terça-feira, 13 de junho de 2006

O que está acontecendo no Egito?

Folha Online: 13/06/2006 - 18h46

Diretor de arqueologia do Egito critica a Unesco

da France Presse, no Cairo
O diretor de arqueologia do Egito, Zahi Hawass, criticou duramente a Unesco nesta terça-feira, acusando a agência da ONU (Organização das Nações Unidas) de destruir antigüidades e ultrapassar suas competências (cont.)

4 comentários:

airtonjo disse...

O que está acontecendo no Egito, agora, em janeiro de 2011? Leia:

:: Robert Fisk: o dia do acerto de contas redecastorphoto: 28/01/2011

:: Robert Fisk: Egypt's day of reckoning The Independent: Friday, 28 January 2011

:: Oriente em Chamas
Colar de ditaduras e semi-ditaduras obscenas sustentadas pelos EUA e por Israel no Oriente Médio desmorona sob protestos de massa contra a opressão e o desemprego. No Egito, onde o desemprego entre os jovens chega a 20%, forças policiais já se mostram incapazes de deter as grandes manifestações. É justamente no confronto com a juventude que as forças de segurança começam a perder o controle da situação, apesar da dura repressão policial, combinada com censura à internet e bloqueio da telefonia celular. Defensores seletivos dos direitos humanos, sempre alertas contra obscurantismos no Irã, Cuba e Venezuela, tem a palavra. A ver - Carta Maior: 28/01/2011.

:: Brasil acompanha 'com atenção' protestos no Egito, diz Itamaraty Ópera Mundi: 28/01/2011

airtonjo disse...

A Revolução dos Jasmins contra as autocracias A Revolução dos Jasmins iniciou na Tunísia com a imolação de um jovem e logo se alastrou para outros países. Agora, a revolta chega ao Egito e ao Iêmen. Em entrevista ao jornal Página/12, o sociólogo e filósofo Sami Naïr, professor de Ciências Políticas na Universidade Paris VIII e presidente do Instituto Magreb-Europa da mesma Universidade, analisa a originalidade e as causas destas revoltas árabes. Autor de ensaios e análises sobre política internacional, Naïr aponta como primeiro fator alimentador da revolta o fato central de que o medo mudou de campo. É o poder que enfrenta agora um povo que perdeu o medo - Eduardo Febbro - Página/12 , traduzido e publicado em Carta Maior: 28/01/2011

airtonjo disse...

Egito: a multidão contra o ditador Robert Fisk: The Independent - Em redecastorphoto 29/01/2011 Pode ser o fim. Com certeza é o começo do fim. Em todo o Egito, dezenas de milhares de árabes enfrentaram gás lacrimogêneo, canhões de água, granadas e tiroteio para exigir o fim da ditadura de Hosni Mubarak depois de mais de 30 anos. Enquanto Cairo mergulha em nuvens de gás lacrimogêneo dos milhares de granadas lançadas contra multidões compactas, era como se a ditadura de Mubarak realmente andasse rumo ao fim...

A people defies its dictator, and a nation's future is in the balance A brutal regime is fighting, bloodily, for its life. Robert Fisk reports from the streets of Cairo - Robert Fisk: The Independent 29 January 2011

airtonjo disse...

:: Oriente Médio: uma possível explosão revolucionária sem precedentes - Antonio Luiz M. C. Costa: CartaCapital 02/02/2011. Crise econômica, revoltas populares e revelações embaraçosas ameaçam gerar uma reviravolta sem precedentes.

:: Por que temer o espírito revolucionário árabe? - Slavoj Zizek: Carta Maior 02/02/2011. A reação ocidental aos levantes no Egito e na Tunísia frequentemente demonstra hipocrisia e cinismo. A hipocrisia dos liberais ocidentais é de tirar o fôlego: eles publicamente defendem a democracia e agora, quando o povo se rebela contra os tiranos em nome de liberdade e justiça seculares, não em nome da religião, eles estão todos profundamente preocupados. Por que aflição, por que não alegria pelo fato de que se está dando uma chance à liberdade? Hoje, mais do que nunca, o antigo lema de Mao Tsé-Tung é pertinente: "Existe um grande caos abaixo do céu - a situação é excelente".

:: A crise da hegemonia ocidental no Oriente Médio - Emir Sader: Blog do Emir, em Carta Maior: 02/02/2011. Em condições culturais renovadas, o nacionalismo árabe pode renascer, agora articulando uma nova unidade de governos progressistas, anti-EUA e pro palestinos na região – a pior das possibilidades para Washington -, mas plenamente possível, pela intervenção espetacular dos povos desses países.

:: Egito: quem vai cortar a cabeça da serpente? Who's to cut off the head of the snake? - Pepe Escobar: Asia Times Online -- Carta Maior: 02/02/2011. O “mensageiro” de Obama na mais recente pantomima de Mubarak foi Frank Wisner, ex-diplomata e ex-executivo da AIG, íntimo da oligarquia do governo Mubarak, e cujo irmão Graham representava seus vastos interesses comerciais. Wisner tem operado ultimamente como lobbysta do regime de Mubarak nos contatos com especialistas em Oriente Médio em Washington – diferente, por exemplo, do Egypt Working Group bipartidário, liderado por Elliott Abrams, ex-membro do Conselho de Segurança Nacional, e Michele Dunne, do Carnegie Endowment.

:: Egyptology News
- Updates as they arrive: Sunday, January 30, 2011
- Updates as they arrive: Monday, January 31, 2011
- Updates as they arrive: Tuesday, February 01, 2011
- Updates as they arrive: Wednesday, February 02, 2011.

Postar um comentário