2002 com o título de Abschied vom Jahwisten. Die Komposition des Hexateuch in der jüngsten Diskussion [Um adeus para o Javista. A composição do Hexateuco na discussão recente]. Sobre este livro leia o quadro E a Crise do Pentateuco Continua, em meu artigo já citado. É, como digo ali, "adeus" Javista (Jean Louis Ska expresses this by the title of his introductory essay: "The Yahwist, a Hero with a Thousand Faces." Indeed, this collection of essays shows many different faces of "J." And for many of the authors, the Yahwist has no face at all because he does not exist any longer).
Neste ponto de seu artigo, Rolf Rendtorff, após expor a posição de vários dos autores desta obra que descarta o Javista, chega à conclusão de que o fim do Javista significa também o fim da Hipótese Documentária. Em suas palavras:
"In my view, this book shows very clearly that the end of the Yahwist means at the same time the end of the Documentary Hypothesis. A documentary hypothesis with just one single document cannot work like an hypothesis that was originally established and developed with four or at least three documents or sources, whose interrelations are a basic element of the method of working in the framework of this theory. As I mentioned before, only a few of the essays in this volume deal with this question, and they touch it just briefly and rather hesitantly. Instead, the question is raised of the interrelations between certain blocks, such as patriarchal stories and Exodus traditions or Genesis and the following books. These are questions beyond the Documentary Hypothesis".
E termina seu artigo com a pergunta: "Novamente: O que aconteceu com o Javista? A resposta: desapareceu e levou com ele o edifício no qual ele habitava, porque não há ali outros moradores" (Again: What happened to the Yahwist? The answer: He faded away, and he took with him the building he had lived in because there are no inhabitants any longer).
No mesmo Forum da SBL há outro artigo: de David J. A. Clines, da Universidade de Sheffield, Reino Unido. É uma resposta ao texto de R. Rendtorff , com o título de Response to Rolf Rendtorff's "What Happened to the Yahwist? Reflections after Thirty Years".
Um dia qualquer talvez eu o comente.
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Ibrahim Saleh, brasileiro, morre lutando pelo Hizbollah no Líbano
Folha Online: 05/08/2006 - 09h57
Brasileiro morre no Líbano lutando pelo Hizbollah
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sexta-feira, 4 de agosto de 2006
Sionistas cristaos anseiam pelo armagedon
Lobbying for Armageddon
"Some influential evangelical leaders are lobbying for an attack on Iran. But it's not about geopolitics - it's about bringing about the End Times".
O que é o sionismo cristão? Leia aqui (mais para o fim da página) e aqui. Estes textos estão em português. Ah, sim: não se esqueça de dar uma olhada aqui também!
"Some influential evangelical leaders are lobbying for an attack on Iran. But it's not about geopolitics - it's about bringing about the End Times".
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Descoberta uma dupla de planetas errantes, sem estrela-mãe, que giram ao redor deles mesmos
Folha Online: 04/08/2006 - 12h02
Astrônomos observam dupla de planetas errantes pela 1ª vez
Astrônomos observam dupla de planetas errantes pela 1ª vez
Astrônomos do Observatório Europeu Austral, localizado no Chile, anunciaram a descoberta de uma dupla de planetas errantes (sem estrela-mãe) que giram ao redor deles mesmos e que vagam livremente pelo espaço. Esta é a primeira vez que se observam dois corpos celestes unidos pela gravidade de "planetas flutuantes livres" ("free floating planets", em inglês). O maior corpo celeste, com uma massa sete vezes maior do que a de Júpiter, foi detectado a cerca de 400 anos-luz de nosso sistema solar. O fato extraordinário é que ele não gira em volta de uma estrela, mas em torno de outro corpo frio com o dobro de sua massa. Ray Jayawardhana, da Universidade de Toronto, e Valentin Ivanov, do Observatório Europeu Austral, publicarão a descoberta na "Science Express", site da revista "Science" (cont.)
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Israel caiu na armadilha da guerrilha e guerrilheiros quase nunca são derrotados
BBC Brasil: 04/08/2006 - 09h26
Leia repercussão internacional sobre o conflito no Líbano
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Fatal Strikes - Israel’s Indiscriminate Attacks Against Civilians in Lebanon
Gush Shalom - Israeli Peace Bloc
Israel mata 33 no Líbano; foguete do Hizbollah alcança Hadera
ONU trabalha em duas resoluções para "parar a guerra"
Leia repercussão internacional sobre o conflito no Líbano
Uma reportagem publicada nesta sexta-feira no diário britânico Financial Times enxerga o conflito no Líbano como sintoma de uma política equivocada dos Estados Unidos para o Oriente Médio. O artigo compara o cenário otimista de março de 2005 - quando milhares de libaneses saíram às ruas pedindo o fim da influência Síria no Líbano - com a imagem "radicalmente transformada" de julho de 2006 (...) Um ano depois, o conflito no Líbano, a chegada ao poder do Hamas nos territórios palestinos, a escalada da violência no Iraque e a reversão da tendência à democracia no Egito alimentam uma conclusão pessimista do jornal. "Há um ano, florescia a visão da Casa Branca de que a democracia estava se disseminando. Hoje tudo está morto." (...) O pessimismo e a crítica à política externa da grande potência são compartilhados pelos diários The Independent, de Londres, e Libération, de Paris. O jornal londrino estampa em sua capa um jogo de liga-pontos, com fotos do Afeganistão, Iraque, territórios palestinos, Israel e Líbano, e ironiza uma frase do primeiro-ministro britânico Blair: "é hora de ligar os pontos corretamente ao redor do mundo", disse o premiê. Com uma capa também forte, o jornal francês estampa um soldado israelense dentro de um tanque de guerra, e titula: "Terra queimada". Em editorial, o "Libération" questiona a maneira como a diplomacia internacional vem conduzindo as negociações para a crise. "O fato de estas negociações ocorrerem enquanto os canhões ainda soam constitui um fracasso inicial do que ninguém mais se atreve a chamar de 'comunidade internacional'." Para o alemão Der Tagesspiegel, Israel "tinha de reagir", mas "caiu numa armadilha de guerrilhas". "A história nos ensina que guerrilheiros quase nunca são derrotados..." (...) O israelense Haaretz lamenta que o conflito no Líbano tenha tirado a atenção de Israel para a resolução sobre o Irã aprovada no Conselho de Segurança da ONU no início da semana (cont.)
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quinta-feira, 3 de agosto de 2006
Tem gente incomodada com Finkelstein e Silberman por causa do livro sobre Davi e Salomão
Dizendo, por exemplo:
"Skepticism about the Hebrew Bible's history was promoted to popular audiences in 2001's 'The Bible Unearthed' by Tel Aviv University archaeologist Israel Finkelstein and Neil Asher Silberman. Their most recent book focuses on 'David and Solomon.' Though some scholars claimed David never existed, in 1993 archaeologists discovered a stone inscription from 835 B.C. that mentions 'the house of David." The authors say that established the existence of a dynastic founder named David and that shortly after his 10th-century era a line of kings 'traced their legitimacy back to David.' However, Finkelstein considers the Bible seriously distorted propaganda. He treats David as a minor bandit chieftain and Jerusalem as a hamlet, not an imperial capital. Supposedly, biblical authors concocted the grander David centuries afterward. The book also implies that his successor, Solomon, didn't build the Temple. Finkelstein notes that archaeologists haven't found monumental buildings from David's era in Jerusalem. He dismisses links of David and Solomon with buildings unearthed at biblical Megiddo and Hazor. Ordinary readers might not grasp that this depends upon a disputed 'low chronology' which would shift dates a century, just after these kings. In the July-August issue of Biblical Archaeology Review, Michael Coogan of Stonehill College, editor of The New Oxford Annotated Bible, contends that Finkelstein and Silberman 'move from the hypothetical to the improbable to the absurd'".
Leia toda a argumentação em Was King David legend or fiction?
Sobre o livro, leia mais aqui, aqui e aqui.
"Skepticism about the Hebrew Bible's history was promoted to popular audiences in 2001's 'The Bible Unearthed' by Tel Aviv University archaeologist Israel Finkelstein and Neil Asher Silberman. Their most recent book focuses on 'David and Solomon.' Though some scholars claimed David never existed, in 1993 archaeologists discovered a stone inscription from 835 B.C. that mentions 'the house of David." The authors say that established the existence of a dynastic founder named David and that shortly after his 10th-century era a line of kings 'traced their legitimacy back to David.' However, Finkelstein considers the Bible seriously distorted propaganda. He treats David as a minor bandit chieftain and Jerusalem as a hamlet, not an imperial capital. Supposedly, biblical authors concocted the grander David centuries afterward. The book also implies that his successor, Solomon, didn't build the Temple. Finkelstein notes that archaeologists haven't found monumental buildings from David's era in Jerusalem. He dismisses links of David and Solomon with buildings unearthed at biblical Megiddo and Hazor. Ordinary readers might not grasp that this depends upon a disputed 'low chronology' which would shift dates a century, just after these kings. In the July-August issue of Biblical Archaeology Review, Michael Coogan of Stonehill College, editor of The New Oxford Annotated Bible, contends that Finkelstein and Silberman 'move from the hypothetical to the improbable to the absurd'".
Leia toda a argumentação em Was King David legend or fiction?
Sobre o livro, leia mais aqui, aqui e aqui.
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Arqueologia em zonas de conflito: conferência no Instituto de Arqueologia do University College London
Na lista de discussão ANE-2, vejo este comunicado de Chuck Jones. Se quiser conferir mais, clique aqui.
A Conferência de três dias de duração vai tratar dos problemas arqueológicos nas regiões em guerra no Oriente Médio, focalizando especialmente a Palestina, o Iraque, o Líbano e o Afeganistão.
Location: Institute of Archaeology, University College London
Date: Friday 10th, Saturday 11th and Sunday 12th November 2006
Organizing body: The Centre for Applied Archaeology (CAA), supported by the British Academy.
This three day conference will explore the ethics and practicalities of archaeological site management in conflict and post-conflict states, focusing on the impact of conservation and archaeology on local communities in Palestine, Afghanistan, Iraq and Lebanon.
Thematic sessions include:
The conference brings together archaeologists, heritage managers, developing agencies, funding bodies, philosophers, social theorists, conflict resolution specialists, economists, NGO’s, GO’s and supranational bodies. Special focus will be given to academic scholars, experts and government representatives from Afghanistan, Palestine, Lebanon and Iraq.
A Conferência de três dias de duração vai tratar dos problemas arqueológicos nas regiões em guerra no Oriente Médio, focalizando especialmente a Palestina, o Iraque, o Líbano e o Afeganistão.
Archaeology in Conflict Conference
Cultural Heritage, Site Management and Sustainable Development in Conflict and Post-Conflict States in the Middle East
Location: Institute of Archaeology, University College London
Date: Friday 10th, Saturday 11th and Sunday 12th November 2006
Organizing body: The Centre for Applied Archaeology (CAA), supported by the British Academy.
This three day conference will explore the ethics and practicalities of archaeological site management in conflict and post-conflict states, focusing on the impact of conservation and archaeology on local communities in Palestine, Afghanistan, Iraq and Lebanon.
Thematic sessions include:
- Palestinian Heritage: Archival Memory and Identity Work
- Conflict Management and Reconstruction – case studies from Lebanon
- Archaeology and Conflict in Iraq - present problems and future prospects
- Conservation and Sustainable Use of Resources - Case studies from Afghanistan
- Conflicting Values, Government and Legitimacy
The conference brings together archaeologists, heritage managers, developing agencies, funding bodies, philosophers, social theorists, conflict resolution specialists, economists, NGO’s, GO’s and supranational bodies. Special focus will be given to academic scholars, experts and government representatives from Afghanistan, Palestine, Lebanon and Iraq.
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